O JUDICIÁRIO E A LEI DIVINA: JOÃO DIAS DE ARAÚJO E AS RELAÇÕES DE TRABALHO NA IGREJA PRESBITERIANA DO BRASIL DURANTE O REGIME CIVIL E MILITAR.

Márcio Vilela

Resumo


Este artigo tem como objetivo central investigar de que maneira pastores e professores de seminários teológicos da Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB), durante as década de 1960 e 1970, eram enquadrados do ponto de vista trabalhista. Dimensão que refletiam em uma série de discursos, práticas e normas existentes na Igreja, sintonizadas, em grande medida, com o medo do comunismo difundido socialmente naquele momento e da necessidade de combatê-lo no interior da IPB e dos seus locais de formação teológica. Essa tensão resultou em expulsões de pastores e professores culminando, em alguns casos, em uma longa disputa nas Juntas de Conciliação e Justiça envolvendo esses profissionais, a cúpula da Igreja e a direção destes seminários, a exemplo do que ocorreu em Recife com o docente do Seminário Presbiteriano do Norte João Dias de Araújo.


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