Indicators of quality of prenatal assistance: pregnants at family’s health unit

Autores

  • Janaiana Lemos Uchoa Prefeitura de Pacatuba
  • Ana Amélia da Rocha Sales PREFEITURA DE FORTALEZA
  • Emanuella Silva Joventino UFC
  • Lorena Barbosa Ximenes UFC

DOI:

https://doi.org/10.5205/reuol.724-5678-1-LE.0401201028

Palavras-chave:

Saúde materno-infantil, cuidado pré-natal, qualidade da assistência à saúde, atenção primária à saúde, indicadores de qualidade em assistência à saúde.

Resumo

ABSTRACT

Objective: to characterize a profile of gynecoobstetric and to identify the main quality indicators of prenatal pregnant women saw in the Unidade Básica de Saúde da Família (UBASF). Methods: it’s a documentary study, retrospective and quantitative study of 38 pregnant women. A questionnaire was used with aspects of characterization and of the indicators of the Programa de Humanização no Pré-Natal e Nascimento-PHPN. Data was analyzed accord to pertinent literature. The research project has been approved by the Ethics Committee of the UNIFOR (protocol number 039/2009). Results: the majority consisted of pregnant women between the ages of 15 and 35 years old, with basic education, one partner, multiple gestations, of low weight and a vaginal childbirth. It was observed that 63.2% of the women had not initiated prenatal care until 14th week of gestation; 52.6% did not attend six or more consultation; 94.7% were immunized against tetanus; 65.8% participated in educational activities on self breast examination and 68.4% received training on breastfeeding. The majority of the pregnant did not obtain tests for hepatitis B, toxoplasmosis, HIV. Only one woman (2.6%) obtained a uterine cytopathology examination during her pregnancy period.  Conclusion: there was an inadequate prenatal care, because the minimum criteria of PHPN was not fulfilled. Descriptors: maternal and child health; prenatal care; quality of health care; primary health care; quality indicators, health care.

 

RESUMO

Objetivo: caracterizar o perfil gineco-obstétrico e identificar os principais indicadores de qualidade do pré-natal de gestantes acompanhadas em uma Unidade Básica de Saúde da Família (UBASF). Métodos: estudo documental, retrospectivo e quantitativo, com amostra de 38 gestantes. Utilizou-se um formulário abordando aspectos de caracterização da amostra e dos indicadores do Programa de Humanização no Pré-Natal e Nascimento (PHPN). O projeto de estudo foi aprovado pelo Comitê de Etica em Pesquisa da UNIFOR (número de protocolo 039/2009). Resultados: predominaram no estudo gestantes com idades entre 15 e 35 anos, Ensino Fundamental, com companheiro fixo, multigestas, com baixo peso e que tiveram parto vaginal. Em relação ao PHPN, observou-se que 63,2% das grávidas não iniciaram o pré-natal até a 14ª semana de gestação; 52,6% não realizaram seis ou mais consultas; 94,7% realizaram a imunização contra o tétano; 65,8% participaram de atividades educativas sobre o exame das mamas e 68,4% receberam orientações sobre aleitamento materno. A maioria das gestantes não realizou sorologias para hepatite B, toxoplasmose e HIV. Apenas uma mulher (2,6%) realizou o exame citopatológico de colo uterino no período gravídico. Conclusão: constatou-se uma assistência pré-natal inadequada, pois não foram cumpridos os critérios mínimos preconizados pelo PHPN. Descritores: saúde materno-infantil; cuidado pré-natal; qualidade da assistência à saúde; atenção primária à saúde; indicadores de qualidade em assistência à saúde.

 

RESUMEN

Objetivo: caracterizar el perfil gineco-obstétrico y determinar los principales indicadores de la calidad de la atención prenatal de mujeres embarazadas atendidas en una Unidad Básica de Salud de la Familia (UBASF). Métodos: estudio documental, retrospectivo y cuantitativo, con muestras de 38 mujeres. Utiliza un instrumento sobre características y indicadores del Programa de Humanización del Prenatal y Nacimiento (PHPN). Se analizaron datos como la documentación pertinente. El estudio fue aprobó por parte del Comité de Ética de la UNIFOR (número de registro 039/2009). Resultados: Predominaron en este estudio mujeres de 15 a 35 años, con educación primaria, compañero fijo, multigravidas, bajo peso y tenían parto vaginal. Mostró que 63,2% de las mujeres embarazadas no han iniciado la atención prenatal hasta la 14ª semana de gestación; 52,6% no tenían seis o más consultas; 94,7% se sometió a la inmunización contra el tétanos; 65,8% participaron de actividades educativas sobre examen de los senos y 68,4% recibieron orientación sobre la lactancia materna. La mayoría de las mujeres no realizaron la serología para hepatitis B, toxoplasmosis y VIH. Sólo una mujer (2,6%) realizó el examen cytopathologic del cuello del útero durante el embarazo. Conclusión: Existe una inadecuada atención prenatal, ya que no han alcanzado los criterios mínimos recomendados por el PHPN. Descriptores: salud materno-infantil;  atención prenatal; calidad de la atención de salud; atención primaria de salud; indicadores de calidad de la atención de salud.  

 

Biografia do Autor

Janaiana Lemos Uchoa, Prefeitura de Pacatuba

Enfermeira do Programa de Saúde da Família de Pacatuba-CE. Especialista em Cuidados Clínicos e Farmacológicos pela Universidade Estadual do Ceará.

Ana Amélia da Rocha Sales, PREFEITURA DE FORTALEZA

Enfermeira do Programa de Saúde da Família de Fortaleza. Mestre em Saúde Coletiva pela Universidade de Fortaleza

Emanuella Silva Joventino, UFC

Enfermeira. Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da Universidade Federal do Ceará (UFC). Bolsista do CNPq – Brasil

Lorena Barbosa Ximenes, UFC

 Enfermeira. Doutora em Enfermagem. Professora Adjunto IV do Departamento de Enfermagem da UFC. Coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da UFC. Pesquisadora do CNPq 

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Publicado

12/29/2009

Como Citar

UCHOA, Janaiana Lemos; SALES, Ana Amélia da Rocha; JOVENTINO, Emanuella Silva; XIMENES, Lorena Barbosa. Indicators of quality of prenatal assistance: pregnants at family’s health unit. Revista de Enfermagem UFPE on line, Recife, v. 4, n. 1, p. 212–220, 2009. DOI: 10.5205/reuol.724-5678-1-LE.0401201028. Disponível em: https://periodicos.ufpe.br/revistas/revistaenfermagem/article/view/5853. Acesso em: 21 jun. 2026.

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