MATHEMATICS EDUCATION IN RURAL AUSTRALIA: Issues for Equity and Success

Robyn JORGENSEN, Tom LOWRIE

Resumo


In writing this paper, we have taken a somewhat different approach to the usual research paper. This is intentional as we recognise the great diversity of what constitutes ‘rural’ mathematics education internationally. Australia has been known as the ‘lucky country’ and this is very true when it is considered in terms of what constitutes rural education in this country in comparison with what is called “rural education” in other countries, and what is called “field education” in Brazil. As such, our first intent is to provide a description of rural education in Australia. Despite this appearance of being lucky in terms of education provision, we also note that students living in rural areas are less likely than their urban peers to do well in mathematics. Drawing on national testing data, which is our empirical data, we illuminate this status quo and this forms the basis for the remainder of the paper. In order to understand the differential success between urban and rural students in mathematics, we draw on the relevant literature as a means to explain the phenomenon. To do this, we offer a theoretical model to frame the differences in mathematics outcomes between urban and rural students. We do this as we want to make a unique contribution to understanding the situation within Australia, ponder the reasons for the inequity in outcomes for rural learners.

 

EDUCAÇÃO MATEMÁTICA NA AUSTRÁLIA RURAL:questões para equidade e sucesso

 

Resumo

Ao escrever este artigo, nós desenvolvemos uma abordagem um pouco diferente daquelas mais convencionais para um artigo de pesquisa. Isso foi intencional, pois reconhecemos a grande diversidade do que constitui em termos internacionais a Educação Matemática em contextos 'rurais'. Austrália tem sido conhecida como o "país de sorte" e isso é verdade quando considera-se o que constitui a educação rural no nosso país, em comparação com o que é chamado “educação rural” em outros países e, particularmente, o que é chamado de “Educação do Campo” no Brasil. Assim, a nossa primeira intenção é fornecer uma descrição da educação rural na Austrália. Apesar dessa aparência de ser de sorte em termos de oferta de escolarização, notamos também que os alunos australianos de áreas rurais têm menos probabilidade de terem bom desempenho em Matemática do que aqueles que vivem em áreas urbanas. Baseando-se em dados de testes aplicados nacionalmente, os quais compõem os nossos dados empíricos, nós esclarecemos esse status quo, sendo essa discussão a base para o restante do artigo. Para entender a diferença de sucesso entre alunos de áreas urbanas e rurais em Matemática, abordamos aspectos da literatura relacionada como um meio de explicar o fenômeno. Para fazer isso, oferecemos um modelo teórico para enquadrar as diferenças de resultados em matemática entre os alunos urbanos e rurais. Fazemos isso porque queremos contribuir especificamente para compreender a situação na Austrália: ponderar as razões da desigualdade nos resultados para os aprendizes de áreas rurais.


Palavras-chave


rural education; national testing; practices; teachers; students;

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DOI: https://doi.org/10.36397/emteia.v5i1.2214

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ISSN 2177-9309

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