Huellas de una “pedagogía decolonial” en la formación inicial dedocentes: estudio de casos
DOI:
https://doi.org/10.51359/2525-7668.2024.258880Palabras clave:
formación inicial docente, pensamiento decolonial, edagogíadecolonialResumen
Este texto presenta un estudio sobre la formación docente desde unaperspectiva decolonial, buscando las dimensiones constitutivas de dos cursosde pregrado en universidades públicas brasileñas, que presentan marcas ybúsquedas de una “pedagogía decolonial”. Dos estudios de caso fueron objetode esta investigación, los cursos: Formación Intercultural de EducadoresIndígenas (UFMG), y Educación Rural (UFPA). La investigación, a través delanálisis documental, encuentra aspectos que remiten al surgimiento de una“Pedagogía Decolonial”. Para llevar a cabo la investigación se utilizó comoreferente básico a los teóricos de la Red Modernidad/Colonialidad, entre ellosQuijano (1992, 2005, 2010), Mignolo (1998, 2003, 2010, 2014), Walsh (2008,2009, 2013) y otros. Se utilizó como fundamento teórico la concepción deformación de Freire, comprendiendo cuánto su pensamiento está involucradoen esta pedagogía ‘Otra”. La metodología es de carácter cualitativo utilizandosede un corpus documental a través del Análisis de Contenido (Bardin, 2016). Loshallazgos de la investigación indican que los cursos presentan contrapuntosque subvierten la pedagogía moderna, revelando rastros de una “PedagogíaDecolonial”. Sin embargo, en general, hay aspectos que evidencian lareproducción y sometimiento a la colonialidad del saber a través del análisis desus referencias bibliográficas.
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