Indicators of quality of prenatal assistance: pregnants at family’s health unit
DOI:
https://doi.org/10.5205/reuol.724-5678-1-LE.0401201028Palavras-chave:
Saúde materno-infantil, cuidado pré-natal, qualidade da assistência à saúde, atenção primária à saúde, indicadores de qualidade em assistência à saúde.Resumo
ABSTRACT
Objective: to characterize a profile of gynecoobstetric and to identify the main quality indicators of prenatal pregnant women saw in the Unidade Básica de Saúde da Família (UBASF). Methods: it’s a documentary study, retrospective and quantitative study of 38 pregnant women. A questionnaire was used with aspects of characterization and of the indicators of the Programa de Humanização no Pré-Natal e Nascimento-PHPN. Data was analyzed accord to pertinent literature. The research project has been approved by the Ethics Committee of the UNIFOR (protocol number 039/2009). Results: the majority consisted of pregnant women between the ages of 15 and 35 years old, with basic education, one partner, multiple gestations, of low weight and a vaginal childbirth. It was observed that 63.2% of the women had not initiated prenatal care until 14th week of gestation; 52.6% did not attend six or more consultation; 94.7% were immunized against tetanus; 65.8% participated in educational activities on self breast examination and 68.4% received training on breastfeeding. The majority of the pregnant did not obtain tests for hepatitis B, toxoplasmosis, HIV. Only one woman (2.6%) obtained a uterine cytopathology examination during her pregnancy period. Conclusion: there was an inadequate prenatal care, because the minimum criteria of PHPN was not fulfilled. Descriptors: maternal and child health; prenatal care; quality of health care; primary health care; quality indicators, health care.
RESUMO
Objetivo: caracterizar o perfil gineco-obstétrico e identificar os principais indicadores de qualidade do pré-natal de gestantes acompanhadas em uma Unidade Básica de Saúde da Família (UBASF). Métodos: estudo documental, retrospectivo e quantitativo, com amostra de 38 gestantes. Utilizou-se um formulário abordando aspectos de caracterização da amostra e dos indicadores do Programa de Humanização no Pré-Natal e Nascimento (PHPN). O projeto de estudo foi aprovado pelo Comitê de Etica em Pesquisa da UNIFOR (número de protocolo 039/2009). Resultados: predominaram no estudo gestantes com idades entre 15 e 35 anos, Ensino Fundamental, com companheiro fixo, multigestas, com baixo peso e que tiveram parto vaginal. Em relação ao PHPN, observou-se que 63,2% das grávidas não iniciaram o pré-natal até a 14ª semana de gestação; 52,6% não realizaram seis ou mais consultas; 94,7% realizaram a imunização contra o tétano; 65,8% participaram de atividades educativas sobre o exame das mamas e 68,4% receberam orientações sobre aleitamento materno. A maioria das gestantes não realizou sorologias para hepatite B, toxoplasmose e HIV. Apenas uma mulher (2,6%) realizou o exame citopatológico de colo uterino no período gravídico. Conclusão: constatou-se uma assistência pré-natal inadequada, pois não foram cumpridos os critérios mínimos preconizados pelo PHPN. Descritores: saúde materno-infantil; cuidado pré-natal; qualidade da assistência à saúde; atenção primária à saúde; indicadores de qualidade em assistência à saúde.
RESUMEN
Objetivo: caracterizar el perfil gineco-obstétrico y determinar los principales indicadores de la calidad de la atención prenatal de mujeres embarazadas atendidas en una Unidad Básica de Salud de la Familia (UBASF). Métodos: estudio documental, retrospectivo y cuantitativo, con muestras de 38 mujeres. Utiliza un instrumento sobre características y indicadores del Programa de Humanización del Prenatal y Nacimiento (PHPN). Se analizaron datos como la documentación pertinente. El estudio fue aprobó por parte del Comité de Ética de la UNIFOR (número de registro 039/2009). Resultados: Predominaron en este estudio mujeres de 15 a 35 años, con educación primaria, compañero fijo, multigravidas, bajo peso y tenían parto vaginal. Mostró que 63,2% de las mujeres embarazadas no han iniciado la atención prenatal hasta la 14ª semana de gestación; 52,6% no tenían seis o más consultas; 94,7% se sometió a la inmunización contra el tétanos; 65,8% participaron de actividades educativas sobre examen de los senos y 68,4% recibieron orientación sobre la lactancia materna. La mayoría de las mujeres no realizaron la serología para hepatitis B, toxoplasmosis y VIH. Sólo una mujer (2,6%) realizó el examen cytopathologic del cuello del útero durante el embarazo. Conclusión: Existe una inadecuada atención prenatal, ya que no han alcanzado los criterios mínimos recomendados por el PHPN. Descriptores: salud materno-infantil; atención prenatal; calidad de la atención de salud; atención primaria de salud; indicadores de calidad de la atención de salud.
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