É CARNAVAL NO RECIFE DE 1985, A ALEGRIA É QUE IMPERA! OH QUE BELEZA, TEM FESTA, TEM MAGIA E TEM MÃE BADIA NESTA FOLIA!

Augusto Neves Silva

Resumo


Este trabalho busca centrar o debate na análise das relações históricas entre a mãe de santo Badia e o carnaval do Recife de 1985. A principal pergunta aqui é entender os caminhos que levaram essa personagem a tornar-se símbolo do carnaval recifense. Para tanto, procura-se compreender como, em torno da figura de Badia, é possível vislumbrar discussões relevantes sobre tradição, festas, religiosidade popular, identidade e cultura negra no Recife. Interpretar os caminhos desse acontecimento é possibilitar conhecer um pouco mais a respeito de memórias invisualizadas sobre o carnaval recifense e sobre a própria capital pernambucana.


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