O Inventário e Avaliação Quantitativa de Sítios de Geodiversidade na Bacia do Recôncavo, Brasil.
DOI:
https://doi.org/10.26848/rbgf.v19.02.p1052-1072Palavras-chave:
inglesResumo
A Bacia do Recôncavo é recoberta em sua maior parte por sedimentações de idade Mesozóica, derivada da tafrogênese que iniciou um pouco antes desta era, ainda no Paleozóico, durante o processo de fragmentação do supercontinente Gondwana. A cronologia da formação da bacia é definida por três estágios da evolução do rifte, com uma sequência sedimentar completa e representativa de todas as fases, durante o Permiano (~ 298 e 252 Ma). O registro permiano no nordeste do Brasil inicia com sucessões litoestratigraficas, com excelente cobertura sazonal e conteúdo geológico diverso. A importância científica dos afloramentos representativos da Bacia do Recôncavo já é explorada, através de excursões de campo, por alguns órgãos de ensino federais. A área abrange além do conteúdo geológico, paisagens com formação de rios, lagos, deltas, estuários, vales, planícies de inundação, cachoeiras e toda a paisagem associada, resultantes dos processos geológicos/fluviais em grande escala. Além da expressiva e relevante história geológica, conteúdo cênico e turístico da bacia do Recôncavo, foram condicionadas nesta bacia a produção de quantidades significativas de hidrocarbonetos. A variação espaço-temporal desta sucessão litoestratigrafia apresenta potencial científico e educacional, além da importância econômica, e possui potencial para classificação e avaliação de materiais geológicos indicativos de proteção ambiental. Estes fatores justificam a necessidade de um estudo de geoconservação, através de quantificação e inventariação deste geopatrimônio nos bancos de dados de referência no Brasil (GEOSSIT/SGB/CPRM).
Palavras-chave: Bacia do Recôncavo; Inventariação; Geossítios; Geodiversidade.
Downloads
Referências
Akhlidej, N., Bejjaji, Z., Zerdeb, M. A., Chakiri, S., Mehdioui, S., Labriki, A., El Hadi, H., Dahi, S. M., & Ali, S. B. (2024). Inventory and quantitative assessment of Devonian geosites in the Azrou-Khenifra Basin (eastern band of the Central Hercynian Massif, Morocco). International Journal of Geoheritage and Parks, 12, 113–134. https://doi.org/10.1016/j.ijgeop.2024.01.002
Alkmim, F. F., & Martins-Neto, M. A. (2012). Proterozoic first-order sedimentary sequences of the São Francisco Craton, eastern Brazil. Marine and Petroleum Geology, 33, 127–139. https://doi.org/10.1016/j.marpetgeo.2011.08.011
Arai, M. (2006). A grande elevação eustática do Mioceno e sua influência na origem do Grupo Barreiras. Geologia USP Série Científica, 6(2), 1–6.
Baadi, K., Lebreton, B., Sabaoui, A., & Atrops, F. (2021). The Karst of the Northern Middle Atlas (Morocco): An invaluable heritage to inventory. Geoheritage, 13(2). https://doi.org/10.1007/s12371-021-00559-7
Baadi, K., Sabaoui, A., & Tekiout, B. (2020). Methodological proposal for assessment geosites: Its application in Bou Iblane Region (Middle Atlas, Morocco). Geoheritage, 12(3). https://doi.org/10.1007/s12371-020-00476-1
Bandeira, K. L. N., Navarro, B. A., Pêgas, R. V., Brilhante, N. S., Brum, A. S., Souza, L. G., Silva, R. C., & Gallo, V. (2025). A reassessment of the historical fossil findings from Bahia State (Northeast Brazil) reveals a diversified dinosaur fauna in the Lower Cretaceous of South America. Historical Biology, 37(3). https://doi.org/10.1080/08912963.2024.2318406
Barančoková, M., Hutárová, D., & Nikolaj, M. (2023). Quantitative assessment of geodiversity for conservation purposes in Slovenské rudohorie Mountains (Slovakia). Land, 12, 1650. https://doi.org/10.3390/land12091650
Barbosa, J. S. F., & Souza, J. S. de. (2007). Geologia da cidade de Salvador, Bahia, Brasil. CNPq/IGEO–UFBA.
Barbosa, N., Debruyne, D., Santos, N. L., Barbosa, N. S., Gomes, I. S., Assumpção, H. C., Pereira, R. G. F. A., Nascimento, E. A., & Sestelo, G. V. (2025). Exploring the geoheritage of Salvador’s seafront: Tectonic history and geotourism potential. Geoheritage, 17, 38. https://doi.org/10.1007/s12371-025-01075-8
Barbosa, J. S. F., Cruz, S. C. P., & Souza, J. S. (2012). Geologia da Bahia: Pesquisa e atualização. UFBA. http://www.cbpm.ba.gov.br/book/geologia-da-bahia-pesquisa-e-atualizacao/
Bétard, F., & Peulvast, J.-P. (2019). Geodiversity hotspots: Concept, method and cartographic application for geoconservation purposes at a regional scale. Environmental Management, 63(6), 822–834. https://doi.org/10.1007/s00267-019-01168-5
Bizzi, L. A., Schobbenhaus, C., Vidotti, R. M., & Gonçalves, J. H. (2003). Geologia, tectônica e recursos minerais do Brasil (Vol. 1). Editora Universidade de Brasília.
Brasil, Ministério das Minas e Energia. (1981). Projeto Radambrasil: Folha SD-24 Salvador: Geologia, geomorfologia, pedologia, vegetação e uso potencial da terra (Levantamentos de Recursos Naturais, 24). Rio de Janeiro.
Brilha, J. B. R. (2005). Património geológico, geoconservação: A conservação da natureza na sua vertente geológica. Palimage.
Brilha, J. (2016). Inventory and quantitative assessment of geosites and geodiversity sites: A review. Geoheritage, 8, 119–134. https://doi.org/10.1007/s12371-014-0139-3
Brilha, J., Gray, M., Pereira, D. I., & Pereira, P. (2018). Geodiversity: An integrative review as a contribution to the sustainable management of the whole of nature. Environmental Science & Policy, 86, 19–28. https://doi.org/10.1016/j.envsci.2018.05.001
Caixeta, J. M., Bueno, G. V., Magnavita, L. V., & Feijó, F. J. (1994). Bacias do Recôncavo, Tucano e Jatobá. Boletim de Geociências da Petrobras, 8(1), 163–172.
Carozzi, A. V., & Fonseca, J. D. R. (1989). A new technique of locating turbidite fans: Candeias Formation (Lower Cretaceous), Recôncavo Basin, Brazil. Journal of South American Earth Sciences, 2(3), 277–293. https://doi.org/10.1016/0895-9811(89)90034-5
Carrión-Mero, P., Dueñas-Tovar, J., Jaya-Montalvo, M., Berrezueta, E., & Jiménez-Orellana, N. (2022). Geodiversity assessment to regional scale: Ecuador as a case study. Environmental Science and Policy, 136, 167–186. https://doi.org/10.1016/j.envsci.2022.06.009
Carvalho, I. M. M., & Pereira, G. C. (Eds.). (2008). Como anda Salvador e sua região metropolitana (2nd ed., rev. and exp.). EDUFBA.
Costa, I. P., Milhomem, P. S., Bueno, G. V., Lima e Silva, H. S. R., & Kosin, M. D. (2007). Sub-bacias de Tucano Sul e Central. Boletim de Geociências da Petrobras, 15, 433–443.
De Wever, P., Alterio, I., Egoroff, G., Cornée, A., Bobrowsky, P., Collin, G., Duranthon, F., Hill, W., Lalanne, A., & Page, K. (2015). Geoheritage, a national inventory in France. Geoheritage, 7(3), 205–247. https://doi.org/10.1007/s12371-015-0151-2
Destro, N., Alkmim, F. F., Magnavita, L. P., & Szatmari, P. (2003a). The Jeremoabo transpressional transfer fault, Recôncavo–Tucano Rift, NE Brazil. Journal of Structural Geology, 25(8), 1263–1279. https://doi.org/10.1016/S0191-8141(02)00164-5
Destro, N., Szatmari, P., Alkmim, F. F., & Magnavita, L. P. (2003b). Release faults, associated structures, and their control on petroleum trends in the Recôncavo Rift, northeast Brazil. AAPG Bulletin, 87(7), 1123–1144. https://doi.org/10.1306/02200300156
Diniz, M. T. M., Araújo, I. G. D., & Chagas, M. D. (2022). Comparative study of quantitative assessment of the geomorphological heritage of the coastal zone of Icapuí - Ceará, Brazil. International Journal of Geoheritage and Parks, 10, 124–142. https://doi.org/10.1016/j.ijgeop.2022.02.006
El Ouali, M., Kabiri, L., Essafraoui, B., Bammou, M. B., Lahssaine, I. A., Messaoudi, B., & Martindale, R. (2025). Inventory and quantitative assessment of geosites and geodiversity sites of the Tinghir-Dades-Imilchil area (Morocco). International Journal of Geoheritage and Parks, 13, 166–187. https://doi.org/10.1016/j.ijgeop.2025.02.004
Fambrini, G. L., Rocha, D. E. G. A., Oliveira, E. V., Jesuíno, P. C. L., Menezes-Filho, J. A. B., Queiroz, R. G. B., & Neumann, V. H. M. L. (2019). Análise faciológica e deposicional dos depósitos flúvio-eólicos da Formação São Sebastião (Eocretáceo), região de Campos-Ibimirim, Bacia de Jatobá, PE, Nordeste do Brasil. Geociências, 38(1), 1–31.
Fernández, M. P., Timón, D. L., & Marín, R. G. (2014). Geosites inventory in the Geopark Villuercas-Ibores-Jara (Extremadura, Spain): A proposal for a new classification. Geoheritage, 6(1), 17–27. https://doi.org/10.1007/s12371-013-0088-2
Ferrando, A., Faccini, F., Poggi, F., & Coratza, P. (2021). Geosites inventory in Liguria Region (Northern Italy): A tool for regional geoconservation and environmental management. Sustainability, 13(4), 2346. https://doi.org/10.3390/su13042346
Ferreira, A. R. R., Lobo, H. A. S., & de Jesus Perinotto, J. A. (2018). Inventory and quantification of geosites in the State Tourist Park of Alto Ribeira (PETAR, São Paulo State, Brazil). Geoheritage. https://doi.org/10.1007/s12371-018-0331-y
Ferreira, A. R. R., Lobo, H. A. S., & de Jesus Perinotto, J. A. (2019). Inventory and quantification of geosites in the State Tourist Park of Alto Ribeira (PETAR, São Paulo State, Brazil). Geoheritage, 11(3), 783–792. https://doi.org/10.1007/s12371-018-0331-y
Figueiredo, A. M. F., Braga, J. A. E., Zabalaga, J. C., Oliveira, J. J., Aguiar, G. A., Silva, O. B., Mato, L. F., Daniel, L. M. F., Magnavita, L. P., & Bruhn, C. H. L. (1994). Recôncavo Basin, Brazil: A prolific intracontinental rift basin. In S. M. Landon (Ed.), Interior rift basins (Vol. 59, pp. 157–203). American Association of Petroleum Geologists Memoir. https://doi.org/10.1306/M59582C6
Figueiredo, F. T., Almeida, R. P., Freitas, B. T., Marconato, A., Carrera, S. C., & Turra, B. B. (2015). Tectonic activation, source area stratigraphy and provenance changes in a rift basin: The Early Cretaceous Tucano Basin (NE-Brazil). Basin Research, 28, 433–445. https://doi.org/10.1111/bre.12115
Freitas, B. T., Almeida, R. P., Carrera, S. C., Figueiredo, F. T., Turra, B. B., Varejão, F. G., & Assine, M. L. (2017). Aptian sedimentation in the Recôncavo-Tucano-Jatobá Rift System and its tectonic and paleogeographic significance. Journal of South American Earth Sciences, 80, 460–481. https://doi.org/10.1016/j.jsames.2017.10.001
Fuertes-Gutiérrez, I., & Fernández-Martínez, E. (2010). Geosites inventory in the Leon Province (Northwestern Spain): A tool to introduce geoheritage into regional environmental management. Geoheritage, 2(1–2), 57–75.
Garcia, M. G. M., Del Lama, E. A., Martins, L., Mazoca, C. E. M., & Bourotte, C. L. M. (2019). Inventory and assessment of geosites to stimulate regional sustainable management: The northern coast of the state of São Paulo, Brazil. Anais da Academia Brasileira de Ciências, 91(2), e20180514. https://doi.org/10.1590/0001-3765201920180514
Garcia, M. G., Queiroz, D. S., & Mucivuna, V. C. (2022). Geological diversity fostering actions in geoconservation: An overview of Brazil. International Journal of Geoheritage and Parks, 10, 507–522. https://doi.org/10.1016/j.ijgeop.2022.08.008
Geobahia. (2025). Mapa Geobahia. http://mapa.geobahia.ba.gov.br/
Ghignone, J. I. (1978). Geologia dos sedimentos fanerozóicos do Estado da Bahia. SME-CPM.
Gomes, L. A., Barbosa, N. S., Debruyne, D., Barbosa, N., Moitinho, D. E. R., Peixoto, R., Santos, C. B., & Peixinho, M. A. L. (2023).
Hydrogeochemical processes and groundwater evolution of the São Sebastião-Marizal aquifer system in the Tucano Central Basin, Bahia, Brazil. Journal of South American Earth Sciences, 127, 104413. https://doi.org/10.1016/j.jsames.2023.104413
Gonçalves, J., Mansur, K., Santos, D., Henriques, R., & Pereira, P. (2022). Is it worth assessing geodiversity numerically? A comparative analysis between quantitative and qualitative approaches in Miguel Pereira Municipality, Rio de Janeiro, Brazil. Geosciences, 12, 347. https://doi.org/10.3390/geosciences12090347
Gordon, A., Destro, N., & Heilbron, M. (2016). The Recôncavo-Tucano-Jatobá Rift and associated Atlantic continental margin basins. Regional Geology Reviews, 171–185. https://doi.org/10.1007/978-3-319-01715-0_9
Gordon, E. M., Laumann, T. O., Adeyemo, B., Huckins, J. F., Kelley, W. M., & Petersen, S. E. (2016). Generation and evaluation of a cortical area parcellation from resting-state correlations. Cerebral Cortex, 26, 288–303. https://doi.org/10.1093/cercor/bhu239
Gray, M. (2008a). Geodiversity: The origin and evolution of a paradigm. Geological Society, London, Special Publications, 300(1), 31–36. https://doi.org/10.1144/SP300.4
Gray, M. (2008b). Geodiversity: Developing the paradigm. Proceedings of the Geologists’ Association, 119(3–4), 287–298. https://doi.org/10.1016/S0016-7878(08)80307-0
Gray, M. (2011). Other nature: Geodiversity and geosystem services. Environmental Conservation, 38(3), 271–274. https://doi.org/10.1017/S0376892911000117
Gray, M. (2021). Geodiversity: A significant, multi-faceted and evolving geoscientific paradigm rather than a redundant term. Proceedings of the Geologists’ Association, 132, 605–619. https://doi.org/10.1016/j.pgeola.2021.09.001
Joyce, E. B. (2010). Australia’s geoheritage: History of study, a new inventory of geosites and applications to geotourism and geoparks. Geoheritage, 2, 39–56. https://doi.org/10.1007/s12371-010-0011-z
Karner, G. D., Egan, S. S., & Weissel, J. K. (1992). Modeling the tectonic development of the Tucano and Sergipe-Alagoas rift basins, Brazil. Tectonophysics, 215(1–2), 133–160. https://doi.org/10.1016/0040-1951(92)90078-K
Kosin, M. D. (2009). O embasamento das bacias do Recôncavo, de Tucano e de Jatobá: Uma visão a partir das cartas geológicas do Brasil ao milionésimo. Boletim de Geociências da Petrobras, 17(1), 89–108.
Kuchle, J., & Scherer, C. M. S. (2010). Sismoestratigrafia de bacias rifte: Técnicas, métodos e sua aplicação na Bacia do Recôncavo. Boletim de Geociências da Petrobras, 18(2), 33–60.
Kudla, M., Javorská, M., Vašková, J., Čech, V., & Tometzová, D. (2024). Inventory and evaluation of geosites: Case studies of the Slovak Karst as a potential geopark in Slovakia. Sustainability, 16, 7783. https://doi.org/10.3390/su16177783
Lima, C. C. U., & Vilas Boas, G. S. (2000). A arquitetura deposicional da Formação Marizal (Cretáceo Inferior) na Bacia do Recôncavo, Bahia. Revista Brasileira de Geociências, 30(4), 729–736.
Lima, F. F., Brilha, J., & Salamuni, E. (2010). Inventorying geological heritage in large territories: A methodological proposal applied to Brazil. Geoheritage, 2(3), 91–99. https://doi.org/10.1007/s12371-010-0014-9
Lima, C. C. U., & Vilas Boas, G. S. (1994). Mecanismos de transporte e deposição dos conglomerados da Formação Marizal (Cretáceo Inferior), na Bacia do Recôncavo, Bahia, Brasil. Revista Brasileira de Geociências, 24, 240–246.
Magnavita, L. P., Davison, I., & Kusznir, N. J. (1994). Rifting, erosion, and uplift history of the Recôncavo-Tucano-Jatobá Rift, northeast Brazil. Tectonics, 13(2), 367–388. https://doi.org/10.1029/93TC02941
Magnavita, L. P., Silva, R. R., & Sanches, C. P. (2005). Guia de campo da Bacia do Recôncavo, NE do Brasil. Boletim de Geociências da Petrobras, 13(2), 301–334.
Milani, E. J., & Davison, I. (1988). Basement control and transfer tectonics in the Recôncavo-Tucano-Jatobá Rift, northeast Brazil. Tectonophysics, 154, 41–70. https://doi.org/10.1016/0040-1951(88)90227-2
Milani, E. J., Lana, M. C., & Szatmari, P. (1988). Mesozoic rift basins around the northeast Brazilian microplate (Recôncavo-Tucano-Jatobá, Sergipe-Alagoas). In W. Manspeizer (Ed.), Triassic-Jurassic rifting: Continental breakup and the origin of the Atlantic Ocean and passive margins (pp. 833–858). Elsevier.
Milani, E. J., Melo, J. H. G., Souza, P. A., Fernandes, L. A., & França, A. B. (2007). Bacia do Paraná. In E. J. Milani, H. D. Rangel, G. V. Bueno, J. M. Stica, W. R. Winter, J. M. Caixeta, &
Moitinho, D. E. R., Barbosa, N., Debruyne, D., Gomes, M. C. R., Barbosa, N., Gomes, L. A., Do Carmo, J. C. C., & Dos Santos, C. B. (2024). Deciphering hydrogeochemical evolution in the multilayered Ilhas-São Sebastião aquifer system, Brazil: Implications for groundwater resources management. Groundwater for Sustainable Development, 26, 101253. https://doi.org/10.1016/j.gsd.2024.101253
Murphy, M. A., & Schlanger, S. O. (1963). Estruturas sedimentares nas Formações Ilhas e São Sebastião, Bacia do Recôncavo, Brasil. Boletim Técnico da Petrobras, 6(3–4), 215–258.
Naimi, M. N., & Cherif, A. (2021). Inventory and assessment of significant scientific Algerian geoheritage: Case of remarkable geosites from Orania (Western Algeria). International Journal of Geoheritage and Parks, 9(1), 13–29. https://doi.org/10.1016/j.ijgeop.2020.09.001
Netto, A. S. T., & Oliveira, J. J. (1985). O preenchimento do rift valley na Bacia do Recôncavo. Revista Brasileira de Geociências, 15, 97–102.
Pereira, D. I., Pereira, P., Brilha, J., & Santos, L. (2013). Geodiversity assessment of Paraná State (Brazil): An innovative approach. Environmental Management, 52(3), 541–552. https://doi.org/10.1007/s00267-013-0100-2
Petri, S. (1972). Foraminíferos e o ambiente de deposição dos sedimentos do Mioceno do Recôncavo baiano. Revista Brasileira de Geociências, 2(1), 51–67.
Picarelli, A., & Abreu, V. (2012). Sequence stratigraphy applied to continental rift basins: Example from Recôncavo Basin, Brazil. In O. W. Baganz, Y. Bartov, K. Bohacs, & D. Nummedal (Eds.), Lacustrine sandstone reservoirs and hydrocarbon systems (AAPG Memoir 95, pp. 347–366).
Poiraud, A., Chevalier, M., Claeyssen, B., Biron, P. E., & Joly, B. (2016). From geoheritage inventory to territorial planning tool in the Vercors Massif (French Alps): Contribution of statistical and expert cross approaches. Applied Geography, 71, 69–82. https://doi.org/10.1016/j.apgeog.2016.04.012
Possenelli, M., Gauci, R., Devoto, S., Selmi, L., Coratza, P., & Vandelli, V. (2024). Inventory and quantitative assessment of geosites in the southern sector of the Island of Malta. Geosciences, 14, 292. https://doi.org/10.3390/geosciences14110292
Reynard, E., Perret, A., Bussard, J., Grangier, L., & Martin, S. (2015). Integrated approach for the inventory and management of geomorphological heritage at the regional scale. Geoheritage, 8(1), 43–60. https://doi.org/10.1007/s12371-015-0153-0
Reynard, E., Fontana, G., Kozlik, L., & Scapozza, C. (2007). A method for assessing “scientific” and “additional values” of geomorphosites. Geographica Helvetica, 62, 148–158.
Rocha, J., Brilha, J., & Henriques, M. H. (2014). Assessment of the geological heritage of Cape Mondego Natural Monument (Central Portugal). Proceedings of the Geologists’ Association, 125(1), 107–113. https://doi.org/10.1016/j.pgeola.2013.04.005
Rodrigues, R. S., & Silva, F. C. A. (2018). Deformation bands and associated structures in the Tucano Basin, NE Brazil: A multiscale analysis. Marine and Petroleum Geology, 96, 202–213. https://doi.org/10.1016/j.marpetgeo.2018.05.035
Ruban, D. A. (2010). Quantification of geodiversity and its loss. Proceedings of the Geologists’ Association, 121(3), 326–333. https://doi.org/10.1016/j.pgeola.2010.07.002
Secretaria de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia. (1999). Balanço hídrico do estado da Bahia (Série estudos e pesquisas, 45). SEI.
Santos, P. L. A., & Brilha, J. (2024). Inventory and assessment of geological sites at Alto Ribeira Touristic State Park (São Paulo, Brazil): A contribution to its management. International Journal of Geoheritage and Parks, 12, 485–500. https://doi.org/10.1016/j.ijgeop.2024.07.003
Scherer, C. M. S., Lavina, E. L. C., Dias Filho, D. C., Oliveira, F. M., Bongiolo, D. E., & Aguiar, E. S. (2007). Stratigraphy and facies architecture of the fluvial–aeolian–lacustrine Sergi Formation (Upper Jurassic), Recôncavo Basin, Brazil. Sedimentary Geology, 194(3–4), 169–193. https://doi.org/10.1016/j.sedgeo.2006.06.002
Silva, D. R., Mizusaki, A. M. P., Milani, E. J., & Pimentel, M. (2012). Depositional ages of Paleozoic and Mesozoic pre-rift supersequences of the Recôncavo Basin in northeastern Brazil: A Rb–Sr radiometric study of sedimentary rocks. Journal of South American Earth Sciences, 37, 13–24. https://doi.org/10.1016/j.jsames.2011.12.006
Silva, J. J., Di Bartolo, L., & Ade, M. V. B. (2022). Indirect analysis of unconventional shale hydrocarbon resources in the Recôncavo Basin, Brazil: A case study. Journal of South American Earth Sciences, 116, 103817. https://doi.org/10.1016/j.jsames.2022.103817
Silva, J. P., Pereira, D. I., Aguiar, A. M., & Rodrigues, C. (2013). Geodiversity assessment of the Xingu drainage basin. Journal of Maps, 9(2), 254–262. https://doi.org/10.1080/17445647.2013.775085
Silva, J. P., Alves, G. G., Ross, J. L. S., Oliveira, F. S., Nascimento, M. A. L., Felini, M. G., Manosso, F. C., & Pereira, D. I. (2021). The geodiversity of Brazil: Quantification, distribution, and implications for conservation areas. Geoheritage, 13, 75. https://doi.org/10.1007/s12371-021-00598-0
Silva, O. B., Caixeta, J. M., Milhomem, P. S., & Kosin, M. D. (2007). Bacia do Recôncavo. Boletim de Geociências da Petrobras, 15(2), 423–431.
Silva, H. T. F. (1993). Flooding surfaces, depositional elements and accumulation rates: Characteristics of the Lower Cretaceous tectonosequence in the Reconcavo Basin, northeast Brazil (Tese de doutorado). Texas University.
Somma, R. (2022). The inventory and quantitative assessment of geodiversity as strategic tools for promoting sustainable geoconservation and
geo-education in the Peloritani Mountains (Italy). Education Sciences, 12, 580. https://doi.org/10.3390/educsci12090580
Świerkosz, K., Koźma, J., Reczyńska, K., & Halama, M. (2017). Muskau Arch Geopark in Poland (Central Europe): Is it possible to integrate geoconservation and geoeducation into biodiversity conservation? Geoheritage, 9(1), 59–69. https://doi.org/10.1007/s12371-016-0178
Varejão, F. G., Warren, L. V., Perinotto, J. A. J., Neumann, V. H., Freitas, B. T., Almeida, R. P., & Assine, M. L. (2016). Upper Aptian mixed carbonate-siliciclastic sequences from Tucano Basin, Northeastern Brazil: Implications for paleogeographic reconstructions following Gondwana break-up. Cretaceous Research, 67, 44–58. https://doi.org/10.1016/j.cretres.2016.06.014
Viana, C. F., Gama Junior, E. G., Simões, I. A., Moura, J. A., Fonseca, J. R., & Alves, R. J. (1971). Revisão estratigráfica da Bacia do Recôncavo/Tucano. Boletim Técnico da Petrobras, 14(3–4), 157–192.
Vilas Boas, G. S., Sampaio, F. J., & Pereira, A. M. S. (2001). The Barreiras Group in the northeastern coast of the state of Bahia, Brazil: Depositional mechanisms and processes. Anais da Academia Brasileira de Ciências, 73(3). https://doi.org/10.1590/S0001-37652001000300010
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 1969 Gleide Seabra, Natanael Barbosa, Nelize Santos

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Autores que publicam na Revista Brasileira de Geografia Física concordam com os seguintes termos:
Autores mantêm os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional (CC BY 4.0) que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.
Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (exemplo: depositar em repositório institucional ou publicar como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
Autores têm permissão para disponibilizar seu trabalho online antes ou durante o processo editorial, em redes sociais acadêmicas, repositórios digitais ou servidores de preprints. Após a publicação na Revista Brasileira de Geografia Física, os autores se comprometem a atualizar as versões preprint ou pós-print do autor, nas plataformas onde foram originalmente disponibilizadas, informando o link para a versão final publicada e outras informações relevantes, com o reconhecimento da autoria e da publicação inicial nesta revista.
Qualquer usuário tem direito de:
Compartilhar — copiar e redistribuir o material em qualquer suporte ou formato para qualquer fim, mesmo que comercial.
Adaptar — remixar, transformar e criar a partir do material para qualquer fim, mesmo que comercial.
O licenciante não pode revogar estes direitos desde que você respeite os termos da licença.
De acordo com os termos seguintes:
Atribuição — Você deve dar o crédito apropriado, prover um link para a licença e indicar se mudanças foram feitas. Você deve fazê-lo em qualquer circunstância razoável, mas de nenhuma maneira que sugira que o licenciante apoia você ou o seu uso.
Sem restrições adicionais — Você não pode aplicar termos jurídicos ou medidas de caráter tecnológico que restrinjam legalmente outros de fazerem algo que a licença permita.






