Concepções e práticas de profissionais de saúde sobre a violência contra a mulher
DOI:
https://doi.org/10.5205/1981-8963-v8i1a9608p77-82-2014Palavras-chave:
Saúde da Mulher, Violência contra a mulher, Estratégia de Saúde da FamíliaResumo
RESUMO
Objetivo: analisar concepções e práticas de profissionais da equipe de Saúde da Família com foco na violência contra a mulher. Metodologia: estudo analítico-descritivo, com abordagem qualitativa. Compuseram a análise dez entrevistas realizadas em 2010 orientadas por um roteiro semiestruturado. Os dados foram analisados à luz da técnica da Análise de conteúdo na modalidade Temática, sendo discutidos de acordo com os estudos de gênero. A pesquisa foi aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa, protocolo 20101509-034. Resultados: o conhecimento dos entrevistados é incipiente; a dinâmica profissional frente à violência é restrita à conselhos e orientações desarticuladas; a educação em saúde como estratégia de enfrentamento não compõe as intervenções profissionais. Conclusão: aponta-se a necessidade de inserção da temática da violência no fazer do profissional de saúde, investimento na graduação e educação permanente, assim como maior esforço da gestão local, no sentido de estimular e dinamizar os processos de articulação intersetorial. Descritores: Saúde da Mulher; Violência Contra à Mulher; Programa Saúde da Família.
ABSTRACT
Objective: analyzing the concepts and practices of professionals of the Family Health team with a focus on violence against women. Methodology: analytical- descriptive study with a qualitative approach. Ten interviews were included in the analysis carried out in 2010 guided by a semi-structured script. The data were analyzed according to the technique of content analysis in Theme modality being discussed according to gender studies. The research was approved by the Ethics Committee in Research, protocol 20101509-034. Results: knowledge of respondents is incipient; professional dynamic towards violence is restricted to advice and guidance disjointed; health education as a coping strategy does not compose professional interventions. Conclusion: it points to the need to introduce the theme of violence in the making of health professionals, investment in graduate and continuing education, as well as an increased effort of local management, in order to stimulate and energize the processes of intersectoral coordination. Descriptors: Women's Health; Violence Against Women; The Family Health Program.
RESUMEN
Objetivo: analizar los conceptos y prácticas de los profesionales del equipo de la Salud de la Familia con un enfoque en la violencia contra las mujeres. Metodología: estudio analítico y descriptivo con enfoque cualitativo. Diez entrevistas fueron incluidas en el análisis llevado a cabo en 2010 guiados por un guión semi-estructurado. Los datos fueron analizados según la técnica de análisis de contenido en modalidad temático, siendo discutidos de acuerdo con los estudios de género. La investigación fue aprobada por el Comité de Ética en Investigación, protocolo 20101509-034. Resultados: el conocimiento de los encuestados es incipiente; la dinámica profesional hacia la violencia se limita a asesorar y orientar desarticuladamente; educación para la salud como estrategia de afrontamiento no compone intervenciones profesionales. Conclusión: se apunta a la necesidad de introducir el tema de la violencia en el hacer de los profesionales de la salud, la inversión en posgrado y educación continua, así como el aumento de los esfuerzos de la gestión local, con el fin de estimular y dinamizar los procesos de coordinación intersectorial. Descriptores: Salud de la Mujer; La Violencia contra la Mujer; El Programa de Salud de la Familia.
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