Tecnologías digitales y políticas públicas educativas: un análisis empírico en una escuela estatal de Montes Claros/MG
DOI:
https://doi.org/10.51359/2594-9616.2025.267667Palabras clave:
tecnologías emergentes, políticas públicas, educación básica, Formación docenteResumen
El objetivo de este trabajo es investigar cómo las tecnologías emergentes se han incorporado a la vida escolar cotidiana y se han analizado en las políticas públicas de educación, a partir de las experiencias de docentes de una escuela pública ubicada en la ciudad de Montes Claros (Minas Gerais/Brasil). Para ello, se utilizó como metodología una revisión bibliográfica, basada en autores como Almeida y Duraes (2011); Libâneo (2013); Kenski (2012); Moran (2014); Barros y Guerreiro (2019); Silva (2021); Chaudhry y Kazim (2022); Almeida (2022), entre otros, a través de la lectura de libros y artículos científicos disponibles en bibliotecas virtuales; con base en los descriptores: tecnologías emergentes; políticas públicas; inclusión digital; educación básica; formación docente etc. Y, el análisis de datos recopilados en agosto de 2025 con la aplicación de cuestionarios dirigidos a docentes de la red estatal de escuelas públicas de Montes Claros, seguido de la tabulación y discusión de los resultados obtenidos. Se considera que, si bien ha habido avances en la integración de las tecnologías a la vida escolar cotidiana, persisten importantes desafíos, especialmente en materia de infraestructura, formación docente continua y el rol de la gestión escolar en la implementación efectiva de políticas públicas orientadas a la innovación digital en educación.
Citas
ALMEIDA, M. F. L.; MORAES, C. A. C. Indústrias do futuro e tecnologias emergentes: visão de um futuro sustentável. Parcerias Estratégicas, Brasília, v. 16, n. 33, p. 135-162, jul.-dez. 2011.
BARROS, D. M. V.; GUERREIRO, A. M. Novos desafios da educação a distância: programação e uso de Chatbots. Espaço pedagógico, v. 26, n. 2, Passo Fundo, p. 410-431, 2019.
BRASIL. Base Nacional Comum Curricular. Educação é a base. Brasília, DF: Ministério da Educação, 2017. Disponível em: https://basenacionalcomum.mec.gov.br/. Acesso em: 10 ago. 2025.
BRASIL. Decreto nº 9.204, de 23 de novembro de 2017. Institui o Programa de Inovação Educação Conectada. Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, DF, p. 3, 24 nov. 2017. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2017/decreto/D9204.htm. Acesso em: 10 ago. 2025.
BRASIL. Lei nº 13.005, de 25 de junho de 2014. Aprova o Plano Nacional de Educação – PNE e dá outras providências. Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, DF, p. 1, 26 jun. 2014. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2014/lei/l13005.htm. Acesso em: 10 ago. 2025.
CHAUDHRY, A., & KAZIM, M. (2022). Ambientes de Aprendizagem Personalizados Habilitados por Inteligência Artificial. Revista de Pesquisa em Tecnologia Educacional e Desenvolvimento, 28(2), 211-228.
DICIO, Dicionário Online de Português. 2022. Disponível em: http://www.dicio.com.br. Acesso em: 21 ago. 2025.
FERREIRA, A. G. O sentido da Educação Comparada: uma compreensão sobre a construção de uma identidade. Educação. Porto Alegre, v. 31, n. 2, p. 124-138, mai./ago. 2008.
FJP - FUNDAÇÃO JOÃO PINHEIRO. Produto Interno Bruto (PIB) de Minas Gerais. FJP, 2023. Disponível em: https://fjp.mg.gov.br/produto-interno-bruto-pib-de-minas-gerais/. Acesso em: 20 ago. 2025.
FREIRE, E. S.; MELO, W. L. Inteligência Artificial na Educação: Potencialidades e Desafios. Revista Brasileira de Informática na Educação, v. 27, n. 2, p. 1-15, 2019.
GIL, A. C. Métodos e técnicas de pesquisa social. 6. ed. São Paulo: Atlas S.A, 2008.
IBGE - INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Censo Demográfico 2022. Rio de Janeiro: IBGE, 2022. Disponível em: https://sidra.ibge.gov.br/pesquisa/censo-demografico/demografico-2022/universo-caracteristicas-dos-domicilios. Acesso em: 21 ago. 2025.
IBGE - INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Cidades. Rio de Janeiro: IBGE, 2023. Disponível em: https://cidades.ibge.gov.br/. Acesso em: 21 ago. 2025.
KENSKI, V. M. Educação e Tecnologias: o novo ritmo da informação. 8ª ed. Campinas, SP: Papirus, 2012.
LIBÂNEO, J. C. Didática. São Paulo: Cortez, 2013. p. 78-79.
MALANSKI, L. M. Geografia Humanista: percepção e representação espacial. Revista Geográfica de América Central, n. 52, p. 29-50, jan./jun. 2014. Disponível em: https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=451744543002. Acesso em: 18 fev. 2025.
MORAN, J. M. A educação que desejamos: novos desafios e como chegar lá. 5. ed. Campinas: Papirus, 2014.
MOREIRA, E. S.; LIMA, E. O.; BRITO, R. O. Estudo comparado das políticas públicas educacionais de inclusão digital: Brasil e Uruguai. Rev. Fac. Educ, v. 32, n. 2, p. 17-41, jul./dez. 2019. Disponível em: https://scispace.com/pdf/estudo-comparado-das-politicas-publicas-educacionais-de-iuo750w535.pdf. Acesso em: 22 ago. 2025.
NOGUEIRA, O. Pesquisa social: introdução às suas técnicas. São Paulo: EDUSP, 1968.
NÓVOA, António. Firmar a posição como professor, afirmar a profissão docente. Cadernos de Pesquisa, v.47, n.166, p.1106-1133, out./dez, 2017. Disponível em http://www.scielo.br/pdf/cp/v47n166/1980-5314-cp-47-166-1106.pdf. Acesso em: 03 de fev. 2025.
OLIVEIRA, A. F. Políticas públicas educacionais: conceito e contextualização numa perspectiva didática 1. [s.l: s.n.]. 2012. Disponível em: https://www.sinprodf.org.br/wp-content/uploads/2012/01/texto-4-pol%C3%8Dticas-p%C3%9Ablicas-educacionais.pdf. Acesso em: 15 jun. 2024.
OLIVEIRA, F. B. de. Tecnologia da informação e comunicação: a busca de uma visão ampla e estruturada. São Paulo: Pearson, 2007.
PARREIRA, A.; LEHMANN, L.; OLIVEIRA, M. O desafio das tecnologias de inteligência artificial na Educação: percepção e avaliação dos professores. Ensaio: Avaliação e Políticas Públicas em Educação, 22 fev. 2021.
SILVA, B.; DUARTE, E.; SOUZA, K. Tecnologias digitais de informação e comunicação: Artefactos que potencializam o empreendedorismo da geração digital. In: MORGADO, J. C.; SANTOS, L. L. de C. P.; PARAÍSO, M. A. (org.), Estudos curriculares. Um debate Contemporâneo. Curitiba: Editora CRV, 2013. p.165-179.
SILVA, J. A.; MARINHO, J. C. B.; FRANÇA, G. A. Consórcio entre pesquisas: possibilidades para o aprofundamento dos estudos qualitativos em educação. Educação temática digital, Campinas, v. 15, n.3. p. 443-454, set./dez. 2013. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/etd/article/view/1265. Acesso em: 21 ago. 2025.
SORDI, M. R. L. (org.). Desafiando a hegemonia do campo da avaliação da qualidade das escolas: a avaliação institucional participativa como estratégia. Belo Horizonte: Fino Traço, 2022. Disponível em: https://www.finotracoeditora.com.br/e-book-desafiando-a-hegemonia-do-campo-da-avaliacao-da-qualidade-das-escolas. Acesso em: 10 jun. 2025.
TARDIF, M. Saberes docentes e formação profissional. 17. ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2014.
UNESCO - Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura. Representação da UNESCO no Brasil. UNESCO, 2016. Disponível em: https://goo.gl/8LZA27. Acesso em: 22 ago. 2025.
UNESCO - Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura. Cátedra UNESCO de Gestión de la Educación Superior de la UPC: Calidad en la docencia y formación del profesorado. Boletín de Educación Superior, nº 1, 1/06/2001.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2025 Jheimisson Ferreira de Oliva, Rosângela Ferreira Souza Mota, Vanessa Tamiris Rodrigues Rocha, Rahyan de Carvalho Alves, Carlos Alexandre de Bortolo

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:
a) Autores mantêm os direitos autorais e concedem à REVISTA ENSINO DE GEOGRAFIA (RECIFE) da Universidade Federal de Pernambuco o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional. CC BY -
. Esta licença permite que os reutilizadores distribuam, remixem, adaptem e criem a partir do material em qualquer meio ou formato, desde que a atribuição seja dada ao criador. A licença permite o uso comercial.
b) Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
c) Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado.
d) Os conteúdos da REVISTA ENSINO DE GEOGRAFIA (RECIFE) estão licenciados com uma Licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional. CC BY -
. Esta licença permite que os reutilizadores distribuam, remixem, adaptem e criem a partir do material em qualquer meio ou formato, desde que a atribuição seja dada ao criador. A licença permite o uso comercial.
No caso de material com direitos autorais a ser reproduzido no manuscrito, a atribuição integral deve ser informada no texto; um documento comprobatório de autorização deve ser enviado para a Comissão Editorial como documento suplementar. É da responsabilidade dos autores, não da REVISTA ENSINO DE GEOGRAFIA (RECIFE) ou dos editores ou revisores, informar, no artigo, a autoria de textos, dados, figuras, imagens e/ou mapas publicados anteriormente em outro lugar.
