"MÉDICOS E CHARLATÃES" CONFLITOS E CONVIVÊNCIAS EM TORNO DO 'PODER DA CURA' NO RECIFE DOS ANOS 1920.

Sylvia Costa Couceiro

Resumo


 A partir de meados do século XIX, quando a medicina começou a constituir-se enquanto campo de saber científico e racional, baseada em técnicas sistemáticas, iniciou-se na cidade do Recife uma luta entre as práticas de cura e as medicações tradicionalmente usadas pela população, fruto da diversidade das suas raízes culturais, e a medicina que se oficializava. Este artigo objetiva compreender os conflitos e convivências entre a medicina oficial e os chamados "charlatães" no Recife do início do século XX, analisando as rupturas e confrontos entre saberes diversos que se deparavam: de um lado, as idéias européias, fruto do racionalismo e do cientificismo; do outro, noções baseadas em origens culturais diversas que se encontraram no Novo Mundo, perpassadas por elementos que mesclavam magia e religiosidade. 

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