QUAL É O LUGAR DO TRABALHO DE CAMPO NAS AULAS DE GEOGRAFIA?

Autor/innen

  • Bruno Nunes Batista Instituto Federal Catarinense (IFC)

DOI:

https://doi.org/10.51359/2594-9616.2018.240435

Schlagworte:

Ensino de Geografia. Trabalho de campo, Epistemologia Genética, Paisagem.

Abstract

Resultante de um campo teórico de aprendizagem para o ensino de Geografia ancorado na epistemologia genética de Jean Piaget e no pensamento de Milton Santos, realizo neste artigo uma discussão sobre o trabalho de campo nas aulas de Geografia, problematizando sua sistematização através da seguinte operação analítica: 1) afirmo que se trata de uma prática pedagógica cuja origem maior advém do movimento conhecido como Escola Nova, portanto pensada em meio às pedagogias ativas e às metodologias participativas; 2) coloco que desde a primeira metade do século XX esse recurso didático é debatido com rigor entre os pesquisadores da Geografia escolar; 3) defendo que ele permanece sendo uma das ferramentas mais valiosas no ensino desse componente curricular; 4) discuto sua base de ação, residindo na vinculação entre o tempo e o espaço; 5) articulo a didática do ensino à leitura da paisagem, entendendo que cabe ao professor partir de algumas estratégias elementares que lhe oportunizarão espaço para elaborar, criativamente, um trabalho de campo significativo para seus alunos.

Autor/innen-Biografie

Bruno Nunes Batista, Instituto Federal Catarinense (IFC)

Doutor em Geografia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Professor do Instituto Federal Catarinense.

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Veröffentlicht

2018-06-29

Zitationsvorschlag

Batista, B. N. (2018). QUAL É O LUGAR DO TRABALHO DE CAMPO NAS AULAS DE GEOGRAFIA?. Revista Ensino De Geografia (Recife), 1(2), 70–89. https://doi.org/10.51359/2594-9616.2018.240435