Petrografia e propriedades físicas de rochas: um estudo para corpos graníticos e rochas gnaissicas paleo- neoproterozóicos do domínio Rio Grande do Norte, Nordeste da Província Borborema

Autores

  • Aryane Leonídio do Carmo Assunção Universidade Federal do Rio Grande do Norte
  • Fernando Antonio Pessoa Lira Lins Universidade Federal do Rio Grande do Norte
  • Antonio Carlos Galindo Universidade Federal do Rio Grande do Norte

DOI:

https://doi.org/10.18190/1980-8208/estudosgeologicos.v24n2p29-45

Palavras-chave:

petrografia, propriedades físicas, rochas graníticas, Domínio Rio Grande do Norte

Resumo

O magmatismo granítico paleo-neoproterozoico do Domínio Rio Grande do Norte-DRN tem sido alvo de diversos trabalhos que abordam desde seus aspectos texturais e composicionais a geoquímicos e geocronológicos, não obstante uma abordagem sobre propriedades petrofísicas dessas rochas ainda é pouco explorada. Este trabalho apresenta um conjunto de dados petrofísicos, condutividade térmica, densidade e susceptibilidade magnética, de 101 amostras de rochas graníticas (relacionadas ao plutonismo neoproterozíco do DRN) e gnáissicas (relacionadas ao embasamento paleoproterozóico do DRN), onde se faz uma discussão com base em diagramas de correlação linear entre a composição modal dessas amostras e as propriedades em questão. A relação condutividade térmica e composição modal mostra que o quartzo é a fase mineral que mais influencia o aumento desta propriedade, ou seja, há uma correlação positiva, no geral forte, entre quartzo e a condutividade térmica. Em contrapartida, observa-se uma correlação negativa entre a condutividade térmica e o somatório dos minerais máficos (biotita, anfibólio, titanita e opacos, dominantemente). Por outro lado, os feldspatos tendem a mostrar baixas correlações, positiva ou negativa, ou dispersão. A relação entre densidade e composição modal é um espelho do que acontece com a condutividade térmica, ou seja, quartzo mostra correlação negativa e os minerais máficos uma forte correlação positiva. Aqui novamente os feldspatos tendem a dispersão ou baixas correlações. Para a susceptibilidade magnética foram considerados apenas os minerais máficos (biotita, anfibólio, titanita e minerais opacos). Neste caso,apenas os minerais opacos apresentam uma fraca correlação positiva, com os outros Máficos apresentando sempre uma forte dispersão.

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Publicado

2014-07-01

Como Citar

Assunção, A. L. do C., Lins, F. A. P. L., & Galindo, A. C. (2014). Petrografia e propriedades físicas de rochas: um estudo para corpos graníticos e rochas gnaissicas paleo- neoproterozóicos do domínio Rio Grande do Norte, Nordeste da Província Borborema. Estudos Geológicos, 24(2), 29–45. https://doi.org/10.18190/1980-8208/estudosgeologicos.v24n2p29-45

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