Profile of the mortality of infants affected by infections in neonatal intensive care unit
DOI:
https://doi.org/10.5205/reuol.1125-9558-1-LE.0404201028Palavras-chave:
mortalidade neonatal, infecção neonatal, unidade de terapia intensiva, perfil epidemiológico.Resumo
ABSTRACT
Objective: to characterize the mortality of newborns suffering from neonatal infections in the intensive care unit of a maternity clinic in Recife. Method: retrospective, descriptive, transverse study, from January 2006 to December 2007, involving medical records of infants who died of neonatal infection. Results: neonatal mortality due to infection occurred in 47.73% of neonatal deaths, of which 91.42% were of infants weighing less than 2,500g; 88.57% aged less than 37 weeks, 51.43 % female. The early infections were 92.38%. Mothers aged 20 or older accounted for 71.43% and 55.24% were illiterate. Urinary tract infection represented 63.41%. With respect to prenatal, 83.81% of the mothers had less than six visits. Conclusions: this study noticed that with the reduction of risk factors for neonatal infection, you can minimize the number of neonatal deaths, which currently remains high. Therefore, it is important to concentrate efforts for prioritizing this public health problem. Descriptors: neonatal mortality; infection neonatal; intensive care unit; health profile .
RESUMO
Objetivo: caracterizar o perfil da mortalidade de recém-nascidos acometidos por infecções neonatais na unidade de tratamento intensivo de uma maternidade de Recife. Método: trata-se de um estudo retrospectivo, descritivo, transversal, no período de janeiro de 2006 a dezembro de 2007, utilizando prontuários de recém-nascidos que foram a óbito por infecção neonatal. Resultados: mortalidade neonatal por infecção ocorreu em 47,73% dos óbitos neonatais, dos quais 91,42% foram de recém-nascidos com peso inferior a 2.500g, 88,57% com idade gestacional inferior a 37 semanas, 51,43% do sexo feminino. As infecções precoces representaram 92,38%. As mães com 20 anos ou mais representaram 71,43% e 55,24% eram analfabetas. A infecção do trato urinário representou 63,41%. Quanto ao pré-natal, 83,81% das mães realizaram menos de seis consultas. Conclusões: este estudo mostrou que com a diminuição dos fatores de risco para a mortalidade neonatal por infecção, pode-se minimizar o número de óbitos neonatais, que atualmente permanece alto. Portanto, é importante que sejam concentrados esforços para que se priorize esse problema de saúde pública. Descritores: mortalidade neonatal; infecção neonatal; unidade de terapia intensiva; perfil epidemiológico.
RESUMEN
Objetivos: caracterizar la mortalidad de los recién nacidos que sufren de infecciones neonatales en la unidad de cuidados intensivos de una maternidad em Recife. Método: estudio retrospectivo, descriptivo, transversal, desde enero 2006 hasta diciembre 2007, utilizando registros médicos de los niños que murieron de infección neonatal. Resultados: la mortalidad neonatal debido a la infección se produjo en 47,73% de las muertes neonatales, de los cuales 91,42% eran niños que pesaban menos de 2.500g, 88,57% con menos de 37 semanas, 51,43 % de mujeres. Las infecciones tempranas fueron 92,38%. Las madres de 20 años o más representaban 71,43% y 55,24% eran analfabetas. Infección del tracto urinario representaban 63,41%. Cuanto al pre-natal, 83,81% de lãs madres tenían menos de seis visitas. Conclusiones: este estudio observió que con la reducción de factores de riesgo de infección neonatal, puede reducir al mínimo el número de muertes de recién nacidos, que actualmente sigue siendo alta. Por lo tanto, es importante concentrar los esfuerzos para dar prioridad a este problema de salud pública a fin de tratar de resolver a través de un cuidado de alta calidad durante la atención prenatal, perinatal y neonatal. Descriptores: mortalidad neonatal; infección neonatal; unidade de terapia intensiva; perfil epidemiológico.
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