Psychiatric reform, movement against hospices and the psychosocial rehabilitation model - talking about freedom and citizenship
DOI:
https://doi.org/10.5205/reuol.149-181-1-RV.0303200943Palavras-chave:
Saúde mentalResumo
ABSTRACT
Objective: to articulate the question of deprivation of liberty derived from the mandate given to the social figure of the psychiatric hospital, on behalf of the treatment and cure of the insane. Method: for this discussion, some assumptions are articulated in Hannah Arendt, as policy and citizenship concepts, with the trajectory of the Psychiatric Reform, with the Movement of the Fight Antimanicomial and proposals of the Psychosocial Rehabilitation Model. Results: it presents some key milestones on the path of movement of Fraud Antimanicomial as well as the impact of these events in the reinvention of knowledge and practice in mental health. Conclusion: thus, in reference to practices of care, the Mental Illness and the model of psychosocial rehabilitation are as innovative proposals to support the attention to the phenomenon of madness, through a dialogical and participatory process involving the community, other devices of the territory and its resources. Descriptors: psychiatry; mental health; freedom; civil rights.
RESUMO
Objetivo: tratar neste ensaio da questão da privação de liberdade oriunda do mandato social outorgado à figura do hospital psiquiátrico, em nome do tratamento e cura do louco. Método: para esta discussão, são articulados alguns pressupostos de Hannah Arendt, como os de política e cidadania, com a trajetória da Reforma Psiquiátrica, destacando o Movimento da Luta Antimanicomial e as propostas do Modelo de Reabilitação Psicossocial. Resultados: apresentam-se alguns marcos principais sobre a trajetória do Movimento da Luta Antimanicomial, bem como a repercussão desses eventos na reinvenção dos saberes e das práticas em saúde mental. Conclusão: assim, no que se refere às práticas de cuidado, a Reforma Psiquiátrica e o modelo apresentado da Reabilitação Psicossocial surgem como propostas inovadoras para subsidiar a atenção ao fenômeno da loucura, por meio de um processo dialógico e participativo que envolva a comunidade, os demais dispositivos do território e seus recursos. Descritores: psiquiatria; saúde mental; liberdade; direitos civis.
RESUMEN
Objetivo: tratar de la cuestión de la privación de libertad oriunda del mandato social otorgado a la figura del hospital psiquiátrico, en nombre del tratamiento y cura del loco. Método: para esta discusión, son articulados algunas presuposiciones de Hannah Arendt, como las de política y ciudadanía, con la trayectoria de la Reforma Psiquiátrica, destacando el Movimiento Antimanicomial y las propuestas del Modelo de Rehabilitación Psicosocial. Resultados: la discusión presenta algunos marcos principales sobre la trayectoria del Movimiento Antimanicomial, así como la repercusión de esos eventos en los saberes y las prácticas en salud mental. Conclusión: así, en lo que se refiere a las prácticas de cuidado, la Reforma Psiquiátrica y el modelo presentado de la Rehabilitación Psicosocial surgen como propuestas innovadoras para subsidiar la atención al fenómeno de la locura, por medio de un proceso participativo y que envuelva diálogo con la comunidad, los demás dispositivos del territorio y sus recursos. Descriptores: psiquiatría; salud mental; libertad; derechos civiles.
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