“Diga-me que matemática sabes e eu te direi o que podes”

Ana Maria Sgrott Rodrigues, Sílvia Nogueira Chaves

Resumo


Construímos uma história do hoje localizando a docência nos processos de subjetivação de trabalhadores, nas relações que estabelecem com práticas de saber-poder e com jogos de verdade instituídos no campo da Educação Matemática Escolar. Partimos de narrativas de trabalhadores para narrativas culturais mais amplas, buscando fios que tecem e sustentam a rede discursiva que possibilita dizer e ver o saber matemático escolar na constituição dos sujeitos. Para tanto utilizamos ferramentas teóricas pensadas por Foucault, uma vez que os trabalhadores são sujeitos históricos, forjados na história e no contexto cultural que os traspassa. Contudo, se há sujeições, há resistências, recusas e insurreições e delas nascem outros modos de ser e outras matemáticas, que fazem aparecer novas verdades.


Palavras-chave


Educação Matemática; Docência, Processos de subjetivação, Discurso Matemático, Formação de Trabalhadores

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DOI: https://doi.org/10.36397/emteia.v9i2.237611

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