Security benefits of traumatic brain injury due to occupational accidents

Autores

  • Denismar Borges Miranda Universidade Federal da Bahia
  • Denise Nunes Viola Universidade Federal da Bahia
  • Verônica Maria Cadena Lima Universidade Federal da Bahia
  • Marco Antônio Vasconcelos Rêgo Universidade Federal da Bahia
  • Edriene Barros Teixeira Instituto Nacional do Seguro Social
  • Rita Franco Rêgo Universidade Federal da Bahia

DOI:

https://doi.org/10.5205/1981-8963-v6i6a7236p1311-1320-2012

Palavras-chave:

Acidentes de Trabalho, Traumatismos Encefálicos, Traumatismos Craniocerebrais, Previdência Social

Resumo

ABSTRACT

Objective: to describe the epidemiological profile of pension benefits paid to victims of traumatic brain injury (TBI) due to occupational accidents in Brazil, in 2009. Method: this descriptive epidemiological study which was conducted with all workers who are part of the General System of Social Security in Brazil. Secondary data from the Single Information Benefits of National Synchronized Database of the Ministry of Finance and the General Register of Employed and Unemployed sources were consulted. We estimated the incidence rate for pension benefits granted by occupational TBI at the site in 2009, according to the specific National Classification of Economic Activity; the ethical resolution 196/96 was met. Results: 2.022 social security benefits granted by WA TBI in 2009, 86.45% were men in the 16-68 age group (average: 34.6 years, SD: 11.4 years), 77.35% received up to two minimum wages, 51.78% less than five years of contribution, being 12.31% lower than a year, 25.96% of recipients were working in companies with up to five years of operation. The Midwest region (8.32/100.000 contracts per year), the small cities of the States (7.53/100,000 contracts per year) and the section of the National Classification of Economic Activity Transport, Storage and Mail (12.98/100.000 contracts /year) were the most common. Conclusion: the incidence of benefits of TBI caused by accidents at work in Brazil was 6.1 per 100.000 in the formal contracts in 2009. The companies where this type of accident occurs more often are those with up to five years of operation and belong to the section of Transport, Storage and Mail. Descriptors: occupational accidents; brain injuries; craniocerebral trauma; social security.

RESUMO

Objetivo: descrever o perfil epidemiológico dos benefícios previdenciários concedidos a vítimas de traumatismo cranioencefálico (TCE) por acidentes de trabalho (AT) no Brasil, no ano de 2009. Método: estudo epidemiológico descritivo com trabalhadores que integram o Regime Geral da Previdência Social do Brasil. As fontes consultadas de dados secundários foram o Sistema Único de Informações de Benefícios, o Cadastro Sincronizado Nacional do Ministério da Fazenda e o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Estimou-se coeficiente de incidência para benefícios previdenciários concedidos por TCE por AT em 2009, de acordo com a Classificação Nacional de Atividade Econômica (CNAE) específica; os preceitos éticos da Resolução 196/96 foram atendidos. Resultados: dos 2.022 benefícios previdenciários de TCE por AT concedidos em 2009, 86,45% eram homens entre 16 a 68 anos (média: 34,6 anos e DP: 11,4 anos); 77,35% recebiam até dois salários mínimos; 51,78% menos de cinco anos de contribuição previdenciária, sendo 12,31% menor de um ano; 25,96% dos beneficiários trabalhavam em empresas com até cinco anos de funcionamento. A maior incidência de benefícios por TCE por AT concedidos foi na Região Centro-Oeste (8,32/100.000 vínculos/ano), nas cidades do interior dos estados (7,53/100.000 vínculos/ano) e na seção CNAE de Transporte, Armazenagem e Correio (12,98/100.000 vínculos/ano). Conclusão: a incidência de benefícios concedidos por TCE por AT no Brasil foi de 6,1/100.000 vínculos do mercado formal, em 2009. As empresas onde mais ocorre este tipo de acidente são as que apresentam até cinco anos de funcionamento e pertencem à seção de Transporte, Armazenagem e Correio. Descritores: acidentes de trabalho; traumatismos encefálicos; traumatismos craniocerebrais; previdência social.

RESUMEN

Objetivo: describir el perfil epidemiológico de los beneficios de pensión que se concede a las víctimas de lesiones cerebrales traumáticas por accidentes de trabajo en Brasil, en 2009. Método: estudio epidemiológico descriptivo se llevó a cabo con todos los empleados que forman parte del Régimen General de la Seguridad Social en Brasil. Las fuentes de datos secundarias se consultó a los beneficios de Información Nacional de Salud, el Registro Nacional de Sincronizada de la Secretaría de Hacienda y el Registro General de Empleados y Desempleados. Se estimó la tasa de incidencia de las prestaciones de seguridad social otorgadas por una lesión traumática del cerebro debido a accidentes de trabajo en 2009, de acuerdo con la Clasificación Nacional de Actividades Económicas específicos; la resolución ética de 196/96 se cumplieron. Resultados: 2.022 los beneficios de seguridad social para la lesión cerebral traumática por accidente de trabajo concedidos en 2009, 86,45% eran hombres de entre 16-68 años (media: 34,6 años, SD: 11,4 años), 77,35% recibió hasta dos salarios mínimo, 51,78% menos de cinco años de cotización, siendo 12,31% inferiores a un año, 25,96% de los receptores estaban trabajando en empresas de hasta cinco años de operación. El Centro-Oeste (8,32/100.000 conexiones/año), las ciudades de los estados (7,53/100.000 conexiones/año) y la Sección de Clasificación Nacional de Actividades Económicas de transporte, almacenamiento y correo (12,98/vínculos 100.000/año) fueron los más comunes. Conclusión: la incidencia de los beneficios para la lesión cerebral traumática debido a los accidentes de trabajo en Brasil fue de 6,1/100.000 bonos en el mercado formal en 2009. Empresas en las demás es que este tipo de accidentes son los que tienen hasta cinco años de operación y pertenecen a la Sección de Transporte, Almacenaje y Correo. Descriptores: accidentes en el trabajo; lesiones cerebrales; trauma craneoencefálico; seguridad social.

Biografia do Autor

Denismar Borges Miranda, Universidade Federal da Bahia

Enfermeiro. Mestre em Saúde, Ambiente e Trabalho pela Universidade Federal da Bahia, Especialista em Gestão de Sistemas e Serviços de Saúde pela Universidade de Brasília, Especialista em Enfermagem em Neonatologia e Pediatria pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás.

Denise Nunes Viola, Universidade Federal da Bahia

Estatística. Professora do Programa de Pós-Graduação em Saúde, Ambiente e Trabalho da Universidade Fedreal da Bahia. Doutora em Estatística e Experimentação Agronômica pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo. Salvador, Brasil.

Verônica Maria Cadena Lima, Universidade Federal da Bahia

Estatística. Professora do Programa de Pós-Graduação em Saúde, Ambiente e Trabalho da Universidade Fedreal da Bahia. Doutora em Estatística pela University of Leeds. Leeds, Inglatera.

Marco Antônio Vasconcelos Rêgo, Universidade Federal da Bahia

Médico. Professor do Programa de Pós-Graduação em Saúde, Ambiente e Trabalho da Universidade Fedreal da Bahia. Doutor em Saúde Pública pelo Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia. Salvador, Brasil.

Edriene Barros Teixeira, Instituto Nacional do Seguro Social

Médica. Perita do Instituto Nacional do Seguro Social. Mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Saúde, Ambiente e Trabalho da Universidade Federal da Bahia. Especialista em Auditoria de Sistemas e Serviços de Saúde pela Universidade Federal da Bahia. Salvador, Brasil.

Rita Franco Rêgo, Universidade Federal da Bahia

Médica. Professora do Programa de Pós-Graduação em Saúde, Ambiente e Trabalho da Universidade Fedreal da Bahia. Doutora em Saúde Pública pela Universidade Federal da Bahia. Salvador, Brasil.

Publicado

04/08/2012

Como Citar

MIRANDA, Denismar Borges; VIOLA, Denise Nunes; LIMA, Verônica Maria Cadena; RÊGO, Marco Antônio Vasconcelos; TEIXEIRA, Edriene Barros; RÊGO, Rita Franco. Security benefits of traumatic brain injury due to occupational accidents. Revista de Enfermagem UFPE on line, Recife, v. 6, n. 6, p. 1311–1320, 2012. DOI: 10.5205/1981-8963-v6i6a7236p1311-1320-2012. Disponível em: https://periodicos.ufpe.br/revistas/revistaenfermagem/article/view/7236. Acesso em: 1 ago. 2026.

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