Lembrar os mortos em combate pela terra: o MST reivindica a memória das vítimas da ditadura.
DOI:
https://doi.org/10.22264/clio.issn2525-5649.2020.38.1.19Palavras-chave:
MST, Memória, Violência no campo, Ditadura MilitarResumo
Este artigo trata da atuação do MST no processo de construção social da memória dos camponeses mortos durante a ditadura militar brasileira, a partir da publicação, em 1985, do dossiê Assassinatos no campo: crime e impunidade - 1964-1985. Publicado em meio ao processo de transição democrática, o dossiê expôs nacionalmente as violações de direitos humamos, lançando luz não somente sobre a violência da ditadura, mas também sobre a permanência dos crimes contra os trabalhadores rurais na Nova República. Com o dossiê, o MST evocava a memória dos camponeses, colocando-se como herdeiros de suas lutas, ao mesmo tempo em que reforçava sua imagem como representante dos trablhadores rurais.Referências
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