Planejamento familiar de mulheres com transtorno mental: visão de enfermeiros e médicos

Autores

  • Tatiane Gomes Guedes Universidade Federal de Pernambuco
  • Escolástica Rejane Ferreira Moura Universidade Federal do Ceará
  • Adriana Teófilo Bessa Universidade Federal do Ceará
  • Suellen Alves Freire Universidade Federal do Ceará
  • Raimunda Magalhães da Silva Universidade de Fortaleza
  • Violante Batista Augusta Braga Universidade Federal do Ceará

DOI:

https://doi.org/10.5205/1981-8963-v7i12a12366p6973-6980-2013

Palavras-chave:

Planejamento familiar, Atenção primária a saúde, Assistência em saúde mental, Mulheres, Profissionais da saúde

Resumo

Objetivo: analisar condutas de enfermeiros e médicos da Atenção Básica (AB) frente às demandas de Planejamento familiar (PF) de mulheres com transtorno mental, identificar fatores a interferir nessas condutas e levantar contribuições desses profissionais à melhoria do referido atendimento. Método: estudo qualitativo, realizado com 28 enfermeiros e 14 médicos de Fortaleza-Ceará. Os resultados foram organizados pela Técnica de Conteúdo de Minayo. Resultados: as condutas profissionais mostraram-se adequadas e inadequadas. Os fatores a interferir nas condutas profissionais foram: restrita variedade de métodos anticoncepcionais; rotina de prescrição médica; e insegurança técnica. Contribuições dos participantes incluíram: redução do número de famílias; número suficiente de agentes comunitários; capacitação; disponibilização dos anticoncepcionais; apoio matricial; grupos educativos e atendimento domiciliar; envolvimento da família; administração supervisionada dos contraceptivos. Conclusão: é necessário investir em capacitação e apoio matricial de enfermeiros e médicos da AB para ampliar as condutas adequadas em PF de mulheres com transtorno mental.

Biografia do Autor

Tatiane Gomes Guedes, Universidade Federal de Pernambuco

Enfermeira, Doutora, Professora, Graduação/Programa de Pós-Graduação em Enfermagem, Universidade Federal de Pernambuco/UFPE. Recife(PE), Brasil. E-mail: tatigguedes@yahoo.com.br 

Escolástica Rejane Ferreira Moura, Universidade Federal do Ceará

Enfermeira, Doutora, Professora do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem,  Universidade Federal do Ceará/UFC. Fortaleza (CE), Brasil. E-mail: escolpaz@yahoo.com.br

Adriana Teófilo Bessa, Universidade Federal do Ceará

Enfermeira. Universidade Federal do Ceará. Fortaleza (CE), Brasil. E-mail: dridribessa@hotmail.com

Suellen Alves Freire, Universidade Federal do Ceará

Enfermeira, Mestranda, Pós-Graduação em Microbiologia Médica, Universidade Federal do Ceará/UFC. Fortaleza(CE), Brasil. E-mail: suellen_a_f@hotmail.com 

Raimunda Magalhães da Silva, Universidade de Fortaleza

Enfermeira, Professora Pós-Doutora, Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva, Universidade de Fortaleza/UNIFOR. Fortaleza (CE), Brasil. E-mail: rmsilva@unifor.br

Violante Batista Augusta Braga, Universidade Federal do Ceará

Enfermeira, Doutora, Graduação/Programa de Pós-Graduação em Enfermagem, Universidade Federal do Ceará/UFC. Fortaleza (CE), Brasil. E-mail: vivi@ufc.br

Publicado

11/15/2013

Como Citar

GUEDES, Tatiane Gomes; MOURA, Escolástica Rejane Ferreira; BESSA, Adriana Teófilo; FREIRE, Suellen Alves; SILVA, Raimunda Magalhães da; BRAGA, Violante Batista Augusta. Planejamento familiar de mulheres com transtorno mental: visão de enfermeiros e médicos. Revista de Enfermagem UFPE on line, Recife, v. 7, n. 12, p. 6973–6980, 2013. DOI: 10.5205/1981-8963-v7i12a12366p6973-6980-2013. Disponível em: https://periodicos.ufpe.br/revistas/revistaenfermagem/article/view/12366. Acesso em: 1 jul. 2026.

Edição

Seção

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