Edições anteriores

2019

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n. 37.1: Edição de Janeiro-Junho de 2019.

Abrimos este número da Clio com uma discussão sobre a política na República Brasileira, e como não poderia deixar de ser, sobre os modos de atuação dos políticos e das regras para o fazer política ao longo do século XX...

2018

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n. 36.2: Julho-Dezembro de 2018. Dossiê: Discursos políticos na Época Moderna: produção, circulação e recepção.

A temática geral deste dossiê é precisamente a diversidade de abordagens e análises do discurso político na Época Moderna.
E o que os homens comunicam em seus discursos políticos? Quais são os assuntos tratados nestes discursos? A reflexão filosófica entende como temas clássicos da política as estruturas e as formas de governo, as fontes de poder, a legitimidade do governo, os direitos e os deveres dos membros de uma comunidade, o caráter das leis, a natureza e os limites da liberdade, a obrigação política e a natureza da justiça. Em suma, são temas essencialmente políticos todas as problemáticas suscitadas pela organização dos seres humanos em sociedade, especialmente, aquelas diretamente relacionadas às causas, às razões e à legitimidade do arbítrio de um grupo de homens sobre os outros...

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n. 36.1: Janeiro-Junho de 2018. Dossiê: O longo século XIX e as estratégias em economia, política e sociabilidades.

A CLIO: Revista de Pesquisa Histórica tem uma longa tradição na publicação de estudos sobre os oitocentos, e recebemos sempre artigos livres sobre o período. Neste volume, apresentamos aos leitores alguns artigos recebidos que tem em comum o estudo do século XIX, abordando estudos sobre economia e crédito, sobre política liberal e sobre sociabilidades. De uma forma não tão sutil, o leitor verá que os estudos se imbricam em várias questões, como a escravidão e a discussão sobre o trabalho, as estratégias do mercado para conseguir capitais que financiassem atividades econômicas para além da economia de exportação, tudo isso permeado pela discussão política na qual o liberalismo aparece como matriz ideológica, apesar da diversidade de posições que poderia encetar...


2017

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n. 35.2: Julho-Dezembro de 2017. Dossiê: Cultura: Lugares e Memórias no Século XX.

O presente número da Revista Clio se inicia com os textos reunidos no Dossiê “CULTURA: LUGARES E MEMÓRIAS NO SÉCULO XX” organizado pelos Professores Antônio Paulo Rezende (UFPE) e Augusto Neves (UNINABUCO). Seu objetivo é reunir artigos que analisem historicamente as relações culturais, destacando a sua temporalidade e como elas influenciam na construção do poder na sociedade ao longo do século XX.
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n. 35.1: Janeiro-Junho de 2017. Dossiê: as questões socialmente vivas e a produção historiográfica.

Nesta edição, a Revista Clio se voltará às questões socialmente vivas e sua relação com a produção historiográfica. Ao propor este Dossiê, pensamos em mobilizar historiadores do Brasil a partir do interesse em contribuir, enquanto área do conhecimento, para análise e
problematização dos retrocessos políticos e sociais do nosso tempo.
Vivemos em um tempo marcado pela retomada de ideias fascizantes, propagadas por setores conservadores da grande imprensa nacional, e materializadas nas propostas políticas que defendem, por exemplo, a “lei da mordaça” (Escola sem Partido), a redução da maioridade penal e o Estatuto da Família. Muitas dessas ideias remetem a tempos pretéritos, como os do colonialismo patriarcal, da escravidão e dos governos autoritários, e se apresentam como questões socialmente vivas. Mas, o que são tais questões?...


2016

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n. 34.2: Julho-Dezembro de 2016. Dossiê: Estado, nação e cidadania no Oitocentos (1850-1889) - Parte 2.

A Revista Clio abre este volume com a segunda parte do dossiê Estado, nação e cidadania no oitocentos (1850-1889), que versa sobre instituições, atores e processos políticos no Brasil império, no período de 1850 a 1889. Sua abordagem procura compreender o campo da política, ultrapassando as fronteiras restritas do Estado, em suas dimensões e articulações com a sociedade e a cultura. 

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n. 34.1: Janeiro-Junho de 2016. Dossiê: Estado, nação e cidadania no Oitocentos (1850-1889) - Parte 1

O dossiê Estado, nação e cidadania no oitocentos (1850-1889) abre este número da revista e versa sobre instituições, atores e processos políticos no Brasil Império, no período de 1850 a 1889. Sua abordagem procura compreender o campo da política, ultrapassando as fronteiras restritas do Estado, em suas dimensões e articulações com a sociedade e a cultura. Também privilegia a atuação, individual e coletiva, de pessoas anônimas, para além da figura dos “grandes” líderes. Seu corte cronológico se estende da consolidação ao fim do Estado imperial.

2015

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n. 33.2: Julho-Dezembro de 2015. Dossiê: nação, cidadania, insurgências e práticas políticas, 1817-1848 - Parte 2.

Esta segunda parte do dossiê Nação, cidadania, insurgência e práticas políticas, 1817- 1848, mais uma vez, aborda a história social e política daquele momento-chave da formação da nacionalidade e da consolidação do império do Brasil, que costumava ser chamado pela historiografia tradicional de “Ciclo das Insurreições Liberais do Nordeste”. Mesmo tendo esse vínculo comum, os artigos abordam objetos diversos, enriquecendo assim nossa compreensão sobre o período e sobre a temática do dossiê.

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n. 33.1: Janeiro-Junho de 2015. Dossiê: Nação, cidadania, insurgências e práticas políticas, 1817-1848 - Parte 1.

Foi na primeira metade do dezenove que ocorreu uma série de eventos, que a historiografia tradicional costumava chamar de forma um tanto quanto acrítica de “Ciclo das Insurreições Liberais do Nordeste”. Longe de se limitar apenas a esse pedaço do Brasil, aquele foi um momento marcante para a formação política e social da Nação em seus primeiros e decisivos anos de construção. Ficaram claros processos políticos e sociais complexos, que sem a explosão de violência, sem a panfletagem, sem a repressão brutal, talvez tivessem ficado abafados pelas paredes dos centros de decisão nas províncias e na corte.


2014

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n. 32.2: Julho-Dezembro de 2014. Dossiê Historiografia: Práticas de Pesquisa.

A proposta temática do dossiê deste número da revista Clio se inscreve no universo crítico das práticas de pesquisa e de escrita da história. O seu objetivo é apresentar as produções do conhecimento, em temporalidades e espacialidades diversas, abertas às análises que articulam a teoria – um diálogo profícuo com diversos textos no campo das humanidades – e a metodologia em seus aspectos peculiares.
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n. 32.1: Janeiro-Junho de 2014. Dossiê Circulação de saberes no Mundo Atlântico: escrita da história, cultura letrada e cultura científica.

A chegada dos europeus ao Novo Mundo promoveu, desde os primeiros contatos que se estabeleceram com as populações nativas, a produção de uma extensa e diversificada gama de documentos oficiais, relatos de viagens, crônicas, tratados, desenhos, mapas, inventários de história natural e coleções de espécimes. Mais do que meras percepções da Europa acerca do mundo que a expansão marítima, a conquista e a colonização criaram, esta produção escrita, iconográfica e cartográfica evidencia tanto a circulação de ideias, pessoas, objetos, saberes e práticas, quanto as configurações étnicas e identitárias resultantes do intenso contato intercultural. Uma produção que aponta, portanto, para a intensa circulação de ideias e de conhecimentos entre a América, a África e a Europa ocorrida durante a Idade Moderna.

2013

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n. 31.2: Julho-Dezembro de 2013. Dossiê: 1964: releituras historiográficas.

A revista Clio – N. 31.2 (2013) elegeu como temática para seu dossiê 1964: releituras
historiográficas. Após quase três décadas do fim do regime instalado com o golpe de 31 de
março de 1964, liderado pelos militares, a produção historiográfica brasileira sobre esse
período tem se ampliado de forma considerável. A divulgação de muitos documentos,
produção de reportagens, publicação de obras historiográficas, de livros autobiográficos e de entrevistas, além de dissertações e teses possibilitou estabelecer uma ampla ressignificação desse passado recente da história do Brasil
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n. 31.1: Janeiro-Junho de 2013. Dossiê: Patrimônio Intangível: debates e questões.

Este volume da revista Clio, que contêm o dossiê Patrimônio Intangível: debates e
questões, apresenta artigos que giram em torno do tema patrimônio cultural (imaterial), e em especial do carnaval, no Brasil. O tema do patrimônio tem sido intensamente debatido na historiografia brasileira nas últimas décadas. Acompanhando as mudanças que podem ser percebidas nas políticas públicas voltadas para o patrimônio, em especial o patrimônio
imaterial, que tantos debates têm suscitado, a historiografia tem revisitado a história do
patrimônio cultural no Brasil, assim como tem contribuído para adensar as questões que o
tema tem suscitado.

2012

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n. 30.2: Julho-Dezembro de 2012. Dossiê: Fronteiras e Sociedade - Parte 2.

Com planisférios, atlas, cartografia com paisagens e manuscritos produzidos na Europa em tempos modernos nascia uma nova forma de representar espaços políticos com temáticas voltadas para as ocupações humanas e seus territórios, integrando populações e fronteiras. Na busca por imagens para explicar as partes que formam o globo terrestre, foi possível dar ideia sobre uma unidade envolvendo continentes, ilhas, oceanos, pessoas e culturas distintas. Rotas e caminhos marítimos ligaram sociedades de Norte a Sul e de Leste a Oeste com participação de múltiplos canais de informação. A rota marítima para as Índias encontrada por Vasco da Gama, em 1497, foi possível graças ao esforço de muitos conhecimentos, incluindo o do navegador e piloto muçulmano Ahmed ibn Majib, com quem ele saiu de Malindi, na costa oriental da África para chegar a Calicut (Thrower, 2002: 73).
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n. 30.1: Janeiro-Junho de 2012. Dossiê: Fronteiras e Sociedade - Parte 1.

Os artigos recolhidos neste volume são resultado do trabalho de organização e edição de professores da gestão 2012 e 2013 da Pós-Graduação em História, em continuação aos esforços dedicados por editores, conselheiros e pareceristas ad hoc em edições anteriores, desde 1973. A seleção feita para este volume, cujo dossiê intitula-se Fronteiras e Sociedade, apresenta textos de historiadores nacionais e internacionais organizados em duas secções de artigos e ainda uma secção de resenhas.

2011

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n. 29.2: Julho-Dezembro de 2011. Dossiê: História Colonial. Parte 2.

As duas últimas décadas foram testemunhas de uma grande ampliação – tanto em
termos quantitativos, como em termos qualitativos – dos trabalhos de investigação
dedicados ao estudo da América portuguesa. Várias são as razões que impulsionam o
surgimento de trabalhos com este perfil e que têm permitido que esta importante fase de
nossa história se torne cada vez mais conhecida. A abertura de novas frentes de pesquisa
e a disponibilização maciça de fontes primárias estão entre estas razões. O acesso à
documentação colonial já não está limitado apenas a um pequeno número de
investigadores capazes de se deslocar até os arquivos europeus ou aos grandes fundos
depositados em território nacional. A tecnologia permitiu que estes velhos papéis
saíssem das gavetas e estantes, onde estiveram dormitando por séculos, para ganhar o
espaço digital por intermédio da grande rede mundial.

2010

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n. 28.1: Janeiro-Junho de 2010. Dossiê: Memória, Narrativa, Política.

A revista CLIO apresenta o dossiê “Memória, Narrativa, Política.” que reúne
artigos de historiadores e historiadoras do Brasil e demais países da América Latina,
numa contribuição à análise da historiografia e suas relações com a memória,
problematizando a narrativa e a cultura. Os percursos realizados contemplam diferentes
espacialidades e temporalidades, com abordagens teóricas e metodológicas múltiplas, o
que torna esse número da revista Clio – Série Histórica – um caleidoscópio de narrativas
e análises históricas.



2007

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n. 25.2 (2007): DOSSIÊ: HISTÓRIA DOS POVOS INDÍGENAS

A  Revista   Clio-Série  Histórica,  do  Curso  de  Mestrado  e Doutorado em História  da UFPE orgulha-se de apresentar  este exemplar  com  um dossiê  sobre  a História  dos  Povos  Indígenas no Nordeste. São  13 artigos sobre uma grande variedade de temas, cobrindo um  dos  pontos  mais  extremos do País,  o Vale do  Rio Branco.

Capa da revista

n. 25.1 (2007): DOSSIÊ: FAMÍLIA & FAMÍLIAS.

Este número  da Revista  Clio, série História do Nordeste,  é dedicado a História da Família, um campo de investigação que vem, desde as décadas de 1970 e 1980, exercendo  forte atração sobre os historiadores. O ritmo das publicações nesta área, bem como o nível do aprofundamento das pesquisas  desenvolvidas nos diferentes espaços e tempos históricos do Brasil, sãoo indicadores de que a História da Família vem, nas últimas três décadas, se consolidando como proficuo  território de pesquisa.

 


2006

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n. 24.2 (2006): DOSSIÊ: SAÚDE: SABERES E VIVÊNCIAS.

0 dossie Saúde: saberes e vivências reune trabalhos não só de historiadores, mas também de sociólogos, antropológos, geógrafos e médicos que apresentam preciosos subsídios para a História da Saúde e da Doença no Brasil e, especificamente, em Pemambuco.

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n. 24.1 (2006): DOSSIÊ: HISTÓRIA E MEMÓRIA.

Este  atual  número  da Revista  CLIO  realiza  um  velho  sonho  que acalentava de organizar  um dossiê sobre o tema História e Memória. Esta temática tern sido recorrente em muitos seminários de História - tanto no nível regional  e nacional  quanto intemacional -, bem como em  diversas publicações na forrna  de revistas  e livros.  


2005

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n. 23 (2005)

O diálogo entre as fontes e as refleões teóricas é fundamental para que o saber histórico  se dimensione. Neste número  da Clio, este estudo é feito buscando analisar vários momentos da história de Pemambuco,  como tambérn mergulhando nas suas questões  metodológicas. Há artigos que demonstram a complexidade do ofício do historiador, suas idas e vindas pelos labirintos arquitetados pelas aventuras humanas.


2004

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n. 22 (2004): DOSSIÊ: 64

O dossiê  representa um  conjunto de  abordagens em  diversas   e diferentes perspectivas: sobre os antecedentes do Golpe, sobre o momento em que o mesmo  se instalou, sobre políticas  que atingiam  trabalhadores rurais, acerca da relação entre política nacional e a bipolaridade da guerra fria.

 


2003

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n. 21 (2003): DOSSIÊ: CULTURA E MODERNIDADE

Tentando apresentar os novos horizontes da historiografia, essa edição da Clio apresenta um dossiê sobre a relação Cultura e Modemidade. Compõem trabalhos que se apoiam na releitura da história.


2002

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n. 20 (2002): DOSSIÊ: ALTERNATIVAS E DESDOBRAMENTOS NA CONSTRUÇÃO DA NAÇÃO

Todos estes trabalhos discutem política, sociedade  e cultura durante o século  XIX contribuindo para o enriquecimento da historiografia brasileira.  São inéditos e são produtos de pesquisa destes  autores,  que participaram de um encontro comemorativo a Independência do Brasil, promovido pelo Programa  de Pós­Graduação em História  da UFPE.




1994

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n. 15 (1994): CLIO - Revista de Pesquisa Histórica (ISSN: 0102-9487)

Neste número, a Clio História entrega aos leitores artigos sobre vários temas: escravidão negra e indígena, mendicância, situação dos operários na fábrica Studebaker, modernidade e cultura.


1990

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n. 13 (1990): CLIO - Revista de Pesquisa Histórica (ISSN 0102-9487)

A  história  pernambucana  é  uma  lição  de  amor  a liberdade,  aos direitos humanos, a dignidade da vida humana, de defesa de intituições liberais, onde impere o reino da lei, onde a soberania nacional não seja desrespeitada, e na qual o caminho do autoritarismo é sempre repudiado.


1988

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n. 11 (1988): CLIO - Revista de Pesquisa Histórica (ISSN 0102-9487)

Em 1988, ano do Centenário da Lei Áurea, inicia-se a publicação de uma nova fase da Revista, com o seu número 11 dedicado a temas relacionados com a escravidão e a abolição da escravatura.

1987

Capa da revista

n. 10 (1987): CLIO - Revista de Pesquisa Histórica (ISSN 0102-9487)

Este  número de CLIO é  publicado "in memoriam" de José Honório Rodrigues, a quem deve a história nacional, um legado que servirá a muitas gerações de historiadores.
Capa da revista

n. 09 (1987): CLIO - Revista de Pesquisa Histórica (ISSN: 0102-9487)

Retomamos com este número, dedicado a  História do Nordeste brasileiro, a publicação da Revista CLIO, que assim cumpre sua missão nas suas duas séries de Pre-História e História brasileiras.



1980

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n. 03 (1980): CLIO - Revista de Pesquisa Histórica (ISSN 0102-9487)

Este  número  reflete a ampliação do leque  de possibilidades,  aberto  no  Curso  de Mestrado em História, para  a  pesquisa na área  de concentração  em História  do Brasil, e revela, de forma  expressiva, a presença  de  um novo  Núcleo de Arqueologla Brasileira, integrado dentro do Curso,  com  pesquisas  de  campo já  iniciadas nos Estados de Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte.



1977

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n. 01 (1977): CLIO: Revista de Pesquisa Histórica

CLIO  propõe-se, fundamentalmente, a divulgar estudos e artigos  de professores e alunos do Curso de Mestrado em História da Universidade Federal de Pernambuco, porém, suas páginas  acolherão, a partir do próximo número, pesquisas de especialistas de outras universidades e instituições de cultura.