Remanescentes de Vegetação Nativa em Perímetro Urbano: os Campos de Altitude e a Efetividade de sua Proteção em Poços de Caldas, MG
DOI:
https://doi.org/10.26848/rbgf.v15.6.p2944-2959Palavras-chave:
Lei da Mata Atlântica, Formação Campestre, Zoneamento, Geoprocessamento.Resumo
Os remanescentes de vegetação nativa representam uma parcela significativa no perímetro urbano de diversos municípios brasileiros. O Plano Diretor e Zoneamento são ferramentas que trabalham juntas equilibrando aspectos físicos, biológicos, e socioeconômicos de um município; suas atribuições devem considerar as legislações específicas que dispõem sobre a proteção da vegetação. O objetivo deste trabalho é a delimitação dos remanescentes da vegetação nativa dentro do perímetro urbano de Poços de Caldas e sua comparação com a proposta do Plano Diretor 2018 e leis aplicáveis. Utilizou-se o Sistema Integrado de Informações Geográficas na delimitação da vegetação, diferenciando-se as fitofisionomias encontradas entre áreas de mata e campos de altitude. Segundo a caracterização realizada, o perímetro urbano possui 22,6 % de sua área composta por remanescentes de vegetação nativa, dos quais 44,2% são áreas de mata enquanto 55,8% são compostas por campos de altitude. As Zonas de Preservação Permanente da Proposta do Plano Diretor garantem uma boa proteção das áreas de mata, entretanto deixam a maior parte dos campos de altitude desprotegidos. Além da garantia dos requisitos exigidos pela lei, o município pode usufruir de diversos instrumentos que incrementem e melhorem as medidas de proteção à vegetação, revertendo benefícios à comunidade e ao meio ambiente.
Palavras-chave: Lei da Mata Atlântica, formação campestre, zoneamento, geoprocessamento.
Native Vegetation Remnants in the Urban Perimeter: High Altitude Fields and Poços de Caldas, MG Protection Effectiveness
A B S T R A C T
Native vegetation remnants represent a significant portion in the urban perimeter of several Brazilian cities. City master plan and zoning are tools that work together to balance the physical, biological, socioeconomic aspects of a city, and among its various attributions, it must also consider the specific laws, which provide vegetation protection. This paper objective is to delimit the remnants of native vegetation within the urban perimeter of Poços de Caldas and compare the results with city master plan 2018 proposal and applicable laws. The Integrated Geographic Information System was used to delimit vegetation, distinguishing the phytophysiognomies found between forest areas and altitude fields. According to the carried out characterization, the urban perimeter has 22.6% of its area composed of remnants of native vegetation, of which 44.2% are forested areas while 55.8% are composed of altitude fields. The Permanent Preservation Zones of city master plan proposal guarantee a fair protection of the forest areas, however most of high altitude fields lack of the same protection. In addition to guaranteeing the requirements required by law, the city can take advantage of various instruments that increase and improve measures to protect vegetation, what would return benefits to the community and environment.
Keywords: Mata Atlântica law, field vegetation, zoning, geoprocessing
Downloads
Referências
Aguiar, A.O, 2019. Estratégias e ações estratégicas nos Planos Municipais da Mata Atlântica: estudo documental em seis municípios. Desenvolvimento e Meio Ambiente 50, 234-253. Universidade Federal do Paraná. http://dx.doi.org/10.5380/dma.v50i0.58967. Disponível: URL. Acesso: Data
Almeida-Rocha, H. F. S., Sampaio, C., 2021. Laudo técnico pericial sobre intervenção ambiental irregular em áreas de preservação permanente de zona urbana, estudo de um caso concreto. Singular: Meio Ambiente e Agrárias 1(2), 25-33. Disponível: https://ulbra-to.br/singular/index.php/SingularMAA/article/view/103/62. Acesso: 13 set. 2022.
Barros, A. S., Farias, L. M., Marinho, J. L. A, 2020. Aplicação do Índice de Vegetação por Diferença Normalizada (NDVI) na Caracterização da Cobertura Vegetativa de Juazeiro Do Norte–CE. Revista Brasileira de Geografia Física 13 (6), 2885-2895. Disponível: https://periodicos.ufpe.br/revistas/rbgfe/article/view/246669/38048. Acesso: 13 set. 2022.
Barros, D. A, 2014. Campos de altitude sob interferência da mineração de bauxita no planalto de Poços de Caldas, MG. Tese (Doutorado em Engenharia Florestal) – Universidade Federal de Lavras. Lavras.
Brasil, 2010. CONAMA – Conselho Nacional de Meio Ambiente. Resolução nº 423, de 12 de abril de 2010.
Brasil, 2001. Estatuto da Cidade: Lei 10.257/2001 que estabelece diretrizes gerais da política urbana.
Brasil, 2007. Lei Federal nº 11.428, de 22 de dezembro de 2006.
Brasil, 1981. Lei Federal nº 6.938, de 31 de agosto de 1981.
Brasil, 2012. Lei Federal nº 12.651, de 25 de maio de 2012.
Campagnolo, K. et al, 2018. A influência da vegetação na estabilidade de encostas com ênfase em margem de rio. In Encontro Nacional de Desastres. Porto Alegre, ABRHidro. Disponível: <https://lume.ufrgs.br/handle/10183/185118> Acesso: 9 mai. 2022.
Caronti, R. A. S, 2022. A anuência do Estado De Minas Gerais na supressão de mata Atlântica com a exclusão da responsabilidade civil do dano ambiental: a aplicação da bagatela no campo ambiental. Revista de Direito Ambiental e Socioambientalismo 7(2), 1-21. Disponível: https://www.indexlaw.org/index.php/Socioambientalismo/article/view/8133. Acesso: 21 set. 2022.
Duarte, S. D., Sousa-Lopes, J. L., 2021. Gestão territorial e zoneamento ambiental na Bacia Hidrográfica do Rio Coruripe-AL: embates territoriais e perspectivas geográficas. Diversitas Journal 6(1), 957-975. Disponível: https://diversitasjournal.com.br/diversitas_journal/article/view/1578/1297. Acesso: 21 set. 2022.
Fabrim, E., Jasper, A., Konrad, O, 2020. A importância do plano diretor para a preservação do bioma Mata Atlântica: caso município de Três de Maio-RS. Revista Estudo & Debate 27(4). Disponível: http://univates.br/revistas/index.php/estudoedebate/article/view/2626/1762. Acesso: 21 set. 2022.
Feldman, S, 2014. As ilusões do plano diretor. Pós. Revista do Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo da FAUUSP 19, 260.
Fernandes, F. A. B, 2003. Estudo de gradientes vegetacionais em uma floresta semidecídua altimontana no Planalto de Poços de Caldas, MG. Dissertação (Mestrado em Engenharia Florestal) – Universidade Federal de Lavras. Lavras.
Florenzano, T. G. (Ed.), 2007. Iniciação em Sensoriamento Remoto. 2. ed. Oficina de Textos, São Paulo
Giulietti, A.M., Pirani, J.R., 1988. Patterns of geographic distribution of some plant species from the Espinhaço range, Minas Gerais and Bahia. In: Heyer, W.R.; Vanzolini, P.E. (Eds.) Proceedings of a Workshop of a Neotropical Distribution Patterns. Academia Brasileira de Ciências, Rio.
Gomes, M. A. S., Soares, B. R, 2003. A vegetação nos centros urbanos: considerações sobre os espaços verdes em cidades médias brasileiras. Estudos Geográficos: Revista Eletrônica de Geografia 1(1), 19-29. Disponível: https://www.periodicos.rc.biblioteca.unesp.br/index.php/estgeo/article/view/270/225. Acesso: 06 abr. 2022.
Gonçalves, T. S., Veloso, M. D. M., 2021. Fernandes, Geraldo W, 2022. Uso do Google Earth na definição de áreas prioritárias para pesquisa nos campos rupestres ferruginosos do Parque Estadual da Serra do Rola-Moça. Acta Scientiae et Technicae 9(2). Disponível: http://www.uezo.rj.gov.br/ojs/index.php/ast/article/view/338. Acesso: 14 set. 2022.
Hoeller, S., Fagundes, M, 2020. Educação Ambiental: um caminho possível para a construção de um projeto societário sustentável? Revista Brasileira De Educação Ambiental (RevBEA), 15(5), 213-229. Disponível: https://periodicos.unifesp.br/index.php/revbea/article/view/10853. Acesso: julho 2021.
IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, 2010. Cidades IBGE.
Lunelli, C. A.; Brandelli, A. C., 2019. Participação popular e revisão do plano diretor: garantia de adequada atuação do gestor municipal. Revista Thesis Juris 8(1), 1-16. Disponível: https://periodicos.uninove.br/thesisjuris/article/view/14423/6956. Acesso: 13 set. 2022.
Mesquita, T. B., Rezende, E. N, 2019. Expansão urbana e a manutenção da reserva legal no plano diretor: uma análise do crescimento dos grandes centros urbanos frente à imperiosa proteção ambiental. Revista de Direito Econômico e Socioambiental 10(3), 183-204.
Marinho, J. L. M. et al, 2022. Aplicação da geotecnologia para identificar fragmentos de vegetação do município de Belém-Pará-Brasil no ano de 2020. Research, Society and Development 11(4), 1-9. Disponível: https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/download/26745/24100/321854#:~:text=Esta%20pesquisa%20tem%20como%20objetivo,ambiental%20do%20munic%C3%ADpio%20de%20Bel%C3%A9m.&text=O%20trabalho%20foi%20desenvolvido%20no,29'03%E2%80%9DO). Acesso: 14 set. 2022.
Martinelli, G., 1996. Campos de altitude. Index, Rio de Janeiro.
Medeiros, J. J. B. et al, 2019. Geoprocessamento aplicado ao mapeamento de áreas de ocupação em zonas de proteção ambiental na cidade de Natal/RN. In: Congresso Nacional de Pesquisa e Ensino em Ciências 4. Campina Grande. Disponível: https://www.editorarealize.com.br/index.php/artigo/visualizar/56884. Acesso: 13 set. 2022.
Moraes, R. P. et al, 2020. Recuperação de áreas campestres: pesquisas para conduzir à recuperação ecológica. Natural Resources 10(3), 122-137. Disponível: https://sustenere.co/index.php/naturalresources/article/view/CBPC2237-9290.2020.003.0013/2253. Acesso: 21 set. 2022.
Moreira, B. R., Oliveira, M. A., 2019. Percepção ambiental de moradores do entorno de Áreas de Preservação Permanente em Porto Velho, Rondônia. South American Journal of Basic Education, Technical and Technological 6(1). Disponível: https://periodicos.ufac.br/index.php/SAJEBTT/article/view/2481/1567. Acesso: 13 set. 2022.
Munhoz, C. B. R., Araújo, G. M., 2011. Métodos de Amostragem do Estrato Herbáceo-subarbustivo. In: Felfili, J. M.; Eisenlohr, P. V.; Melo, M. M.R. F.; Andrade, L. A.; Meira Neto, J. A. A. Fitossociologia no Brasil: Métodos e Estudos de Caso. Editora UFV, Viçosa, pp. 213-230.
Oliveira, A. V. L. C., Cestaro, L. A., 2020. Os instrumentos de planejamento ambiental territorial e suas aplicações no âmbito municipal: uma análise do plano diretor e exercícios de zoneamento. Geografia em Questão 13(1), 115-128. Disponível: https://www.researchgate.net/publication/354942318_OS_INSTRUMENTOS_DE_PLANEJAMENTO_AMBIENTAL_TERRITORIAL_E_SUAS_APLICACOES_NO_AMBITO_MUNICIPAL_UMA_ANALISE_DO_PLANO_DIRETOR_E_EXERCICIOS_DE_ZONEAMENTO. Acesso: 14 set. 2022.
Oliveira, C. E. C., 2022. Leis ambientais de atribuição municipal e dificuldades na sua aplicação. Revista de Estudos Interdisciplinares do Vale do Araguaia-REIVA 5(2), 16-16. Disponível: http://reiva.unifaj.edu.br/reiva/article/view/300/188. Acesso: 13 set. 2022.
Pereira, F. N., Pinheiro, A. L., de Almeida Soares, L., do Nascimento, D. D., Modina, W., Freitas- Neofiti, W. C., 2021. Caracterização Florística de um remanescente de campo de altitude no perímetro urbano de Poços de Caldas/MG. In: Congresso Nacional Do Meio Ambiente 17. Poços de Caldas. Disponível: http://www.meioambientepocos.com.br/ANAIS%202021/414_caracterizao-florstica-de-um-remanescente-de-campo-de-altitude-no-permetro-urbano-de-poos-de-caldasmg.pdf. Acesso: 13 set. 2022.
Pereira, J.A.A.; Fontes, M.A.L., 2009. Plano de Manejo do Parque Municipal da Serra de São Domingos. Lavras: UFLA 2(3).
Pinheiro, A. L., Pereira, F. N., Braga, J. P. L., 2020. Espécies indicadoras dos campos de altitude do Planalto de Poços de Caldas e Serra de Caldas, em Minas Gerais. Regnellea Scientia, Poços de Caldas 5(3), 96-119. Disponível: https://drive.google.com/file/d/1fEV0OS_YcMcEVq7OpR-MXH8C8BCbjlVU/view. Acesso 05 nov. 2020.
Poços De Caldas, 1994. Lei Complementar Municipal nº 74, de 29 de dezembro de 2006. Disponível: https://leismunicipais.com.br/a/mg/p/pocos-de-caldas/lei-complementar/2006/7/74/plano-diretor-pocos-de-caldas. Acesso: outubro de 2021.
Poços De Caldas, 2007. Lei Complementar Municipal nº 84, de 26 de julho de 2007. Disponível: http://200.202.244.146:8080/sapl_documentos/norma_juridica/117_texto_integral. Acesso out. de 2021.
PMPC, 2017. Prefeitura De Poços De Caldas. Clima. Disponível: https://pocosdecaldas.mg.gov.br/perfil/clima/. Acesso: 05 nov. 2020
PMPC, 2017. Prefeitura De Poços De Caldas. Relevo. Disponível: https://pocosdecaldas.mg.gov.br/perfil/relevo/. Acesso: 05 nov. 2020
PMPC, 2017. Prefeitura De Poços De Caldas. Vegetação. Disponível: https://pocosdecaldas.mg.gov.br/perfil/vegetacao/. Acesso: 05 nov. 2020
Rapini, A., Ribeiro, P. L., Lambert, S., 2008. A flora dos campos rupestres da Cadeia do Espinhaço. Megadiversidade 4(1-2), 16-24.
Ribeiro, K. T., Freitas, L., 2011. Impactos potenciais das alterações no Código Florestal sobre a vegetação de campos rupestres e campos de altitude. Biota Neotropica 10(4), 239–246.
Safford, H. D., 1999. Brazilian Páramos I: An introduction to the physical environment and vegetation of the campos de altitude. Journal of Biogeography, California 26(4), 693-712.
São Paulo, 2020. SOS Mata Atlântica. Planos Municipais de Mata Atlântica. Disponível: https://www.sosma.org.br/politicas/planos-municipais-de-mata-atlantica/. Acesso: 07 nov. 2020.
Sardinha, D. S. et al., 2016. Base de dados de desastres naturais no município de Poços de Caldas/MG: ferramenta para o planejamento e a gestão territorial. Urbe. Revista Brasileira de Gestão Urbana 8, 318-331. Disponível: < https://www.scielo.br/j/urbe/a/stbVC5DVmg3kQK4WXMWJc9m/?format=html&lang=pt>. Acesso: 07 mai. 2022.
Silva, E. M. O., 2019. O papel da Educação Ambiental nas ações de combate as mudanças climáticas. Revista Brasileira De Educação Ambiental (RevBEA) 14(2), 387-396. Disponível: https://periodicos.unifesp.br/index.php/revbea/article/view/2629. Acesso: jul. de 2021.
Silva, I. M. M. et al., 2019. Levantamento florístico de plantas medicinais de um fragmento de campos de altitude da Mata Atlântica. Acta Biológica Catarinense 6(3), 37-53. Disponível: http://periodicos.univille.br/index.php/ABC/article/view/233/197. Acesso: 14 set. 2022.
Silva, R. S. M., Pereira, F. N., Pinheiro, A. L., Canedo-Júnior, E. O., Braga, J. P. L., 2021. Mapeamento das áreas de Campos de Altitude no Perímetro Urbano do Município de Poços de Caldas/MG nos anos de 2007 e 2020. In: Congresso Nacional Do Meio Ambiente 17. Poços de Caldas. Disponível: <http://www.meioambientepocos.com.br/ANAIS%202021/311_mapeamento-das-reas-de-campos-de-altitude-no-permetro-urbano-do-municpio-de-poos-de-caldasmg-nos-anos-2007-e-2020.pdf>. Acesso: 5 mai. 2022.
Vasconcelos, M. F., 2011. O que são campos rupestres e campos de altitude nos topos de montanha do Leste do Brasil? Rev. Bras. Bot., 34(2), 241-246.
Vasconcelos, V. V., 2014. Campos de altitude, campos rupestres e aplicação da lei da mata atlântica: estudo prospectivo para o estado de Minas Gerais. Boletim de Geografia 32 (2), 110-133
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2022 Bruno Andrade Fonseca, Rafael de Souza Mendes da Silva, Luciana Botezelli, João Paulo de Lima Braga

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Autores que publicam na Revista Brasileira de Geografia Física concordam com os seguintes termos:
Autores mantêm os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional (CC BY 4.0) que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.
Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (exemplo: depositar em repositório institucional ou publicar como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
Autores têm permissão para disponibilizar seu trabalho online antes ou durante o processo editorial, em redes sociais acadêmicas, repositórios digitais ou servidores de preprints. Após a publicação na Revista Brasileira de Geografia Física, os autores se comprometem a atualizar as versões preprint ou pós-print do autor, nas plataformas onde foram originalmente disponibilizadas, informando o link para a versão final publicada e outras informações relevantes, com o reconhecimento da autoria e da publicação inicial nesta revista.
Qualquer usuário tem direito de:
Compartilhar — copiar e redistribuir o material em qualquer suporte ou formato para qualquer fim, mesmo que comercial.
Adaptar — remixar, transformar e criar a partir do material para qualquer fim, mesmo que comercial.
O licenciante não pode revogar estes direitos desde que você respeite os termos da licença.
De acordo com os termos seguintes:
Atribuição — Você deve dar o crédito apropriado, prover um link para a licença e indicar se mudanças foram feitas. Você deve fazê-lo em qualquer circunstância razoável, mas de nenhuma maneira que sugira que o licenciante apoia você ou o seu uso.
Sem restrições adicionais — Você não pode aplicar termos jurídicos ou medidas de caráter tecnológico que restrinjam legalmente outros de fazerem algo que a licença permita.






