Mulheres Negras Evangélicas e o Processo de Autoformação

Autores

DOI:

https://doi.org/10.33052/inter.v6i10.244898

Palavras-chave:

Autoformação, Negras Evangélicas, Movimento Social

Resumo

O presente artigo é parte das análises da pesquisa autobiográfica em educação, movimentos sociais e práticas coletivas, sobre o processo de autoformação das mulheres negras evangélicas ativistas sociais no Brasil. O lócus da investigação é o movimento progressista evangélico, especificamente da recém-criada Rede de Mulheres Negras Evangélicas (2018) das quais fazem parte a pesquisadora as interlocutoras da pesquisa. Por meio do método autobiográfico e das epistemologias feministas construiu-se o caminho metodológico de aproximação e sistematização da realidade, e da analise interpretativa as reflexões das categorias: Experiência, Diálogo e Prática Política sobre as quais se buscou conhecer a importância do movimento social no processo de autoformação das sujeitas da pesquisa. Os resultados indicam uma autoformação comprometida com a mudança social, com a luta antirracista e antissexista, e com a construção de identidades dissidentes em meio ao conservadorismo e fundamentalismo religioso fortemente presente na sociedade brasileira.

Biografia do Autor

Vanessa Maria Gomes Barboza, UFRPE

Mestra em Educação, Culturas e Identidades (UFRPE).

 

 

Ana Paula Abrahamian de Souza, Universidade Federal Rural de Pernambuco

Doutora em Educação (PPGE-UFPE). Professora do Departamento de Educação da Universidade Federal Rural de Pernambuco (DEd-UFRPE).

 

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Publicado

2020-04-14