O ITAMARATY E A INSTITUCIONALIZAÇÃO DAS POLÍTICAS DE REPRESSÃO AO COMUNISMO: REVISÃO E NOVOS APONTAMENTOS HISTORIOGRÁFICOS

Adrianna Cristina Lopes Setemy

Resumo


Malgrado os esforços encetados por analistas integrantes e ex-integrantes da carreira diplomática, além de analistas externos, com vistas a consolidar uma prática discursiva e memorialística que caracteriza o Itamaraty e seu corpo funcional pela independência e distanciamento em relação a querelas partidárias e ideológicas, a análise dos telegramas trocados entre o Itamararty e suas embaixadas na Argentina e no Uruguai, entre 1935 e 1966, demonstra que foi no luxo das repartições diplomáticas que os chanceleres participaram de maneira decisiva das atividades de informação e segurança do Estado brasileiro contra a ameaça representada pelo “perigo comunista”, através da execução de tarefas rotineiras, como a redação de informes sobre as atividades de brasileiros exilados no exterior, a presença ou passagem pelo Brasil de estrangeiros considerados suspeitos por ideias e atividades políticas. 

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