Pelos terreiros, becos e ruas que encruzilham a vida: o forró por um olhar afrocentrado – o arco

Autores

DOI:

https://doi.org/10.51359/2525-7668.2023.258249

Palavras-chave:

forró, escrevivência, afrocentrado

Resumo

Este artigo tem como objetivo apresenta uma rasura da dissertação de um dos autores, o arco apresenta um trajeto proposto pela pesquisa como forma de refletir sobre as diversas emergências do forró, para compreender suas constituições diaspóricas e propor aterramentos futuros. A rigidez das estruturas do conhecimento é apontada pelos caminhos que possuem uma de suas pontas direcionadas a terra, quando relata as condições do cruzo, rolê e ebó, sendo o trajeto que apresenta algumas emergências do forró, a outra, cuja direção aponta ao céu, com os processos de encruzilhada, assentamento e terreiro, sendo estes os caminhos cruzados pelas vivências de um dos autores e sua contribuição para possíveis condições fluidas para constituir pensamentos futuro. Entender e refletir sobre as mesclas desses processos faz com que pensemos nas condições de transformações que as culturas diaspóricas sofrem cotidianamente.


Biografia do Autor

Marcos Nathaniel Pereira, Faculdades Integradas de Três Lagoas

Graduado em Licenciatura e Bacharel em Ed. Física, Especialista em Educação Especial e inclusiva, Especialista em Dança e Expressão Corporal e Mestre em Estudos Culturais.

Marcelo Victor da Rosa, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

Professor nos Programas de Pós-Graduação em Estudos Culturais (PPGCult) e Educação (PPGEdu) da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. Líder do Núcleo de Estudos Néstor Perlongher.

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Publicado

2023-10-09

Edição

Seção

Dossiê Práxis decoloniais como expressões de resistência, luta e transformação