“Diga-me que matemática sabes e eu te direi o que podes”

Autores

DOI:

https://doi.org/10.36397/emteia.v9i2.237611

Palavras-chave:

educação matemática, docência, processos de subjetivação, discurso matemático, formação de trabalhadores

Resumo

Construímos uma história do hoje localizando a docência nos processos de subjetivação de trabalhadores, nas relações que estabelecem com práticas de saber-poder e com jogos de verdade instituídos no campo da Educação Matemática Escolar. Partimos de narrativas de trabalhadores para narrativas culturais mais amplas, buscando fios que tecem e sustentam a rede discursiva que possibilita dizer e ver o saber matemático escolar na constituição dos sujeitos. Para tanto utilizamos ferramentas teóricas pensadas por Foucault, uma vez que os trabalhadores são sujeitos históricos, forjados na história e no contexto cultural que os traspassa. Contudo, se há sujeições, há resistências, recusas e insurreições e delas nascem outros modos de ser e outras matemáticas, que fazem aparecer novas verdades.

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Biografia do Autor

Ana Maria Sgrott Rodrigues, Universidade Federal do Pará

Doutora em Educação Matemática pelo Instituto de Educação Matemática e Científica da Universidade Federal do Pará - UFPA/IEMCI

Sílvia Nogueira Chaves, Universidade Federal do Pará

Programa de Pós Graduação do Instituto de Educação Matemática e Científica daUniversidade Federal do Pará - IEMCI/UFPA

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Publicado

2018-10-06

Como Citar

Rodrigues, A. M. S., & Chaves, S. N. (2018). “Diga-me que matemática sabes e eu te direi o que podes”. Em Teia | Revista De Educação Matemática E Tecnológica Iberoamericana, 9(2). https://doi.org/10.36397/emteia.v9i2.237611

Edição

Seção

DOCÊNCIA(S) EM MATEMÁTICA: constituições éticas, estéticas e políticas