The School as a Space for Emancipation
women in EJA and the Teaching of Science and Biology
DOI:
https://doi.org/10.51359/2595-7597.2026.271346Keywords:
youth and adult education, women, gender, science educationAbstract
This article investigates the social factors that lead to women's school dropout and their return to the Youth and Adult Education (EJA) classrooms, focusing on the role of school and science/biology education as drivers of emancipation. Based on qualitative research, using the ADC methodology to analyze the essays of women who intend to study at a public EJA school in Rio de Janeiro, the study identifies the sexual division of labor and the overload of domestic and care tasks as the main obstacles to continuing their studies. The analysis connects this reality to the historical instrumentalization of biological and scientific discourses to naturalize female subordination, confining women to the private sphere under the justification of anatomical differences and a supposed maternal instinct. The results highlight the urgent need to critically address these issues in science and biology education, using the students' own trajectories to deconstruct stereotypes. The article concludes by advocating for a curriculum for EJA that promotes awareness of gender, racial, and class oppression, transforming education into a tool of resistance and emancipation.
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