Planejamento familiar de mulheres com transtorno mental: visão de enfermeiros e médicos

Tatiane Gomes Guedes, Escolástica Rejane Ferreira Moura, Adriana Teófilo Bessa, Suellen Alves Freire, Raimunda Magalhães da Silva, Violante Batista Augusta Braga

Resumo


Objetivo: analisar condutas de enfermeiros e médicos da Atenção Básica (AB) frente às demandas de Planejamento familiar (PF) de mulheres com transtorno mental, identificar fatores a interferir nessas condutas e levantar contribuições desses profissionais à melhoria do referido atendimento. Método: estudo qualitativo, realizado com 28 enfermeiros e 14 médicos de Fortaleza-Ceará. Os resultados foram organizados pela Técnica de Conteúdo de Minayo. Resultados: as condutas profissionais mostraram-se adequadas e inadequadas. Os fatores a interferir nas condutas profissionais foram: restrita variedade de métodos anticoncepcionais; rotina de prescrição médica; e insegurança técnica. Contribuições dos participantes incluíram: redução do número de famílias; número suficiente de agentes comunitários; capacitação; disponibilização dos anticoncepcionais; apoio matricial; grupos educativos e atendimento domiciliar; envolvimento da família; administração supervisionada dos contraceptivos. Conclusão: é necessário investir em capacitação e apoio matricial de enfermeiros e médicos da AB para ampliar as condutas adequadas em PF de mulheres com transtorno mental.


Palavras-chave


Planejamento familiar; Atenção primária a saúde; Assistência em saúde mental; Mulheres; Profissionais da saúde

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DOI: https://doi.org/10.5205/1981-8963-v7i12a12366p6973-6980-2013



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