A interface química e arte no desenvolvimento de competências da BNCC
DOI:
https://doi.org/10.33052/inter.v5i9.243600Palavras-chave:
Ciência e arte, Competências, Base Nacional Comum CurricularResumo
Nesse artigo procedemos a análise de uma Mostra de Ciências realizada em uma escola pública da cidade do Recife que utilizou o tema Ciência e Arte. A partir dessa interface e considerando as múltiplas potencialidades de feiras de conhecimento, buscamos identificar a partir dos trabalhos expostos, da percepção dos estudantes e da avaliação dos professores de ciências da natureza e do corpo gestor da escola quais competências propostas pela Base Nacional Comum Curricular foram atingidas com a Mostra. Diante da análise, identificamos trabalhos que desenvolveram diversas competências e alguns que não foram capazes de explorar toda sua potencialidade. Como avaliação geral da Mostra, tanto docentes quanto gestores avaliaram positivamente. Dessa forma, foi possível construir conhecimentos e competências além da inteligência lógicomatemática a partir da interface entre Ciência e Arte.
Referências
BARCELOS, N. N. S.; JACOBUCCI, G. N.; JACOBUCCI, D. F. C. Quando o cotidiano pede espaço na escola, o projeto da feira de ciências "vida em sociedade" se concretiza. Ciência & Educação, v. 16, n. 1, 2010.
BERBEL, N. A. N. As metodologias ativas e a promoção da autonomia de estudantes. SEMINA: Ciências Sociais e Humanas, v. 32, n. 1, p. 25–40, 2011.
BRASIL. Base Nacional Comum Curricular: Ensino Médio. Brasília: MEC/Secretaria de Educação Básica, 2018.
FARIAS, L. N. Feiras de ciências como oportunidades de (re)construção do conhecimento pela pesquisa. [Dissertação de Mestrado]. Belém: Programa de PósGraduação em Educação em Ciências e Matemática da Universidade Federal do Pará, 2006.
FLÔR, C. C. Possibilidades de um caso simulado CTS na discussão da poluição ambiental. Ciência & Ensino, v. 1, 2007.
GARDNER, H. Frames of mind: the theory of multiple intelligences. New York: Basic Books, 2011.
HARTMANN, A. M.; ZIMMERMANN, E. Feiras de ciências: a interdisciplinaridade e a contextualização em produções de estudantes de ensino médio. Atas do VII Encontro Nacional de Pesquisa em Educação em Ciências, Florianópolis, 2009.
LEÃO, M. C. B. Tecnologias na Educação: Uma abordagem crítica para uma atuação prática. Recife: Editora UFRPE, 2011.
LOPES, R. M. et al. Aprendizagem baseada em problemas: uma experiência no ensino de química toxicológica. Revista Química Nova, v. 34, n. 7, 2011.
MONTEIRO, C. E. A concepção de Inteligências Múltiplas. In: MONTEIRO, C. E.; DE CHIARO, S. Fundamentos Psicológicos do Ensino e da Aprendizagem. Recife: Editora Universitária da UFPE, 2012.
NASCIMENTO, F.; FERNANDES, H. L.; MENDONÇA, V. M. O ensino de ciências no Brasil: história, formação de professores e desafios atuais. Revista HISTEDBR, n. 39, 2010.
ROSA, P. R. S. Algumas questões relativas a feiras de ciências: para que servem e como devem ser organizadas. Revista Caderno Catarinense de Ensino de Física, v. 12, n. 3, 1995.
SILVA, P. B. et al. A pedagogia de projetos no ensino de química, o caminho das águas na região metropolitana do Recife: dos mananciais ao reaproveitamento dos esgotos. Revista Química Nova na Escola, n. 29, 2008.
STAKE, R. E. Pesquisa Qualitativa, estudando como as coisas funcionam. Porto Alegre: Penso, 2011.
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2019 Luiz Alberto Junior SILVA

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
1. Proposta de Política para Periódicos de Acesso Livre
Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:
- Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença CreativeCommons Atribuição 4.0
Internacional (texto da Licença:https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/)que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista. - Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
- Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja O Efeito do Acesso Livre).