DJs, Magnatas e Regueiros: considerações sobre o reggae na ilha de São Luis
DOI:
https://doi.org/10.34176/icone.v10i2.230135Palavras-chave:
reggae, música de massa, cultura contemporâneaResumo
Este texto trata dos processos de construção e estruturação do circuito reggae em São Luís. Considerada Jamaica Brasileira, a cidade desenvolve, sob modelo com peculiaridades locais, um circuito cultural bastante popularizado, assentado nas atividades de quatro importantes agentes: o magnata/radioleiro, que detém todo o aparato material (financeiro e midiático) que suporta o circuito, o disc jockey (DJ), que emerge como a estrela dos espetáculos de reggae nos salões de dança e, enfim, o regueiro, aquele que sustenta toda a cadeia produtiva, através de consumo de discos e aquisição dos ingressos e materiais referentes ao reggae no Maranhão. Esse desenho assim se faz, por verificar-se a força desse gênero no meio popular, a partir de suas configurações locais, assentadas nos mais diferentes estudos da música de massa na atualidade.Referências
AGIER, Michel. Distúrbios identitários em tempos de globalização. Mana, out. 2001, vol.7, no. 2, p.7-33. ISSN 0104-9313. Disponível em: www.scielo.br. Acesso em 03 de novembro de 2005.
BOURDIEU, Pierre. Economia das trocas simbólicas. Tradução de Sérgio Miceli. São Paulo: Perspectiva, 2001.
CANAVIEIRA, Eduardo Júlio da Silva. A música antiga no atual contexto cultural brasileiro. In: MARQUES, Francisca Ester de Sá (org.). Jornalismo Cultural: da memória ao conhecimento. São Luís: EdUFMA, 2005.
DIAS, Márcia Tosta. Os donos da voz: indústria fonográfica brasileira e mundialização da cultura. São Paulo: Boitempo Editorial, 2000.
FOUCE, Héctor. Géneros musicales, experiencia social y mundos de sentido. In: Revista ECO-PÓS/UFRJ – Pós-Graduação em Comunicação e Cultura da Escola de Comunicação. Vol. 09, n. 1(2006). Rio de Janeiro: ECO/UFRJ, 2006.
JANOTTI JÚNIOR, Jeder. Mídia e música popular massiva: dos gêneros musicais aos cenários urbanos inscritos nas canções. In: PRYSTHON, Ângela (org.). Imagens da cidade: espaços urbanos na comunicação e cultura contemporâneas. Porto Alegre: Sulina, 2006.
LEME, Mônica Neves. Que tchan é esse?: Indústria e produção musical no Brasil dos anos 90. São Paulo: Annablume, 2003.
TATIT, Luiz. Musicando a Semiótica: ensaios. São Paulo: Annablume, 1997.
TINHORÃO, José Ramos. História social da música popular brasileira. São Paulo: editora 34, 1998.
TINHORÃO, José Ramos. Pequena história da música popular: da modinha à lambada. 6 ed. São Paulo: Art. Editora, 1991.
WWW.REGGAE.COM.BR. Acesso em 23 de abril de 2007
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2017 Ícone

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NoDerivatives 4.0 International License.
A submissão de originais para a Ícone implica na transferência, pelos autores, dos direitos de publicação impressa e digital. Os direitos autorais para os artigos publicados são do autor, com direitos da revista Ícone sobre a primeira publicação. Os autores somente poderão utilizar os mesmos resultados em outras publicações mediante citação do nome da Ícone como publicação original.
Em virtude do acesso aberto este periódico, permite-se o uso gratuito dos artigos com finalidades educacionais, científicas, não-comerciais, desde que citada a fonte, conforme as diretrizes da licença Creative Commons.
Autores que submeterem um artigo para publicação na revista Ícone, concordam com os seguintes termos:
a. autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, sem pagamento, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença Creative Commons Attribution que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista;
b. autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista;
c. autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho on-line (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado;
d. as ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões da revista.