La defensa de la gestión educativa del grupo de institutos, fundaciones y empresas (GIFE): debilidades frente al principio de gestión democrática
DOI:
https://doi.org/10.51359/2525-7668.2023.259096Palabras clave:
Gestión Educativa Municipal, Grupo de Institutos, Fundaciones y Empresas (GIFE), Gestión democrática, Redes Municipales de EducaciónResumen
El objetivo de este artículo es discutir la concepción de gestión educativa que defiende el Grupo de Institutos, Fundaciones y Empresas (GIFE) junto con las Redes Públicas de Enseñanza Municipal y su impacto en la concreción del principio de Gestión democrática. Este grupo es una referencia como entidad representativa del segmento social privado y activa en la movilización por el Marco Normativo para las Organizaciones de la Sociedad Civil (MROSC). A partir del análisis documental desde una perspectiva Gramsciana, el texto señala los paradigmas de la gestión educativa que disputan hoy el ámbito educativo y la concepción que emerge en la relación entre lo público y lo privado, en oposición al principio de la gestión democrática. Se encontró que el paradigma de gestión educativa propuesto por GIFE y sus asociados es la gestión gerencial por transferencia. El grupo aboga por una gestión con principios gerenciales, basada en la transferencia de casos erróneamente identificados como “buenas prácticas”, que se enfocan en resultados en índices de evaluación externa, disonantes con el principio de gestión democrática.
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