Homophobia and intersectionality: condensed meanings from a bibliographic research
DOI:
https://doi.org/10.33052/inter.v6i10.244903Keywords:
Homophobia, Intersectionality, Theoretical approachesAbstract
Currently, in face of a neoconservative and a neoliberal growing wave, homophobic practices have become more common and are shown especially when there are other markers of subalternities such as gender, class, race, among others. Such intersections bring power relations that reproduce violence, exclusions and social inequalities. From this context, it is necessary to analyze the meanings conveyed in texts of theoretical productions addressed in a discipline of continuing education for teachers. Thus, the general goal is to analyze the condensed meanings about homophobia and its relations with the intersectionality, contained in theoretical-epistemological texts in a graduation course, in the area of education in Pernambuco. In this way, it is qualitative and was carried out based on documentary and bibliographic research. As a result, it was found that the four texts start from a constructivist or deconstructivist perspective. And that three of them establish relationships between homophobia, lesbophobia signals for intersectionality among gender, class and race. However, it is emphasized that it is necessary to expand these intersectionalities with homophobia and lesbophobia as a field of knowledge since it will allow students to deconstruct naturalized and essentialist senses that categorize individuals as abject bodies.
References
AKOTIRENE, Carla. Interseccionalidade. São Paulo: Pólen, 2019.
ALBUQUERQUE JÚNIOR, Durval Muniz de. Nordestino: invenção do “falo” – uma história do gênero masculino (1920-1940). São Paulo: Intermédios, 2013.
BORRILLO, Daniel. Homofobia: História e crítica de um preconceito. Belo Horizonte: Editora Autêntica, 2010.
BUTLER, Judith. Problemas de gêneros: feminismo e subversão da identidade. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003.
BUTLER, Judith. Cuerpos que importan: sobre lós limites materiales y discursivos Del “sexo”. Buenos Aires, Barcelona, México: Paidós, 2008.
CONNELL, R. W; MESSERSCHMIDT, J. W.; FERNANDES, F. B. Martins. Masculinidade hegemônica: repensando o conceito. In: Estudos feministas p. 241- 282, 2013.
CRENSHAW, Kimberle W. A intersecionalidade na discriminação de raça e gênero. In: VV.AA. Cruzamento: raça e gênero. Brasília: Unifem, 2004. Disponível em: http://www.acaoeducativa.org.br/fdh/wp-content/uploads/2012/09/KimberleCrenshaw.pdf. Acessado em:15 de fevereiro de 2020.
DAVES, Angela. Mulheres, raça e classe. Tradução Heci Regina Candiani. São Paulo: Boitempo, 2016.
FANON, Frantz. Pele negra, máscaras brancas. Salvador: EDUFBA, 2008.
FOUCAULT, Michel. A Ordem do Discurso, São Paulo: Edições Loyola, 2004.
FOUCAULT, Michel. História da sexualidade I: a vontade de saber. São Paulo: Edições Graal, 2007.
GERHARDT, Tatiana Engel; SILVEIRA, Denise Tolfo (Org). Métodos de pesquisa. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2009
GROSSI, Miriam Pillar, UZIEL, Anna Paula; MELLO, Luiz. Conjugalidades, parentalidades e identidades lésbicas, gays e travestis. Rio de Janeiro: Garamond, 2007.
HIRATA, Helena. Gênero, classe e raça Interseccionalidade e consubstancialidade das relações sociais. Tempo social. São Paulo , v. 26, n. 1, p. 61-73, June 2014. Available from <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-
&lng=en&nrm=iso>.accesso 25 de
fevereiro, 2020. https://doi.org/10.1590/S0103-20702014000100005.
JUNQUEIRA, Rogério Diniz. Homofobia nas Escolas: um problema de todos. In: JUNQUEIRA, Rogério Diniz (Org.). Diversidade Sexual na Educação: problematizações sobre a homofobia nas escolas. Brasília, MEC/Unesco, 2009.
LAQUEUR, Thomas. Inventando o sexo. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 2001.
LOURO, Guacira Lopes. Heteronormatividade e Homofobia. In: JUNQUEIRA, Rogério Diniz (Org.). Diversidade Sexual na Educação: problematizações sobre a homofobia nas escolas. Brasília, MEC/Unesco, 2009.
LUZ, Robenilton dos Santos. A intersecção dos conjuntos: gays e lésbicas negras em confronto com as hegemonias e sub-hegemonias. In Diversidade sexual e homofobia no Brasil. São Paulo: Perseu Abramo, 2011.
MATTOS, Patrícia. O conceito de interseccionalidade e suas vantagens para os estudos de gênero no Brasil. In: XV Congresso Brasileiro de Sociologia. grupo de trabalho Novas Sociologias: pesquisas interseccionais feministas, pós-coloniais e queer. Disponível em: http://www. sbsociologia. com. br/portal/index. php. 2011.
MELLO, Luiz. Novas famílias: conjugalidade homossexual no Brasil contemporâneo. Rio de Janeiro: Garamond, 2005.
MEMMI, Albert. Retrato do colonizado precedido pelo retrato do colonizador. São Paulo: Paz e Terra, 1989. MIRANDA, M. H. Gonçalves. Mediações: telenovelas e sexualidades como elementos de condensações de sentidos híbridos entre a hegemonia e a resistência. In Razón y Palabra, V. 77, p. 01-17, 2011.
MIRANDA, M. H. Gonçalves. Percursos das transformações da teoria e da validação do conhecimento nas ciências humanas: do falsificacionismo de Popper à teoria de valor de Rickert. In Revista Interritórios, v. 2, p. 141-154, 2016.
MISKOLCI, R. A teoria queer e a questão das diferenças: por uma analítica da normalilzação. In: CONGRESSO DE LEITURA DO BRASIL, 16., 2007, Campinas. Anais… Campinas: Unicamp, 2007. Disponível em: http://alb.com.br/arquivo-morto/edicoes_anteriores/anais16/prog_pdf/prog03_01.pdf Acesso em: 01 de março de 2020.
MIRANDA, M. H. Gonçalves; ALENCAR, R. Do Essencialismo ao Desconstrutivismo: um breve balanço das pesquisas brasileiras sobre homossexualidade e suas interseções com as categorias de corpo e gênero. In Estudos de Sociologia, V. 1, p. 183-222, 2016.
MIRANDA, M. H. Gonçalves; LIMA, L. S. G. A. A Prática Pedagógica dos Direitos Humanos: marcadores sociais da diferença e o combate ao bullying. In Revista Momento-Diálogos em Educação, V. 28, p. 328-348, 2019.
RIOS, Roger Raupp. Homofobia na Perspectiva dos Direitos Humanos e no Contexto dos Estudos sobre Preconceito e Discriminação. In: JUNQUEIRA, Rogério Diniz (Org.). Diversidade Sexual na Educação: problematizações sobre a homofobia nas escolas. Brasília, MEC/Unesco, 2009, pp. 53-84.
SANTOS, Émerson Silva. Lgbtfobia na educação e a atuação da gestão escolar. Curitiba: Editora Appris, 2019. SANTOS, Maria do Carmo Gonçalo; SANTIAGO, Maria Eliete. Políticas Curriculares, Formação de Professores/As e Diversidade. Atos De Pesquisa Em Educação - Ppge/Me Issn 1809-0354 V. 8, n. 2, p.568-591, mai./ago. 2013 Disponível em: http://dx.doi.org/10.7867/1809-0354.2013v8n2p568-591 Acesso em 25 de março de 2020.
SANTOS, Maria do Carmo Gonçalo. As contribuições do currículo da formação para a prática pedagógica com gênero e sexualidade na educação básica. Tese (Doutorado em Educação). Universidade Federal de Pernambuco, CE. Programa de Pós-Graduação em Educação, 2016. 400fl.
SIQUEIRA, Elton B. Soares de; MIRANDA, Marcelo H. Gonçalves. A Experiência estética e desestabilizações das masculinidades no teatro brasileiro moderno e contemporâneo. In (Orgs.) CAETANO, Marcio; SILVA JUNIOR, Paulo Melgaço. De Guri a Cabra-macho: masculinidades no Brasil. Rio de Janeiro: Lamparina, 2018.
UZIEL, Anna Paula. Homossexualidade e adoção. Rio de Janeiro: Garamond, 2007.
VIÑUALES, Olga. Lesbofobia. Barcelona: Edicions Bellaterra, 2002.
Downloads
Published
Issue
Section
License
Copyright (c) 2020 Dhones Stalbert Nunes SILVA, Marcelo Henrique Gonçalves de MIRANDA, Maria do Carmo Gonçalo SANTOS

This work is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.
1. Proposta de Política para Periódicos de Acesso Livre
Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:
- Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença CreativeCommons Atribuição 4.0
Internacional (texto da Licença:https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/)que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista. - Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
- Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja O Efeito do Acesso Livre).