¿A quién sirve una tesis? Artesanías (trans)metodológicas en la investigación educativa
DOI:
https://doi.org/10.51359/2525-7668.2023.258797Palabras clave:
esquizoespiritualidades, investigación en educación, método decolonialResumen
Este artículo propone una reflexión sobre las esquizoespiritualidades como eje de gravedad para repensar y redimensionar la investigación en educación. Desde una perspectiva decolonial, se cuestiona a quién sirve una tesis cuando atravesamos la escena colonial y se tensiona un modo metodológico capaz de implicarse con las vidas que son inferiorizadas. Para ello, se presenta el cuerpo y sus sensaciones como elemento central del testimonio como método de investigación en educación y se revisa una discusión sobre el método en la investigación educativa a partir de lentes decoloniales. El artículo defiende que las esquizoespiritualidades nos llevan a redescubrir nuestras raíces históricas más profundas y a cocrear nuevas posibilidades de sujetos, mundos y educación que escapan de realidades donde la vida se ha vuelto prescindible. Así, la lucha es pedagógica y permite la emergencia de otros paradigmas sobre la ciencia, donde su valor radica en la virtud de la justicia.Citas
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