Brinquedos estruturados e não estruturados

olhares dos estagiários da UFMA

Autores

DOI:

https://doi.org/10.51359/2448-0215.2025.268864

Palavras-chave:

Brinquedo, infância, estágio

Resumo

O brincar constitui-se um direito e um princípio pedagógico fundamental na educação das crianças. Este artigo objetiva analisar os brinquedos presentes na escola da infância e suas implicações para o desenvolvimento infantil, a partir das percepções de estagiários do curso de Pedagogia da Universidade Federal do Maranhão (UFMA). A pesquisa, de natureza qualitativa, envolveu 16 participantes que realizaram estágios obrigatórios e não obrigatórios em instituições de Educação Infantil entre 2021 e 2025. O instrumento de geração de dados foi um questionário digital com perguntas fechadas e aberta. O estudo fundamenta-se em Vigotsky (1989), Pikler (2017), Brougère (1997; 2010), Benjamin (2009), Kishimoto (2007; 2010), Freinet (1996) e em documentos da política nacional para a primeira infância (Brasil, 2009; 2018). Os resultados revelam que, embora brinquedos estruturados predominem na escola da infância, há crescente valorização dos brinquedos não estruturados, que ampliam o repertório das crianças, favorecem a autonomia e estimulam expressões singulares.

Biografia do Autor

Elenice Costa Muniz Neta, Universidade Federal do Maranhão – UFMA

Graduada em Pedagogia pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA). Pós-graduanda em Psicopedagogia pela FEVENI.

Edith Maria Batista Ferreira, Universidade Federal do Maranhão – UFMA

Professora Adjunta da Universidade Federal do Maranhão. Licenciada em Pedagogia (UFMA). Mestre em Educação (UFMA). Doutora em Educação (PPGE/UECE). Coordenadora do Núcleo de Educação e Infância da UFMA. Coordenadora de Estágio Não Obrigatório do Curso de Pedagogia da UFMA.

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Publicado

12-12-2025

Edição

Seção

Artigos: demanda contínua