The circulation of liberal ideas in the periphery of nation: press, libertyand citizenship in the Province of Goiás

Authors

  • Martha Victor Vieira Universidade Federal do Tocantins

DOI:

https://doi.org/10.22264/clio.issn2525-5649.2016.34.2.al.02

Keywords:

Nation, Press, Province of Goiás

Abstract

This article analyzes the circulation of liberal ideas in peripheral province of Goiás in beginning of Regencial period, in order of to discuss how the Brazilian national consciousness was being built through the press in nineteenth-century Brazil . The first goiano newspaper A Matutina Meiapontense,by publishing letters of readers from different locations, enabled us to see how the modern idea of nation was appropriated and widespread by the literate elite of the province after the abdication of D. Pedro I.

Author Biography

Martha Victor Vieira, Universidade Federal do Tocantins

Doutora em História Social pelo Instituto de Filosofia e Ciências Sociais, da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Professora do Curso de História, do Programa de Mestrado Profissional em História e do Programa de Pós-Graduação em Estudos de Cultura e Território da Universidade Federal do Tocantins, câmpus de Araguaína.

References

A Matutina Meiapontense, Meiaponte: Typographia Oliveira, 1831-1834.

ANDERSON, Benedict. Comunidades imaginadas: reflexão sobre as origens e difusão do nacionalismo. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.

BENDIX, Reinhard. Transformações das sociedades européias ocidentais desde o século XVIII. In. Construção nacional e cidadania: estudos da nossa ordem social em mudança. São Paulo: Edusp, 1996. p. 91-138.

BARMAN, Roderick J. The triumph of tradiction, 1837-1842. In. Brazil: the forging a nation (1798-1850). Stanford: Stanford University Press, 1988. p. 189-216.

BASILE, Marcello Otávio Neri de Campos. O Império em construção: projetos de Brasil e ação política na Corte Regencial. 2004. Tese (Doutorado em História) – Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2004.

BORGES, Humberto Crispim. O pacificador do norte. Editora do Cerne, 1984.

BOSI, Alfredo. A escravidão entre dois liberalismos. In. _______. Dialética da colonização. São Paulo: Companhia das Letras, 1992. p. 194-245.

BUENO, José Antônio Pimenta. Direito Publico Brasileiro e Análise da Constituição do Império (1857). Brasília: Ed. UnB., 1978.

CARVALHO, José Murilo. Brasil: naciones imaginadas. In. ANINO, Antonio, e GUERRA, François-Xavier (Org.). Inventando la nación iberoamerica. Siglo XIX. México: Fondo de Cultura Económica, 2003. p. 501-532.

CHARTIER, Roger. Disciplina e invenção: a festa. In.______. Leitura e leitores na França do Antigo Regime. São Paulo: UNESP, 2004. p. 21-44.

CHIARAMONTE, José Carlos. Metamorfoses do conceito de nação durante os séculos XVII e XVIII. In: JANCSÓ, István (Org.). Brasil: formação do Estado e da Nação. São Paulo: Hucitec; Unijuíi; Fapesp, 2003. p. 61-91.

COUTINHO, Carlos Nelson. Cidadania e modernidade. In. Perspectivas: Revista de Ciências Sociais. São Paulo: UNESP, p. 41-59, 1999.

SAINT-HILAIRE, Auguste de. Viagem às nascentes do Rio São Francisco e pela província de Goiás. Belo Horizonte: Itatiaia; São Paulo: Edusp, 1975.

HUNT, Lynn. A invenção dos direitos humanos: uma história. São Paulo: Cia. das Letras, 2009.

LOPES, José Reinaldo de Lima. Iluminismo e jusnaturalismo no ideário dos juristas na primeira metade do século XIX. In. JANCSÓ, István (Org.). Brasil: formação do Estado e da nação. São Paulo: Hucitec, 2003. p. 195-218.

KRAAY, Hendrick. “Sejamos brasileiros no dia da nossa nacionalidade”: comemorações da independência no Rio de Janeiro, 1840-1864. In. Topoi: Revista de História do Programa de Pós-Graduação em História Social da UFRJ, 7Letras, v. 08, n. 14, p. 9-36, 2007. Disponível em: <http://www.revistatopoi.org/numeros_anteriores/topoi03/topoi3a3.pdf>. Acesso em: 3 maio 2011.

KRAAY, Hendrik. Definindo a Nação e o Estado: rituais cívicos na Bahia pós-independência. Topoi: Revista de História, Rio de Janeiro, n. 3, set. 2001. Disponível em: <http://www.revistatopoi.org/numeros_anteriores/topoi03/topoi3a3.pdf>. Acesso em: 3 maio 2011.

MOREL, Marco. Os primeiros passos da palavra impressa. In: MARTINS, Ana Luiza; LUCA, Tania Regina de (Orgs.). História da imprensa no Brasil. São Paulo: Contexto, 2008. p. 14-45.

MOREL, Marco. As transformações dos espaços públicos: imprensa, atores políticos e sociabilidades na cidade Imperial (1820-1840). São Paulo: Hucitec, 2005.

NEVES, Lúcia Maria Bastos Pereira das. Corcundas e Constitucionais: a cultura política da independência (1820-1822). Rio de Janeiro: Revan; FAPERJ, 2003.

ORLANDI, Eni Puccinelli. Vão surgindo sentidos. In. ______. Discurso Fundador: a formação do país e a construção da identidade nacional. 3ª ed. Campinas-SP: Pontes, 2003. p. 11-25.

RIBEIRO, Gladys Sabina. A liberdade em construção: identidade nacional e conflitos antilusitanos no Primeiro Reinado. Rio de Janeiro: Relume Dumará; FAPERJ, 2002.

SILVA, Wlamir. A imprensa e a pedagogia liberal. In. MOREL, Marco et al. História e imprensa: representações culturais e práticas de poder (Orgs). Rio de Janeiro: DP&A Editora, 2006. p. 37-59.

SOUZA, Iara lis Carvalho. Pátria coroada: o Brasil como corpo político autônomo - 1780-1831. São Paulo: UNESP, 1999.

TELES, José Mendonça. A Imprensa Matutina. Goiânia: CERNE, 1989.

VIEIRA, Martha Victor. A imprensa e o antilusitanismo em Goiás no início do Período Regencial. In. FERREIRA, Tânia Bessone de Cruz, et all (Orgs). O Oitocentos entre livros, livreiros, impressos, missivas e bibliotecas. São Paulo: Alameda 2013. p. 143-167.

Published

2016-07-19