Saberes Etnobotânicos de Agricultores Rurais do Município de Codó, Maranhão, Nordeste do Brasil: a Abordagem da Etnobiologia Evolutiva
DOI:
https://doi.org/10.26848/rbgf.v18.1.p%20550-564Palavras-chave:
Memória evolutiva, Traço cultural, Planta alimentícia, Comunidade ruralResumo
A Etnobiologia Evolutiva (EE), integrada com a Etnobotânica, permite o resgate dos saberes culturais e das memórias sobre diferentes tipos de plantas alimentícias usadas em comunidades rurais no Brasil. Objetivou-se levantar e analisar os saberes Etnobotânicos dos agricultores rurais da comunidade Barra do Saco, no município de Codó, Maranhão. Foram entrevistados, por meio de formulários semiestruturados, 63 moradores maiores de 18 anos e que residem na comunidade por mais de cinco anos. O método Malha de Saberes foi usado para avaliar o consenso dos informantes sobre o conhecimento e uso das plantas alimentícias. Os discursos foram apresentados com base na EE a qual analisa o resgate de memórias. Houve predomínio do gênero feminino, e baixa escolaridade dos entrevistados. A maioria reside na comunidade entre 20 e 30 anos, sendo um fator relevante para as informações e identificação das plantas alimentícias da região. Os saberes são compartilhados de forma dinâmica entre as gerações, provenientes de acúmulos processados no espaço e no tempo. Na percepção dos agricultores, tais espécies alimentam as famílias por muitas gerações, sendo os conhecimentos repassados dos pais para os demais membros da família. As comunidades conhecem e utilizam as plantas alimentícias, evidenciando-se a importância do resgate da memória evolutiva e dos saberes Etnobotânicos na comunidade Barra do Saco. Os saberes na Etnobiologia Evolutiva devem ser construídos, a fim de intensificar as informações para a sobrevivência e sustentabilidade em ambientes rurais, além de permitir o resgate das memórias botânicas associadas com os saberes, tradições e costumes em comunidades rurais.
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