(Des)construir/(Des)colonizar: é o caminho para uma Educação Física vivente
DOI:
https://doi.org/10.51359/2525-7668.2023.258922Palavras-chave:
corpo pedagógico, cultura, conhecimento, Educação FísicaResumo
Este artigo tem como objetivo propor saberes outros em articulação na Educação Física, socializando uma noção de saberes culturais, conscientizando as culturas como produtoras de conhecimentos e não somente como reprodutores, mostrando a disposição de transformação corporal, cultural e artística. A discussão é construída por meio de uma pesquisa qualitativa através do estudo do corpo pedagógico contemporâneo como propositor de conhecimentos. Viabilizando a interação entre sujeitos e conhecimentos das diferenças, com valores gerados a partir do próprio corpo. O referencial utilizado é composto por Mignolo (2003), Bessa-Oliveira (2018), Nolasco (2019), entre outros. Resultando que descolonizar é o caminho: concluímos que desconstruir e ao mesmo tempo descolonizando essa identidade docente é um meio para a formação de um profissional de pensamento crítico, com um olhar para o aluno além do esporte, compreendendo esse aluno como sujeito atravessado de movimentos, conhecimentos e culturas corporais.
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