PROPAGANDAS E CAMPANHAS DE ALEITAMENTO MATERNO: PERCEPÇÃO DE MULHERES MEMBROS DE GRUPOS VIRTUAIS

Autores

  • Melissa Hartmann Enfermeira. Hospital de Clínicas de Porto Alegre. Lattes: http://lattes.cnpq.br/1260130817884351 ORCID: http://orcid.org/0000-0002-3955-0558 Email: hmelissahartmann@gmail.com. https://orcid.org/0000-0002-3955-0558
  • Matheus dos Santos Rodrigues Acadêmico de Enfermagem. Faculdade de Enfermagem da Universidade Federal de Pelotas. Lattes: http://lattes.cnpq.br/3543410739182303 ORCID: http://orcid.org/0000-0002-9318-9177 Email: matheunxrodrigues@gmail.com https://orcid.org/0000-0002-9318-9177
  • Juliane Portella Ribeiro Professora adjunta da Faculdade de Enfermagem da Universidade Federal de Pelotas. Lattes: http://lattes.cnpq.br/9222593132496467 ORCID: http://orcid.org/0000-0002-1882-6762 Email: ju_ribeiro1985@hotmail.com https://orcid.org/0000-0002-1882-6762

DOI:

https://doi.org/10.5205/1981-8963.2022.252922

Palavras-chave:

aleitamento materno, fórmulas infantis, política de saúde, serviços de saúde materno-infantil, redes sociais online.

Resumo

Objetivo: conhecer a percepção de mulheres, que participam de grupos virtuais hospedados no Facebook, acerca do conteúdo veiculado por propagandas e campanhas, de 1921 até a atualidade, que envolvem a temática de aleitamento. Método: pesquisa de caráter exploratório e descritivo. Participaram 15 mulheres membros de dois grupos virtuais hospedados no Facebook. A coleta de dados sucedeu-se na plataforma, por meio de um formulário associado ao método de foto-elicitação. Posteriormente, empregou-se a análise de conteúdo. Resultados: As participantes identificaram que as propagandas do ramo alimentício, ao longo dos anos, contribuíram na construção da falsa crença de que o leite artificial é superior ao leite materno; o que necessitou posteriormente de campanhas de incentivo à amamentação. Considerações finais: As campanhas recentes apontam a importância tanto da rede de apoio quanto da garantia aos direitos da nutriz para que o aleitamento materno se estabeleça conforme o recomendado pela Organização Mundial da Saúde. Contudo, as campanhas construíram um romantismo em torno do aleitamento e da figura materna; fato que, culminou na sua responsabilização pelo sucesso da amamentação.

Biografia do Autor

Melissa Hartmann, Enfermeira. Hospital de Clínicas de Porto Alegre. Lattes: http://lattes.cnpq.br/1260130817884351 ORCID: http://orcid.org/0000-0002-3955-0558 Email: hmelissahartmann@gmail.com.

Enfermeira. Residente no Hospital de Clínicas de Porto Alegre.

Matheus dos Santos Rodrigues, Acadêmico de Enfermagem. Faculdade de Enfermagem da Universidade Federal de Pelotas. Lattes: http://lattes.cnpq.br/3543410739182303 ORCID: http://orcid.org/0000-0002-9318-9177 Email: matheunxrodrigues@gmail.com

Acadêmico de Enfermagem. Faculdade de Enfermagem da Universidade Federal de Pelotas.

Juliane Portella Ribeiro, Professora adjunta da Faculdade de Enfermagem da Universidade Federal de Pelotas. Lattes: http://lattes.cnpq.br/9222593132496467 ORCID: http://orcid.org/0000-0002-1882-6762 Email: ju_ribeiro1985@hotmail.com

Doutora em Enfermagem. Professora adjunta da Faculdade de Enfermagem da Universidade Federal de Pelotas.

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Publicado

08/16/2022

Como Citar

HARTMANN, Melissa; RODRIGUES, Matheus dos Santos; RIBEIRO, Juliane Portella. PROPAGANDAS E CAMPANHAS DE ALEITAMENTO MATERNO: PERCEPÇÃO DE MULHERES MEMBROS DE GRUPOS VIRTUAIS. Revista de Enfermagem UFPE on line, Recife, v. 16, n. 1, 2022. DOI: 10.5205/1981-8963.2022.252922. Disponível em: https://periodicos.ufpe.br/revistas/revistaenfermagem/article/view/252922. Acesso em: 17 jul. 2026.

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