COMMUNITARIAN MATHEMATICS EDUCATION. Walking into boundaries

Monica MESQUITA, Alexandre PAIS, Karen FRANÇOIS

Resumo


In this article, we outline some of the challenges involved in the construction of a communitarian mathematics education within the realms of the Urban Boundaries Project.  The Urban Boundaries Project has been innovative in the way it congregates the critical development of basic needs of three distinct communities with an Ethnomathematics Posture (Mesquita, 2011), where concepts such as critical participation, ethnomathematics, violence, and urban boundaries, are discussed through political philosophy. This posture allows us to share the local history of the empowerment, autonomy, and wisdom of the three communities’ situationality involved in the project, i.e., their knowledge of their political space. The local history is shared through the systematization of some content collected with critical ethnographical registration. To put it in Lacanian terms, we seek to symbolize a set of life-world experiences that have been historically neglected in mathematics education research, as well as in educational sciences more generally. As a result, this paper instigates the exploration of “disturbing” choices in the mathematical education culture. 


EDUCAÇÃO MATEMÁTICA COMUNITÁRIA: Caminhando nas fronteiras 

Resumo

Neste artigo, descrevemos alguns dos desafios envolvidos na construção de uma Educação Matemática comunitária dentro dos domínios do Projeto Fronteiras Urbanas. Esse projeto tem sido inovador na medida em que congrega o desenvolvimento crítico das necessidades básicas de três comunidades distintas com uma Postura Etnomatemática (MESQUITA; RESTIVO; D’AMBROSIO, 2011), onde conceitos como: participação crítica, Etnomatemática, violência e fronteiras urbanas, são discutidos por meio da filosofia política. Essa postura nos permite compartilhar a história local do empoderamento, autonomia e sabedoria da situacionalidade de três comunidades participantes do projeto, ou seja, seus conhecimentos sobre seu espaço político. A história local é compartilhada por meio da sistematização de alguns conteúdos coletados com registros de uma etnografia crítica. Em termos lacanianos, nós buscamos simbolizar um conjunto de experiências do mundo da vida que têm sido historicamente negligenciadas na investigação em educação matemática, bem como nas ciências educacionais em geral. Como resultado, este artigo instiga a exploração de escolhas "perturbadoras" na cultura da Educação Matemática.



Palavras-chave


Mathematics Education; Communitarian Education; Urban Boundaries; Ethnomathematics Posture; Political Philosophy

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DOI: https://doi.org/10.36397/emteia.v5i1.2211

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ISSN 2177-9309

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