QUAL É O LUGAR DO TRABALHO DE CAMPO NAS AULAS DE GEOGRAFIA?

Bruno Nunes Batista

Resumo


Resultante de um campo teórico de aprendizagem para o ensino de Geografia ancorado na epistemologia genética de Jean Piaget e no pensamento de Milton Santos, realizo neste artigo uma discussão sobre o trabalho de campo nas aulas de Geografia, problematizando sua sistematização através da seguinte operação analítica: 1) afirmo que se trata de uma prática pedagógica cuja origem maior advém do movimento conhecido como Escola Nova, portanto pensada em meio às pedagogias ativas e às metodologias participativas; 2) coloco que desde a primeira metade do século XX esse recurso didático é debatido com rigor entre os pesquisadores da Geografia escolar; 3) defendo que ele permanece sendo uma das ferramentas mais valiosas no ensino desse componente curricular; 4) discuto sua base de ação, residindo na vinculação entre o tempo e o espaço; 5) articulo a didática do ensino à leitura da paisagem, entendendo que cabe ao professor partir de algumas estratégias elementares que lhe oportunizarão espaço para elaborar, criativamente, um trabalho de campo significativo para seus alunos.


Palavras-chave


Ensino de Geografia. Trabalho de campo; Epistemologia Genética; Paisagem.

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DOI: https://doi.org/10.51539/2594-9616.2018.240435



INDEXADORES E BASE DE DADOS

 

 

 

  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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