Efeitos de presença em telas (móveis) urbanas
DOI :
https://doi.org/10.34176/icone.v16i2.238034Mots-clés :
Palavras-chave, telas, presença, representação, espaço urbano, dispositivos móveisRésumé
O texto aborda as relações entre a imagem e o espaço desde um ponto de vista que enfatiza a passagem do conceito de imagem enquanto modelo de representação da experiência ao de imagem como agente produtor de experiência. Parte-se do contexto atual, em que o exponencial aumento de interfaces gráficas nos ambientes cotidianos parece atingir um ponto de saturação que coloca em xeque, inclusive, a própria noção do que entendemos, hoje, por “tela” e, consequentemente, por “imagem”. Metodologicamente, o texto propõe apontar, através de um olhar ao mesmo tempo abrangente e genealógico, algumas tendências em distintos contextos estéticos que enunciam a imagem como uma superfície que não se deixa penetrar, que assume-se como um dispositivo ou como um ato performativo, substituindo a ideia de imagem como sinônimo de “representação” pelo princípio da imagem como presença.
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© Ícone - ISSN: 2175-215X 2018

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