Pedagogías culturales en los logros de los cineastas Mbyá-Guaraní

Autores/as

  • Luiz Antônio Lima Cachoeira Universidade Luterana do Brasil
  • Iara Tatiana Bonin Universidade Luterana do Brasil

DOI:

https://doi.org/10.33052/inter.v5i9.243596

Palabras clave:

Cine indígena, Pedagogías culturales, Relaciones étnico-raciales

Resumen

El cine indígena se ha formado a partir de una amplia gama de narraciones cinematográficas cuya realización es el resultado de la acción directa de miembros de diferentes grupos étnicos indígenas brasileños, con el apoyo de instituciones enfocadas en la producción audiovisual autoral. Muchas de estas producciones han sido premiadas y proyectadas en Brasil y en el extranjero, a veces acompañadas de sesiones de debate con los propios cineastas y directores. Teniendo en cuenta que el cine indígena dinamiza la estética singular, marcada por las formas de pensar y narrar a un pueblo indígena, este texto se centra en las narraciones cinematográficas realizadas por miembros del pueblo mbyá-guaraní dentro del alcance del proyecto Video nas Aldeias. El objetivo es analizar los significados de territorialidad constituidos en las películas "Desterro Guarani" y "Tava, a casa de pedra", de los cineastas Mbyá-Guarani Patrícia Ferreira (Keretxu) y Ariel Duarte.

Biografía del autor/a

Luiz Antônio Lima Cachoeira, Universidade Luterana do Brasil

Mestre em Educação pelo Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Luterana do Brasil; Especialização em História da Arte pelo Centro Universitário Claretiano; Graduação em Bacharelado em História pela Universidade Luterana do Brasil.

Iara Tatiana Bonin, Universidade Luterana do Brasil

Doutora em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Professora do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Luterana do Brasil, Bolsista Produtividade do CNPq (PQ 2).

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Publicado

2019-12-09

Número

Sección

Artigos em fluxo contínuo