FRONTEIRA E INTEGRAÇÃO TERRITORIAL NA ESCRITA DA HISTÓRIA “DIDÁTICA” OITOCENTISTA

Renilson Rosa Ribeiro, Luís César Castrillon Mendes

Resumo


Durante o período regencial, em 1838, entravam em funcionamento duas instituições que objetivavam criar e legitimar escritas históricas para forjar uma nação para o recém-emancipado Estado brasileiro: o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB) e o primeiro Colégio em que a História se tornaria disciplina escolar. Para atingir os objetivos de consolidação da nação, a integração territorial e a delimitação de suas fronteiras tornavam-se fundamentais. Objetiva-se, no presente texto, analisar o IHGB e o Colégio Pedro II, enquanto entidades ligadas ao Estado imperial, organizadoras de um projeto de construção nacional em que se fazia necessária a ratificação de suas fronteiras, buscando legitimações discursivas, fundamentadas nas explorações do território realizadas em séculos anteriores, nas quais o desenho do território, resultado histórico da política expansionista lusitana, constituiu-se em uma espécie de tradição.


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