La cultura histórica del atraso en Brasil
ideas y conceptos en la operación política del tiempo
DOI:
https://doi.org/10.51359/2525-5649.2025.268199Palabras clave:
cultura histórica, retraso, alocronismo, intelectuales, políticaResumen
La Cultura de la Historia tiene dos dimensiones importantes: la cognitiva y la política. A partir de esta propuesta de Jörn Rüsen, este trabajo comprende que, a lo largo de la historia brasileña, se ha configurado una cultura histórica del atraso. Este proceso se debe a una visión alocrónica, de un tiempo universal, que estandarizaría lo moderno y desarrollado, a la vez que señalaría lo antiguo, subdesarrollado y atrasado. De esta lógica surge la necesidad de sincronización, que debe ejecutarse mediante una operación política del tiempo. Para verificar la constitución de la Cultura de la Historia del atraso, nos centraremos en algunos momentos del Brasil republicano, destacando la dimensión cognitiva, mediante el análisis de narrativas de importantes intelectuales brasileños, y la dimensión política, mediante el análisis de eslóganes de campañas políticas. Como base teórica, utilizamos a los siguientes autores: Jörn Rüsen, Reinhart Koselleck, Johannes Fabian, Dipesh Chakrabarty y Helge Jordheim.
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