ENGENHOS, AÇÚCARES E NEGÓCIOS NA CAPITANIA DE PERNAMBUCO (c.1655– c.1750)

Breno Lisboa

Resumo


O artigo procura propor uma resposta para a questão do crescimento do número de engenhos na capitania de Pernambuco entre 1655 e 1750. Tenta explicar porque apesar dos contextos de dificuldades e de supostas crises, ao invés de estagnar ou diminuir, o número de unidades produtivas de açúcar se incrementa. de modo que procuramos demonstrar o quanto os engenhos estavam articulados a uma variada gama de negócios na capitania os quais eram possíveis por conta da produção dos engenhos. Também procuramos colocar o quanto a economia açucareira através dos negócios que viabilizava era responsável por trazer acumulação interna para a capitania e dar vitalidade à economia da capitania como um todo.

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