Playing in the process of infantile hospitalization: analysis of the academic production
DOI:
https://doi.org/10.5205/1981-8963-v6i4a7114p891-899-2012Palavras-chave:
criança, jogos e brinquedos, hospitalização, pediatria.Resumo
ABSTRACT
Objective: to understand the relation of playing to the process of infantile hospitalization and its possible implications. Method: this is an integrative literature review which approached woks on playing in the hospitalization, published with in the period from 2005 to 2010. The search was carried out from June 13 to July 1, 2011. For this, we used the virtual databases SciELO, Lilacs, and Medline to search for papers in English, Spanish, and Portuguese. The following keywords were used: games, toys, and hospital. In the end, 29 articles were selected, categorized into four thematic themes: playing and infantile hospitalization; the experience of hospitalization from the child's perspective; caregivers’ view on playing in hospitalization; and the professionals' perspective on playing in the hospital. Results: playing, both for companions, professionals, and children, was positively perceived, having its meanings attributed to recreation, expression of feelings, and as a contribution to the child’s development, which is also considered as a way of coping and minimization of the negative effects of hospitalization. Conclusion: it was possible to observe the importance of playing as a feasible and appropriate resource for coping with hospitalization. Therefore, playful is no longer only a way of entertainment, but a crucial tool for turning treatment adherence easier and, thus, the continuous human development. Descriptors: child; games and toys; hospitalization; pediatrics.
RESUMO
Objetivo: compreender a relação do brincar com o processo de hospitalização infantil e suas possíveis implicações. Método: trata-se de uma revisão integrativa de literatura que abarcou produções acerca do brincar na hospitalização publicadas no período de 2005 a 2010. A busca foi realizada de 13 de junho a 1º julho de 2011. Para tanto, foram utilizadas as bases de dados SciELO, Lilacs e Medline, sendo pesquisados artigos nos idiomas inglês, espanhol e português. Foram empregadas as seguintes palavras-chave: jogos, brinquedos e hospital. Ao final, selecionou-se 29 artigos, categorizados em quatro eixos temáticos: o brincar e a hospitalização infantil; a vivência da hospitalização na perspectiva da criança; visão dos cuidadores sobre o brincar na hospitalização; e a perspectiva dos profissionais sobre o brincar no hospital. Resultados: o brincar, tanto para os acompanhantes, os profissionais e as crianças, foi percebido de modo positivo, tendo seus significados atribuídos à recreação, expressão de sentimentos e como contribuição para o desenvolvimento da criança, sendo considerado, ainda, uma forma de enfrentamento e minimização dos efeitos negativos da hospitalização. Conclusão: foi possível observar a importância do brincar como recurso viável e adequado para o enfrentamento da hospitalização. Portanto, o lúdico deixa de ser apenas uma maneira de diversão para tornar-se ferramenta fundamental para facilitar a adesão ao tratamento e, assim, a continuidade do desenvolvimento humano. Descritores: criança; jogos e brinquedos; hospitalização; pediatria.
RESUMEN
Objetivo: comprender la relación del jugar con el proceso de hospitalización infantil y sus posibles implicaciones. Método: esta es una revisión integradora de literatura que abarcó prosucciones acerca del jugar en la hospitalización publicadas en el período de 2005 hasta 2010. La búsqueda fue realizada de 13 de junio hasta 1°de julio de 2011. Para ese fin, fueron utilizadas las bases de datos SciELO, Lilacs y Medline, siendo investigados artículos en Inglés, español y portugués. Fueron utilizadas las siguientes palabras clave: juegos, juguetes y hospital. Al final, se seleccionaron 29 artículos, clasificados en cuatro ejes temáticos: el jugar y la hospitalización infantil; la vivencia de la hospitalización desde la perspectiva del niño; visión de los cuidadores acerca del jugar en la hospitalización; y la perspectiva de los profesionales acerca del jugar en el hospital. Resultados: el jugar, tanto para los acompañantes, los profesionales y los niños, fue percibido de manera positiva, teniendo sus significados atribuidos a la recreación, expresión de sentimientos y como contribución al desarrollo del niño, siendo también considerado como una forma de enfrentamiento y minimización de los efectos negativos de la hospitalización. Conclusión: fue posible observar la importancia del jugar como recurso viable y adecuado para hacer frente a la hospitalización. Por lo tanto, el lúdico deja de ser sólo una manera de diversión para tornarse una herramienta fundamental para facilitar la adherencia al tratamiento y, así, la continuidad del desarrollo humano. Descriptores: niño; juegos y juguetes; hospitalización; pediatría.
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