O Dia em que Raquel Pacheco Saiu do Anominato: Bruna Surfistinha e a morte do autor

Auteurs

  • Cynthia de Lima Campos Universidade Federal de Pernambuco

DOI :

https://doi.org/10.34176/icone.v12i1.230416

Mots-clés :

autor, literatura, morte do autor, bruna surfistinha, foucault, barthes

Résumé

O artigo propõe uma análise do fenômeno de público O Doce Veneno do Escorpião, de autoria da ex-garota de programa, Bruna Surfistinha, cuja verdadeira identidade é Raquel Pacheco. Questionamos se seu trabalho poderia ser considerado uma obra vinculada ao conceito de autor, descrito por Foucault e Barthes, como aquele a quem se pode atribuir o que foi dito ou escrito e como o indivíduo percebido como o criador, a origem, que por meio de suas motivações inscreve intencionalmente dentro de uma obra. Defendemos o argumento de que o fenômeno pode ser explicado pelo fato da escritora constituir-se como o próprio significante de seu texto. Para tanto, recorremos aos conceitos de literatura, obra, texto, e autor, encontrados nos referidos autores, levando em consideração o veículo pelo qual essa voz se faz ouvir.

Biographie de l'auteur

Cynthia de Lima Campos, Universidade Federal de Pernambuco

Doutoranda em Sociologia pela Universidade Federal de Pernambuco. Bolsista do CNPq.

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Publiée

2010-07-16

Comment citer

Campos, C. de L. (2010). O Dia em que Raquel Pacheco Saiu do Anominato: Bruna Surfistinha e a morte do autor. Revista Ícone, 12(1). https://doi.org/10.34176/icone.v12i1.230416

Numéro

Rubrique

Artigos Livres