LINGUAGEM E COMPUTAÇÃQ

Autores

  • Sébastien Joaquim Centro de Educação - UFPE

Resumo

Os pais do computador almejavam, como na história de Frankenstein, fazer de sua invenção a réplica a mais fiel possível do Homem. Ora, o Homem é um animal dotado de linguagem. Era  portanto necessário ao computador falar, remonder, dialogar, e para conseguir isso, compreender, e até escrever.
Mas como tudo na informática, i.e., nos mecanismos do computador, passa pelo cálculo, ·a linguagem da informática ou do computador resultará de uma operação matemática. A questão que se coloca é, será possível fazer falar e
escrever e entender e conversar pela só engenhosidade matemática? O britânico Alan Turing, os americanos Von Newman e Marvin Minsky - e outros nomes famosos na criação das novas tecnologias de informação e comunicação, acharam que sim. Para reforçar as suas teses, surgiram biologistas  neomecanistas e vitalistas e até o filósofo-antropólogo-teólogo Teilhard de Chardin (1970), que defenderam a idéia de que ª matéria é viva, que a Humanidade em seu desenvolvimento chegará a um intercâmbio Homem-Máquina como se fosse de Sujeito a Sujeito (Barbosa, pp. 13-54, 1988).

Referências

Barbosa, Pedro. Máquinas pensantes. Lisboa, Livros Horizonte, 1988.

Carré (R.), Dégremont (J-F), Gross (M.), Pierrel (J-M), Sabah (G).

Langage humain et machine. Paris, CNRS, 1991.

Chardin, Pierre Teilhard. O Fenómeno Humano. Porto, Tavares Martins,

EPI (Associação Enseignement, Pedagogia, Informatique), n.0 77, mars

, Informatique et technologies modernes dans l'enseignement et la

formation, 240 p.

Joaclum, Sébastien. "Critique littéraire et informatique", texto do coloquio

Poésie et Ordinateur. publicado na revista Les Cahiers du CircavGérico,

Vol4, n°4, 1993, P.U. de Lille III.

Laufer, R. Texte. Hypertexte, Hypermédia. Paris, PUF., 1992.

Pomian. Joanna. L'intelligence artificielle. Paris, Press Pocket, cap. 3,

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Publicado

01-01-1995

Edição

Seção

Artigos: demanda contínua