Florística de Espécies Ocorrentes em Área sob Influência de Mineração de Bauxita no Município de Paragominas, Brasil

Autores

DOI:

https://doi.org/10.26848/rbgf.v18.4.p2466-2488

Palavras-chave:

Estrutura florestal, floresta neotropical, regeneração

Resumo

A região amazônica é conhecida pela grande diversidade florística. Isso deve-se, entre outras razões, aos variados fatores ambientais que promovem diversas associações entre os componentes bióticos de cada ecossistema. A floresta densa de terra firme é a tipologia vegetal mais presente nessa região, ocorrendo em áreas mais altas do relevo. A mineração é uma das atividades antrópicas que mais alteram os ecossistemas, devido à retirada das camadas superficiais do solo, o que leva à supressão de vegetação e outros. Nosso objetivo foi fazer um levantamento florístico nas áreas de influência de mineração de bauxita, amostrando espécies vegetais em as áreas de floresta nativa e áreas de recuperação de áreas degradadas (PRAD) de propriedade da empresa Hydro, no município de Paragominas, Pará. Na área de influência de mineração de bauxita encontramos 453 espécies, distribuídas em 261 gêneros e 84 famílias. Desse total, 323 espécies foram encontradas em áreas de floresta natural (FN), 83 em áreas de PRAD, 17 em ambas as áreas. As áreas de PRAD ainda estão em processo de formação, portanto, contém menor riqueza de espécies e, consequentemente, menos espécies vegetais do que em áreas de floresta natural. O gênero mais diverso foi Pouteria, com 17 espécies, seguido por Inga (14), Protium (14) e Solanum (7). Levantamentos de florística são extremamente importantes, seja para o conhecimento da biodiversidade local, seja para processos de regeneração mais eficientes à diversidade natural.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Matheus Marques Bitencourt, Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade

Graduado em Ciências Biológicas, modalidade bacharelado, pela Universidade Federal do Pará. Mestre em Zoologia pelo Programa de Pós Graduação em Zoologia pela UFPA/Museu Paraense Emílio Goeldi. Atua em pesquisa na área de Zoologia de vertebrados tetrápodes, com enfoque em Sistemática e Ecologia. Experiência em curadoria de coleções zoológicas e herbários. Experiência em estudos de zoonoses, tricologia, fitossociologia, fenologia, relação homem-animal e taxonomia. Especialidade nas áreas de Mastozoologia, Herpetologia e Ornitologia. Atualmente é servidor público federal do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), NGI ICMBio Salgado Paraense.

Fabiane Barral Sampaio, Universidade Federal do Pará

Graduada em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Estudante de mestrado pelo PPG Ecologia pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Atuando no estudo de ecologia de macrófitas com enfoque na técnica de DNA barcoding.

João Paulo da Silva Reis, Universidade Federal Rural da Amazônia

Licenciado em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Pará (2020-2024), com enfâse em pesquisa, extensão e educação científica. Durante a graduação, atuou como bolsista de Iniciação Científica no Núcleo de Ecologia Aquática e Pesca da Amazônia (NEAP-UFPA), investigando a fecundidade do camarão exótico-invasor Macrobrachium rosenbergii no Estuário Amazônico (PIBIC/UFPA, 09/2021-08/2022). Posteriormente, desenvolveu atividades como bolsista do Programa Institucional de Bolsas de Extensão (PIBEX-UFPA) pelo Laboratório de Ecologia e Zoologia de Vertebrados (LABEV), contribuindo para o projeto "ConViva: Entre macacos, sapos, cobras e lagartos, salvam-se todos!" (12/2022-12/2024), onde se envolveu com resgate de fauna silvestre, educação ambiental e popularização científica. Simultaneamente, dedicou-se como voluntário no Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID/UFPA, 10/2022-12/2024), colaborando em estratégias interdisciplinares de educação científica na formação de professores, além de ter participado de outros Projetos de Extensão na Educação Básica. Atualmente, integra o Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Científica na Amazônia (GEPEC-Amazônia/UFPA) e é voluntário no Projeto de Extensão "ConViva: Entre macacos, sapos, cobras e lagartos, salvam-se todos!". Além disso, contribui como Professor voluntário nos Cursinhos Populares "Emancipa" e "Esperançar". Paralelamente, cursa o Mestrado pelo Programa de Pós-Graduação em Botânica Tropical (PPGBOT-UFRA/MPEG), consolidando seu compromisso com a pesquisa e a conservação da biodiversidade amazônica.

Marlúcia Bonifácio Martins, Museu Paraense Emílio Goeldi

Possui graduação em Ciências Biológicas Bacharelado Em Ecologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1979), Mestrado em Biologia (Ecologia) pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (1985) e doutorado em Ecologia pela Universidade Estadual de Campinas (1996).Pós doutorado em Ecologia e Evolução Leeds Univerty -UK(1999).professor convidado da Universidade Federal do Maranhão, programa de pós graduação em Biodiversidade (2009-2013). Professor visitante na Université Marie Curie-Paris VI (2008).Coordenadora do PPBio Amazonia orienta/MCTI (2005-2014) Palestrante TED-X ver-o peso 2013.Coordenadora de Pesquisa e pós graduação do Museu Paraense Emílio Goeldi (2014-2015) Diretor substituto do Museu Paraense Emílio Goeldi (2014). membro do conselho da REBIO GURUPI (2014-2017, 2023-).representante do MPEG no conselho do mosaico do Gurupi desde 2017) Representante do Museu Emilio Goeldi na aliança para restauração da amazonia (2017-2021) Stalkholder IPBES desde 2018 .Pesquisador titular - Museu Paraense Emílio Goeldi. Professor orientador do programa de Zoologia MPEG/ UFPA de 2000 a 2016 .Professor orientador do Programa de Biodiversidade e Evolução-PPGBE desde 2017. Professor orientador do programa de Ciência Ambientais (UFPA/MPEG/EMBRAPA desde 2010l). Coodenador do PPBGE de 2020-22. Coordenadora do capítulo 2 ?Situación, tendencias y dinámica de la Diversidad Biológica y de las funciones ambientales y servicios ecosistémicos/ambientalesna avaliação da Biodiversidade panamazonica-OTCA (2021-2022),Experiência na área de Ecologia, Biodiversidade e Biologia da Conservação.

Roberta Macedo Cerqueira, Universidade Federal do Pará

Graduação (Bacharelado) em Ecologia pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP - Rio Claro), Mestrado e Doutorado em Biologia Vegetal pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP - Campinas) voltados à estudos ecológicos. Pós-doutorado (PNPD/Capes) pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais da Universidade Estadual do Pará (PPGCA/UEPA). Experiência na área de Ecologia Vegetal, com ênfase em Padrões de Diversidade Biológica. Experiência profissional na área Florística, Fitossociologia e Dinâmica Florestal. Professora Adjunta III e Curadora do Herbário HF Profa. Normélia Vasconcelos do Instituto de Ciências Biológicas da Universidade Federal do Pará.

Referências

Alarcón, J. G. S., & Peixoto, A. L. (2007). Florística e fitossociologia de um trecho de um hectare de floresta de terra firme, em Caracaraí, Roraima, Brasil. Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi-Ciências Naturais, 2(2), 33-60. https://doi.org/10.46357/bcnaturais.v2i2.702

Aleman-Ramirez, J. L., Okoye, P. U., Pal, U., & Sebastian, P. J. (2024). Agro-industrial residue of Pouteria sapota peels as a green heterogeneous catalyst to produce biodiesel from soybean and sunflower oils. Renewable Energy, 224, 120163. https://doi.org/10.1016/j.renene.2024.120163

Amaral, I. L., Matos, F. D. A., & Lima, J. (2000). Composição florística e estrutural de um hectare de floresta densa de terra firme no Rio Uatumã, Amazônia, Brasil. Acta Amazonica, 30, 377-392. https://doi.org/10.1590/1809-43922000303392

Andrade, R. T., Pansini, S., Sampaio, A. F., Ribeiro, M. S., Cabral, G. S., & Manzatto, Â. G. (2017). Fitossociologia de uma floresta de terra firme na Amazônia Sul-Ocidental, Rondônia, Brasil. Biota Amazônia. https://doi.org/10.18561/2179-5746/biotaamazonia.v7n2p36-43

Andino, J. E. G., Pitman, N. C., Hernández, C., Valencia, R., Coley, P. D., Kursar, T. A., & Endara, M. J. (2019). A common but overlooked new species in the hyper-diverse genus Inga Mill. from the Northwestern Amazon. Systematic Botany, 44(3), 536-547. https://doi.org/10.1600/036364419X15620113920680

Araújo, E. A. A., de Matos Rodrigues, J. I., Martins, W. B. R., dos Santos Junior, H. B., Rangel-Vasconcelos, L. G. T., & de Assis Oliveira, F. (2021). Densidade e composição do banco de sementes do solo em ecossistema sucessional de floresta na Amazônia Oriental, Brasil. Research, Society and Development, 10(6), e23610615318-e23610615318. https://doi.org/10.33448/rsd-v10i6.15318

Azani, N., Babineau, M., Bailey, C. D., Banks, H., Barbosa, A. R., Pinto, R. B., ... & Zimmerman, E. (2017). A new subfamily classification of the Leguminosae based on a taxonomically comprehensive phylogeny: The Legume Phylogeny Working Group (LPWG). taxon, 66(1), 44-77. https://doi.org/10.12705/661.3

Barbosa, R. de S., Vale, R. S. do, Schwartz, G., Martins, W. B. R., Ribeiro, S. S., Matos Rodrigues, J. I. de, ... & Barbosa, V. M. (2022). Restoration of degraded areas after bauxite mining in the eastern Amazon: Which method to apply?. Ecological Engineering, 180, 106639. https://doi.org/10.1016/j.ecoleng.2022.106639

Barata, A. C., Antunes, N. T. B., Paiva, R. C., Nogueira, S. R. P., Nunes, J. S., & Freitas, O. D. S. P. (2020). Análise fitoquímica e potencial alelopático do extrato etanólico das folhas de Protium calendulinum (Burseraceae) na germinação de Lactuca sativa. Diversitas Journal, 5(4), 2660-2675. https://doi.org/10.17648/diversitas-journal-v5i4-1092

Batista, A. P. B., da Silva Aparício, W. C., da Silva Aparício, P., dos Santos, V. S., de Lima, R. B., & de Mello, J. M. (2015). Caracterização estrutural em uma floresta de terra firme no estado do Amapá, Brasil. Pesquisa Florestal Brasileira, 35(81), 21-33.

Brighenti, A. M., Fontes, J. R. A., Martins, C. E., Souza Sobrinho, F. D., Rocha, W. S. D. da, & Stroppa, G. M. (2008). Controle da vassourinha-de-botão na cultura da seringueira. In: CONGRESSO BRASILEIRO DA CIÊNCIA DAS PLANTAS DANINHAS, 26.; CONGRESO DE LA ASOCIACIÓN LATINOAMERICANA DE MALEZAS, 18., 2008, Ouro Preto. A ciência das plantas daninhas na sustentabilidade dos sistemas agrícolas: palestras. Sete Lagoas: SBCPD: Embrapa Milho e Sorgo, 2008.

Brito, F., Carvalho, R., & Hamada, M. (2020). Análise do banco de sementes em área de floresta nativa para elaboração de um guia de plântulas no pds virola jatobá, anapú-pa, brasil. enciclopédia biosfera, 17(33). https://www.conhecer.org.br/ojs/index.php/biosfera/article/view/653

Carneiro, M. A. C., Siqueira, J. O., Moreira, F. M. D. S., & Soares, A. L. L. (2008). Carbono orgânico, nitrogênio total, biomassa e atividade microbiana do solo em duas cronosseqüências de reabilitação após a mineração de bauxita. Revista Brasileira de Ciência do Solo, 32(2), 621-632. https://doi.org/10.1590/s0100-06832008000200017

Carim, M. D. J. V., Jardim, M. A. G., & Medeiros, T. D. S. Composição Florística e Estrutura de Floresta de Várzea no Município de Mazagão, Estado do Amapá, Brasil Floristic composition and structure of a floodplain forest in the municipality of Mazagão, State of Amapá, Brazil. Scientia Forestalis, 36(79), 191-201. https://www.ipef.br/publicacoes/scientia/nr79/cap03.pdf

Cerqueira, R. M., Jardim, M. A. G., Júnior, L. L. M. S., Paixão, L. P., & Martins, M. B. (2021). Fitossociologia do estrato arbóreo em floresta nativa e em áreas do programa de recuperação de áreas degradadas sob influência da mineração, Paragominas, Pará, Brasil. Nature and Conservation, 14 (3), 22-41. https://doi.org/10.6008/CBPC2318-2881.2021.003.0002

Cerqueira, R. M., Jardim, M. A. G., Bitencourt, M. M., & Martins, M. B. (2022). Fitossociologia do subosque de florestas nativas e PRAD sob influência da mineração, Paragominas, Pará, Brasil. Nature and Conservation, 15(2), 1-19. https://doi.org/10.6008/CBPC2318-2881.2022.002.0001

Corrêa, V. V., Gama, J. R. V., Ribeiro, R. B. D. S., Alves, A. F., Vieira, D. D. S., & Ximenes, L. C. (2015). Estrutura e uso potencial de espécies arbóreas em floresta manejada, PA Moju, Santarém-Pará. Cerne, 21, 293-300. https://doi.org/10.1590/01047760201521021488

Costa, L. B. da S., & Almeida Jr, E. B. (2020). Checklist da flora fanerogâmica e mapeamento das áreas de fragmentos florestais urbanos em São Luís, Maranhão. Revista Equador, 9(3), 26-39. https://doi.org/10.26694/equador.v9i3.10074

Dionisio, L. F. S., Bonfim Filho, O. S., de Souza Crivelli, B. R., Gomes, J. P., de Oliveira, M. H. S., & de Carvalho, J. O. P. (2016). Importância fitossociológica de um fragmento de floresta ombrófila densa no estado de Roraima, Brasil. Revista Agro@mbiente on-line, 10(3), 243-252. https://doi.org/10.18227/1982-8470ragro.v10i3.3381

Doria, C. R. D. C., Moretto, E., & Bohlman, S. (2023). Edição temática: Impactos Socioecológicos de Grandes Projetos de Infraestrutura e Energia na Amazônia. Revista de Administração e Negócios da Amazônia, 15(1), 1-5. https://doi.org/10.18361/2176-8366/rara.v15n1p1-5

Elsy, A. D., Pfeifer, M., Jones, I. L., DeWalt, S. J., Lopez, O. R., & Dent, D. H. (2024). Incomplete recovery of tree community composition and rare species after 120 years of tropical forest succession in Panama. Biotropica, 56(1), 36-49. https://doi.org/10.1111/btp.13275

Fernandes, J. M., & Garcia, F. C. P. (2021). Inga ciatiformis (Leguminosae): a new species from the Atlantic Forest, Brazil. Phytotaxa, 505(2), 213–220. Doi.org/10.11646/phytotaxa.505.2.7

Fearnside, P. M. (2006). Deforestation in Amazonia: dynamics, impacts and control. Acta Amazonica, 36, 395-400. https://doi.org/10.1590/S0044-59672006000300018

Ferreira, L. V., de Mesquita Maia, A. P., de Medeiros Sarmento, P. S., & Jardim, M. A. G. (2023). Florística e estrutura da floresta de terra firme como instrumento de gestão ambiental do Parque Estadual do Utinga, Belém, Pará, Brasil. Revista Brasileira de Geografia Física, 16(3), 1419-1435. https://doi.org/10.26848/rbgf.v16.3.p1419-1435

FLORA E FUNGA DO BRASIL. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: http://floradobrasil.jbrj.gov.br/. Acesso em: 10 Jun. 2024.

Gallo, S. C., Cupertino-Eisenlohr, M. A., Silva, D. R. D., Munhoz, C. B. R., & Eisenlohr, P. V. (2022). Novelties from the herbaceous stratum in a key region for the conservation of the Southern Amazon. Biota Neotropica, 22(3), e20211313. https://doi.org/10.1590/10.1590/1676-0611-BN-2021-1313

Gama, J. R. V., Botelho, S. A., Bentes-Gama, M. D. M., & Scolforo, J. R. S. (2003). Estrutura e potencial futuro de utilização da regeneração natural de floresta de várzea alta no município de Afuá, Estado do Pará. Ciência Florestal, 13(2), 71-82. https://doi.org/10.5902/198050981744

Garcia, F. C. P., & Bonadeu, F. Inga in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB22803>. Acesso em: 18 jun. 2024

Gouvêa, Y. F., & Knapp, S. (2019). Solanum medusae (Solanaceae), a new wolf-fruit from Brazil, and a key to the extra-Amazonian Brazilian Androceras/Crinitum Clade species. PhytoKeys, (118), 15. 10.3897/phytokeys.118.31598

Gomes, I. J. M. T., Solar, R.~, Blüthgen, N., Vasconcelos, H. L., Silva, L. E. B., Oliveira, K. N., Moreira, M.Z., Campos, R. I. Multiple effects of mutualistic ants improve the performance of a neotropical ant-plant: A long-term study with the Cecropia-Azteca system. Basic and Applied Ecology, v. 57, p. 78-90, 2021. DOI: https://doi.org/10.1016/j.baae.2021.09.004

Hiura, A. L., & Watanabe, M. T. C. (2017). Flora das cangas da Serra dos Carajás, Pará, Brasil: Burseraceae. Rodriguésia, 68, 921-923. https://doi.org/10.1590/2175-7860201768324

HYDRO. Hydro Paragominas: Mina de bauxita. (2021). Disponível em: https://www.hydro.com/ptBR/sobreahydro/ahydronomundo/northamerica/brasil/paragominas

IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. (2015). Coordenação De Recursos Naturais e Estudos Ambientais. Manual técnico de pedologia. 3ª Edição. Rio de Janeiro. ISSN 0103-9598

INPE - Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais. (2020). Projeto Prodes Digital: Mapeamento do desmatamento da Amazônia com imagens de satélite. São José dos Campos: Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais. Disponível em: http://www.obt.inpe.br/OBT/assuntos/programas/amazonia/prodes

Ivanauskas, N. M., Monteiro, R., & Rodrigues, R. R. (2004). Composição florística de trechos florestais na borda sul-amazônica. Acta Amazonica, 34, 399-413.https://doi.org/10.1590/s0044-59672004000300006

König L. A., Medina-Vega J. A., Longo R. M., Zuidema P. A., Jakovac CC. (2022). Dados de: O sucesso da restauração em antigas minas amazônicas é impulsionado pela correção do solo e pela proximidade da floresta. Figshare . (10.6084/m9.figshare.c.6248881)

Lau, A. V., & Ferreira, G. C. (2020). Fitossociologia e aspectos ecológicos da comunidade arbórea do Bosque Rodrigues Alves-Jardim Botânico da Amazônia, Belém, Pará, Brasil. Revista Brasileira de Geografia Física, 13(2), 510-526. 10.26848/rbgf.v13.2.p510-526.

Leite, A. L., Freitas, I. G. de, Oliveira, E. B. de, & Marino, M. T. R. (2017). Atividade mineradora e impactos ambientais em uma empresa cearense. Os Desafios da Geografia Física na Fronteira do Conhecimento, 1, 7282-7286. https://doi.org/10.20396/sbgfa.v1i2017.2255

Lima Filho, D. A., Matos, F. D. A., Amaral, I. L., Revilla, J., Coêlho, L. S., Ramos, J. F., & Santos, J. L. (2001). Inventário florístico de floresta ombrófila densa de terra firme, na região do Rio Urucu-Amazonas, Brasil. Acta Amazonica, 31, 565-579. https://doi.org/10.1590/1809-43922001314579

Lima, R. B. A. de, Silva, J. A. A., Marangon, L. C., Ferreira, R. L. C., Silva, R. K. S. da, & Freire, F. J. (2018). Análises estruturais do componente arbóreo em floresta de terra firme, Carauari, Amazonas, Brasil. Biodiversidade, 17(1). Disponivel em: https://periodicoscientificos.ufmt.br/ojs/index.php/biodiversidade/article/view/6531

Lima, K. D. R. de, Correia, M. E. F., Campello, E. F. C., & de Resende, A. S. (2021). Regeneracao natural apos 13 anos de plantio com especies arboreas fixadoras de nitrogenio em Valenca, no estado do Rio de Janeiro/Natural regeneration after 13 years of revegetation with nitrogen-fixing trees in Valenca, Rio de Janeiro state, Brazil. Ciencia Florestal, 31(2), 830-846. https://doi.org/10.5902/1980509844460

Lima, V. D. S., Silva, M. G. S. D., Menezes, G. C., Cunha, R. D. A., César, S. F., Pereira, A. F. S., & Dias, J. M. S. (2024). Physical-mechanical characterization of tuturubá wood (Pouteria oblanceolate Pires). Matéria (Rio de Janeiro), 29, e20230270. https://doi.org/10.1590/1517-7076-RMAT-2023-0270

Lock, M. (2005). Legumes of the World (Vol. 577). G. P. Lewis, B. Schrire, & B. Mackinder (Eds.). Kew: Royal Botanic Gardens.

Martins, S. V. (Ed.). (2012). Restauração ecológica de ecossistemas degradados. Editora UFV, Universidade Federal de Viçosa.

Martins, W. B. R., Ferreira, G. C., Souza, F. P., DIONÍSIO, L. F. S., & Oliveira, F. A. (2018). Deposição de serapilheira e nutrientes em áreas de mineração submetidas a métodos de restauração florestal em Paragominas, Pará. Floresta, 48(1), 37-48. http://doi.org/10.5280/rf.v48il.42288

Mechi, A., & Sanches, D. L. (2010). Impactos ambientais da mineração no Estado de São Paulo. Estudos avançados, 24, 209-220. https://doi.org/10.1590/s0103-40142010000100016

Monro, A. (2009). Neotropical Urticaceae. Milliken W, Klitgård B, Baracat, A. Neotropikey–Interactive key and information resources for flowering plants of the Neotropics.[Internet].[cited July 20, 2016]. Available from: http://www. kew. org/science/tropamerica/neotropikey/families/Urticaceae. htm.

Misiewicz, T. M., Simmons, T., Carter, B. E., Fine, P. V., & Moore, A. J. (2023). Parallel evolution and cryptic diversification in a common and widespread Amazonian tree, Protium subserratum. Molecular Ecology, 32(9), 2301-2319. https://doi.org/10.1111/mec.16889

Narducci, T. S., Yared, J. A. G., & Brienza Júnior, S. (2021). Banco de sementes do solo sob plantios de Tachigali vulgaris (L.G.Silva & H.C.Lima) em diferentes espaçamentos na região leste do Estado do Pará, Amazônia. Scientia Forestalis, 49(132), e3719. https://doi.org/10.18671/scifor.v49n132.11

Neto, C. A. L. do S., Ferreira, L. V., Neto, S. V. C., & Jardim, M. A. G. (2023). Floristica e estrutura da comunidade arbórea na floresta de terra firme da FLONA de Caxiuanã, Pará, Brasil. Revista Brasileira de Geografia Física, 16(01), 001-035. https://doi.org/10.26848/rbgf.v16.1.p001-035

Oliveira, M. D. L. B. de, França, T. A. R. de, Cavalcante, F. S. A., & Lima, R. A. (2020). Uso, classificação e diversidade de Solanum L.(Solanaceae). Biodiversidade, 19(3). URL: https://periodicoscientificos.ufmt.br/ojs/index.php/biodiversidade/article/view/10823

Oliveira, A. N. D., & Amaral, I. L. D. (2004). Floristic and phytosociology of a slope forest in Central Amazonia, Amazonas, Brazil. Acta Amazonica, 34, 21-34. https://doi.org/10.1590/S0044-59672004000100004

Pennington, T. D. (1997). The Genus Inga – Botany. Royal Botanic Gardens Kew, London. Disponivel em: https://www.cabidigitallibrary.org/doi/full/10.5555/19970604732

Pennington, T. D., & Krukoff, B. A. (1991). The genera of Sapotaceae (pp. 307p-307p). London: Royal Botanic Gardens, Kew.

Pigatto, A. G., Blanco, C. C., Mentz, L. A., & Soares, G. L. (2015). Tropane alkaloids and calystegines as chemotaxonomic markers in the Solanaceae. Anais da Academia Brasileira de Ciências, 87(4), 2139-2149. https://doi.org/10.1590/0001-3765201520140231

Pimentel, E., de Paula, M. T., & Viana, J. H. (2024). Florística, fitossociologia, estimativa de biomassa e sequestro de carbono em uma floresta de terra firme no Parque Ecológico de Gunma, Santa Bárbara, Pará, Brasil. Scientia Plena, 20(2). https://doi.org/10.14808/sci.plena.2024.022402

Pimentel, E. N. B., Viana, J. H., Pontes, A. N., & de Paula, M. T. (2023). Aspectos florísticos e fitossociológicos entre diferentes fitofisionomias florestais da região Amazônica, Brasil: uma revisão bibliográfica dos últimos 20 anos. Caderno Pedagógico, 20(10), 4755-4775. https://doi.org/10.54033/cadpedv20n10-024

Pinto, A., Amaral, P., Souza Jr, C., Veríssimo, A., Salomão, R., Gomes, G., & Balieiro, C. (2009). Diagnóstico socioeconômico e florestal do município de Paragominas. Belém: Imazon.

Possette, R. F. D. S., & Rodrigues, W. A. (2010). O gênero Inga Mill.(Leguminosae-Mimosoideae) no estado do Paraná, Brasil. Acta Botanica Brasilica, 24, 354-368. https://doi.org/10.1590/S0102-33062010000200006

Poorter, L., van der Sande, M. T., Thompson, J., Arets, E. J., Alarcón, A., Álvarez‐Sánchez, J., ... & Peña‐Claros, M. (2015). Diversity enhances carbon storage in tropical forests. Global Ecology and Biogeography, 24(11), 1314-1328. https://doi.org/10.1111/geb.12364

Putz, F. E., & Mooney, H. A. (Eds.). (1991). The biology of vines. Cambridge University Press.

Reynel, C., & Pennington, T. D. (1997). El género Inga en el Peru, morfología, distribución y usos. Royal Botanic Gardens, Lima, Peru. 244 p.

Reis, A. S., Sá-Neto, R. J., do Nascimento, I. C., Carneiro, M. A., Gaglioti, A. L., & Carvalho, K. S. (2022). Habitat as a conditionality factor of ant-plant mutualistic interaction in the Cecropia-Azteca system. Arthropod-Plant Interactions, 16(2), 275-284. https://doi.org/10.1007/s11829-022-09894-0

Ribeiro, M. C., Metzger, J. P., Martensen, A. C., Ponzoni, F. J., & Hirota, M. M. (2009). The Brazilian Atlantic Forest: How much is left, and how is the remaining forest distributed? Implications for conservation. Biological conservation, 142(6), 1141-1153. https://doi.org/10.1016/j.biocon.2009.02.021

Richardson, J. E., Pennington, R. T., Pennington, T. D., & Hollingsworth, P. M. (2001). Rapid diversification of a species-rich genus of neotropical rain forest trees. Science, 293(5538), 2242-2245. 10.1126/science.1061421

Rodrigues, T. E., Silva, R. D. C., Silva, J. M. L. da, Oliveira Junior, R. C. de, Gama, J. R. N. F., & Valente, M. A. (2003). Caracterização e classificação dos solos do município de Paragominas, Estado do Pará. Embrapa Amazônia Oriental, n.162.

Rozendaal, D. M, Bongers, F., Aide, TM, Alvarez-Dávila, E., Ascarrunz, N., Balvanera, P. et al. (2019). Biodiversity recovery of Neotropical secondary forests. Science advances, 5(3), eaau3114. https://doi.org/10.1126/sciadv.aau3114

Santos, L., de J. dos, Silva Araujo, E. S. da, Lorenço, M. S., Rosário, B. B., Vieira, S. B., Sales, A., ... & Mori, F. A. (2024). Characterization of the bark of Protium tenuifolium Engl. from the Amazonian biome as a source of natural antioxidants. Holzforschung, 78(1), 16-27. https://doi.org/10.1515/hf-2023-0039

Sánchez, L. E. (2018). Planejamento e gestão do processo de recuperação de áreas degradadas. Recuperação de áreas mineradas. a Visão dos Especialistas Brasileiros. Embrapa Informação Tecnológica, 2, 103-121.

Santos, R. O. dos, Lima, R. C., de Lima, R. B., Silva Aparício, P. da, & Abreu, J. C. de (2017). Florística e estrutura de uma comunidade arbórea na floresta estadual do Amapá, Amazônia Oriental, Brasil. Nativa, 5, 529-539. 10.31413/nativa.v5i7.4454

Santos, T. O. (2017). Os impactos do desmatamento e queimadas de origem antrópica sobre o clima da Amazônia brasileira: um estudo de revisão. Revista Geográfica Acadêmica, 11(2), 157-181. https://revista.ufrr.br/rga/article/view/4430

Sccoti, M. S. V., & Monteiro, J. F. (2023). Caracterização do banco de sementes do solo em floresta Ombrófila aberta na Amazônia Ocidental. Biodiversidade Brasileira, 13(1). https://doi.org/10.37002/biodiversidadebrasileira.v13i1.2218

Sengupta, M. (2021). Environmental impacts of mining: monitoring, restoration, and control. CRC Press. Boca Raton. https://doi.org/10.1201/9781003164012

Silva, J. P. G. D., Marangon, L. C., Feliciano, A. L. P., & Ferreira, R. L. C. (2020). Banco de sementes no solo e ecologia morfofuncional de plântulas em remanescente de Floresta Tropical conectado com matriz agrícola. Rodriguésia, 71, e02002018. https://doi.org/10.1590/2175-7860202071134

Silva, K. L. da, Cezarotto, G., Souza, R. R. de, Carvalho, C. E. G. de, Oliveira, J. P. R., Carvalho, C. M., & Marques, D. D. (2021). Composição química e atividade antibacteriana do óleo essencial da resina de Protium hebetatum Daly (Burseraceae). South American Journal of Basic Education, Technical and Technological, 8(2), 245-253.

Silva, T. ., Conceição, M. E. ., Sousa, D. ., & Castro, L. (2024). Florística do estrato herbáceo-subarbustivo em capoeira na região do xingu, pará-brasil. Enciclopedia Biosfera, 21(48), 101-111. Recuperado de https://www.conhecer.org.br/ojs/index.php/biosfera/article/view/5780

Silva, T. M. S. D., Carvalho, M. G. D., Braz-Filho, R., & Agra, M. D. F. (2003). Ocorrência de flavonas, flavonóis e seus glicosídeos em espécies do gênero Solanum (Solanaceae). Química Nova, 26, 517-522. https://doi.org/10.1590/S0100-40422003000400014

Silva, W. A. S. da, Carim, M. D. J. V., Silva Guimarães, J. R. da, & Tostes, L. D. C. L. (2015). Composição e diversidade florística em um trecho de floresta de terra firma no sudoeste do Estado do Amapá, Amazônia oriental, Brasil. Biota Amazônia (Biote Amazonie, Biota Amazonia, Amazonian Biota), 4(3). https://doi.org/10.18561/2179-5746/biotaamazonia.v4n3p31-36

Schnitzer, S. A., & Bongers, F. (2002). The ecology of lianas and their role in forests. Trends in Ecology & Evolution, 17(5), 223-230. https://doi.org/10.1016/S0169-5347(02)02491-6

Sonter, L. J., Herrera, D., Barrett, D. J., Galford, G. L., Moran, C. J., & Soares-Filho, B. S. (2017). Mining drives extensive deforestation in the Brazilian Amazon. Nature communications, 8(1), 1013. https://doi.org/10.1038/s41467-017-00557-w

Souza, M. P. D., Chaer, G. M., & Gonçalves, F. L. A. (2022). Efeito da transposição de topsoil e mulching de Copernicia prunifera (Mill.) HE Moore na revegetação de área degradada na Caatinga. Scientia Forestalis, 50, e3923. https://doi.org/10.18671/scifor.v50.39

Souza, V. C., & Lorenzi, H. (2019). Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de Fanerógamas nativas e exóticas no Brasil, baseado em APG IV. Nova Odessa: Jardim Botânico Plantarum.

Swenson, U., Nylinder, S., & Munzinger, J. (2013). Towards a natural classification of Sapotaceae subfamily Chrysophylloideae in Oceania and Southeast Asia based on nuclear sequence data. Taxon, 62, 746-770. https://doi.org/10.12705/624.11

Trindade, J. R., Santos, J. U. M. dos, & Gurgel, E. S. C. (2022). Estudos com plantas espontâneas no Brasil: uma revisão. Research, Society and Development, 11(7), e14111729700-e14111729700. https://doi.org/10.33448/rsd-v11i7.29700

Zemp, D. C., Schleussner, C. F., Barbosa, H. M. J., Van der Ent, R. J., Donges, J. F., Heinke, J., Sampaio, G., & Rammig, A. (2014). On the importance of cascading moisture recycling in South America. Atmospheric Chemistry and Physics, 14(23), 13337-13359. https://doi.org/10.5194/acp-14-13337-2014

Zorzal, G., Camarota, F., Dias, M., Vidal, D. M., Lima, E., Fregonezi, A., & Campos, R. I. (2021). The dear enemy effect drives conspecific aggressiveness in an Azteca-Cecropia system. Scientific Reports, 11(1), 6158. https://doi.org/10.1038/s41598-021-85070-3

Downloads

Publicado

2025-04-22

Como Citar

Bitencourt, M. M., Sampaio, F. B., da Silva Reis, J. P., Martins, M. B., & Cerqueira, R. M. (2025). Florística de Espécies Ocorrentes em Área sob Influência de Mineração de Bauxita no Município de Paragominas, Brasil. Revista Brasileira De Geografia Física, 18(4), 2466–2488. https://doi.org/10.26848/rbgf.v18.4.p2466-2488

Artigos Semelhantes

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 > >> 

Você também pode iniciar uma pesquisa avançada por similaridade para este artigo.