Tempo Comunidade como estrategia de interculturalidad epistemológica: la experiencia del curso de Grado Intercultural Indígena UFPE / CAA

Autores/as

  • Eliene Amorim de Almeida FAFIRE
  • Flávio Lyra de Andrade UNICAP

DOI:

https://doi.org/10.33052/inter.v5i9.243592

Palabras clave:

Grado Intercultural Indígena, Educación popular, Investigación participante, Comunidad del tiempo, Interepistemología

Resumen

Este artículo es el resultado de nuestra experiencia como maestros de Community Time (TC) del Programa de Formación de Maestros Indígenas realizado por la Universidad Federal de Pernambuco -Campus Agreste (UFPE / CAA) -Curso de Grado Intercultural Indígena. En el texto presentamos las preocupaciones y reflexiones sobre cómo garantizar que las comunidades y los pueblos indígenas se asuman en este curso como espacios y temas epistémicos y cómo el conocimiento indígena podría ser objeto de diálogo con el conocimiento académico que se atribuye a la interculturalidad crítica (WALSH, 2009; TUBINO, 2005, 2012) el significado de las interepistemologías (MIGNOLO,2003, 2008, 2010). Para elaborar la propuesta de la CT, nos basamos en las concepciones de la educación popular y la investigación participativa, tal como se configuraron en América Latina (BRANDÃO; STRECK, 2006; STRECK; ESTEBAN, 2013), y en base al Pensamiento descolonial (WASLH, 2009; MIGNOLO, 2003, GROUSFOGUEL, 2010).

Biografía del autor/a

Eliene Amorim de Almeida, FAFIRE

Doutora em Educação pela Universidade Federal de Pernambuco. Mestre em educação pela Universidade Federal de Pernambuco. Professora da Faculdade Frassineti do Recife - FAFIRE.

Flávio Lyra de Andrade, UNICAP

Doutor em Sociologia pela Universidade Federal da Paraíba, Membro do Grupo de Pesquisa Religiões, Identidades e Diálogos da Pós-graduação em Ciência da Religião – UNICAP e Educador Popular.

Citas

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Publicado

2019-12-09

Número

Sección

Artigos em fluxo contínuo