Ritmos cardíacos e desfecho de parada cardiopulmonar em unidade de emergência

Autores/as

  • Amanda de Souza Lima
  • Julisse Marcela Nepomuceno Aragão
  • Marcia Cristina da Silva Magro

DOI:

https://doi.org/10.5205/1981-8963-v10i5a11152p1579-1585-2016

Palabras clave:

Parada cardíaca, Desfecho, Serviços médicos de emergência

Resumen

RESUMO

Objetivo: reconhecer, ao caracterizar, os ritmos cardíacos e o desfecho de pacientes em parada cardiopulmonar (PCR) em uma unidade de emergência. Método: estudo transversal, com abordagem quantitativa, desenvolvido no setor de emergência, de um hospital da rede pública do Distrito Federal. A coleta de dados foi realizada por meio de questionário estruturado a partir dos registros de prontuário. Para armazenamento dos registros, foi construído um banco de dados na planilha do Excel. Foram considerados significativos os resultados com p<0,05. Resultados: do total de 36 pacientes, a maioria (55,3%) era do sexo feminino. A atividade elétrica sem pulso (AESP) foi o ritmo de PCR mais frequente (36,8%), seguido de assistolia (21,1%) e fibrilação ventricular em 7,9% dos casos. O óbito foi o desfecho de 60,5% dos pacientes. Conclusão: a PCR foi determinada predominantemente pelo ritmo AESP. O desfecho predominante entre os pacientes foi o óbito. Descritores: Parada Cardíaca; Desfecho; Serviços Médicos de Emergência.

ABSTRACT

Objective: to recognize and characterize the cardiac rates and the outcome of patients in cardiopulmonary arrest (CPA) in an emergency unit. Method: cross-sectional study, with a quantitative approach, developed in the emergency sector of a public hospital of the Federal District, Brazil.  The data collection was performed by means of a structured questionnaire from medical records. For storage of the records, a database was built in an Excel spreadsheet. The results were considered significant with p<0.05. Results: from a total of 36 patients, the majority (55.3%) were female.  The pulseless electrical activity (PEA) was the most frequent CPA rate (36.8%), followed by asystole (21.1%) and ventricular fibrillation in 7.9% of the cases. Death was the outcome in 60.5% of the patients. Conclusion: CPA was determined predominantly by the PEA rate.  The predominant outcome among the patients was death. Descriptores:  Cardiac Arrest; Outcome; Emergency Medical Services.

RESUMEN

Objetivo: reconocer, al caracterizar, el ritmo cardíaco y el desenlace de pacientes con paro cardiorrespiratorio (PCR) en unidad de urgencia. Método: estudio transversal, con enfoque cuantitativo, desarrollado en el sector de urgencia de un hospital de la red pública, en el Distrito Federal, Brasil. La recolección de datos se realizó a través de una encuesta estructurada, a partir de los registros de la historia clínica. Para almacenar los registros, se construyó un banco de datos en una planilla Excel. Se consideraron de importancia los resultados con p<0,05. Resultados: de un total de 36 pacientes, la mayoría (55,3%) era del sexo femenino. La actividad eléctrica sin pulso (AESP) fue el ritmo de PCR más frecuente (36,8%), seguido de asistolia (21,1%) y fibrilación ventricular en 7,9% de los casos. Se dieron casos de óbito, como desenlace, en 60,5% de los pacientes. Conclusión: la PCR se determina principalmente por el ritmo AESP. El principal desenlace entre los pacientes fue el óbito. Descriptores: Paro Cardíaco; Desenlace; Servicios Médicos de Urgencia.

Biografía del autor/a

Amanda de Souza Lima

Enfermeira graduada pela Faculdade de Ceilândia da Universidade de Brasília. Brasília (DF), Brasil

Julisse Marcela Nepomuceno Aragão

Enfermeira residente do Hospital Regional do Gama. Brasília (DF), Brasil.

Marcia Cristina da Silva Magro

Professora Adjunta do curso de enfermagem da Faculdade de Ceilândia da Universidade de Brasília

Publicado

26-03-2016

Cómo citar

LIMA, Amanda de Souza; ARAGÃO, Julisse Marcela Nepomuceno; MAGRO, Marcia Cristina da Silva. Ritmos cardíacos e desfecho de parada cardiopulmonar em unidade de emergência. Revista de Enfermería UFPE on line, Recife, v. 10, n. 5, p. 1579–1585, 2016. DOI: 10.5205/1981-8963-v10i5a11152p1579-1585-2016. Disponível em: https://periodicos.ufpe.br/revistas/revistaenfermagem/article/view/11152. Acesso em: 20 jun. 2026.

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