Interseccionalidade lésbica? O apelo pelo desmonte de opressões

Autores

DOI:

https://doi.org/10.33052/inter.v6i10.244900

Palavras-chave:

Lésbicas, Opressões, Interseccionalidade

Resumo

Com o objetivo de aprofundar as reflexões concernentes às opressões vivenciadas por lésbicas em território latino-americano, este artigo destrincha algumas particularidades do movimento lésbico-feminista considerando-o uma ação política, cujo desígnio é o de aniquilar distintos eixos opressores – entre tantos, o racismo, o classismo, o heterossexismo – que agem juntos. Apelos em favor de incorporar a pluralidade de diferenciações humanas e as desigualdades que se originam dessas diferenças tocam em uma ação fundamental para movimentos visionários, a de promover visibilidades.

 

Este trabalho é dedicado a duas lideranças lésbicas, Marisa Fernandes e Yone Lindgren.

Biografia do Autor

Vanessa Lima Blaudt, Universidade Federal Fluminense

Doutoranda e Mestra em Educação pelo Programa de Pós-graduação da Universidade Federal Fluminense (UFF).

Marcio Caetano, Universidade Federal do Rio Grande (FURG)

Doutor em Educação pela UFF, Professor no Instituto de Educação da Universidade Federal do Rio Grande – FURG.

Mary Rangel, Universidade Federal Fluminense

Doutora em Educação. Professora da Universidade Federal Fluminense e da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

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Publicado

2020-04-14