Pistas para um estudo do sensível
DOI:
https://doi.org/10.33052/inter.v6i10.244917Palavras-chave:
Educação médica, Sensibilidades, Laboratório de sensibilidades, Arte e medicinaResumo
Este artigo tem por inspiração escrever sobre os caminhos trilhados pelo laboratório de sensibilidades do curso de medicina, do Núcleo de Ciências da Vida (NCV) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) – campus agreste em Caruaru-PE, e sugerir algumas pistas para a formação sensível no campo da saúde, a partir da experiência vivida pelos docentes do laboratório e do curso. Também apresenta de forma breve as discussões que ocorreram durante o primeiro ENSENSI – Encontro Nacional Sobre o Sensível nas Graduações em Saúde, com o tema “a (Re)Existência do Sensível”, organizado por este curso, em 2018. Tem por objetivo problematizar os caminhos, as estratégias políticopedagógicas do laboratório e o desenho pedagógico que ganhou forma. Discute a possível transformação do paradigma da formação em saúde e especialmente a formação médica.
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