(Des) política para cuerpos-políticos en arte, cultura y educación
DOI:
https://doi.org/10.33052/inter.v6i10.244891Palabras clave:
Arte, Educación, PolíticaResumen
Arte, educación, política producen un trío históricamente entendido en el Occidente como interdependientes. Pero, el arte, la educación y las políticas occidentales no están incluidas para cuerpos con padrones inferiores a las normas de raza, género y clase construidas por el pensamiento que he producido el proyecto moderno europeo expandido en todo el mundo desde el siglo XVI. Asimismo, se han definido políticas históricas y contemporáneas, en el caso de Brasil, a nivel federal, estatal y municipal, actividades y acciones de cuerpos y sobre los cuerpos en el arte, en la educación y en la política. Considerando la indisociación histórica entre el trío arte, educación y política, pero también la actual y fascista desagregación de las políticas con relación a los cuerpos que actúan en las artes en la educación en el contexto brasileño contemporáneo, este artículo discutió, bajo un enfoque descolonial de abordaje bi(os)bliográfica, la ausencia de arte en política, educación en política y cuerpos en política que consideran las diferencias culturales y coloniales, porque no contemplan el estándar del arte, educación, cuerpo y política modernos.
Citas
BARROS, Manoel de. Arranjos para assobio. 2. ed. Rio de Janeiro: Record, 1998. BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR. In: MEC. Base Nacional Comum Curricular. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/. Acesso em: 27 ago. 2017.
BESSA-OLIVEIRA, Marcos Antônio. As fronteiras que es m as produções culturais da exterioridade. In: ANAIS – 13º CICLO DE INVESTIGAÇÕES EM ARTES VISUAIS – PPGAV/CEART/UDESC, 2018, p. 74-83. Disponível em: https://www.udesc.br/arquivos/ceart/id_cpmenu/7750/ANAIS_ciclo_ppgav_udesc_20 18_FINAL_1562789061679_7750.pdf. Acesso em: 29 jul. 2019.
BESSA-OLIVEIRA, Marcos Antônio. Biogeografias artísticas como exterioridade dos fazeres – corpos latinos fronteiriços. In: Cadernos de Estudos Culturais: Exterioridade dos Saberes: NECC 10 ANOS, v. 2, n. 20, 2018a. Disponível em: https://periodicos.ufms.br/index.php/cadec/article/view/7772. Acesso em: 02 jul. 2019.
BESSA-OLIVEIRA, Marcos Antônio. Ensino de Artes X Estudos Culturais: para além dos muros da escola. São Carlos, SP: Pedro & João Editores, 2010.
BRASIL. Constituição Federal de 1988. Promulgada em 5 de outubro de 1988. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituição.htm. Acesso em: 09 set. 2019.
BRASIL. Ministério de Educação e Cultura. LDB – Lei nº 9394/96, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da Educação Nacional. Brasília: MEC, 1996. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9394.htm. Acesso em: 09 ago. 2019.
DERRIDA, Jacques. Políticas da amizade. Tradução Fernanda Bernardo. Porto: Campo das Letras – Editores S.A., 2003.
FARIA, J. R.; BESSA-OLIVEIRA, M. A. Meu/nosso corpo estranho, o que temos é dele/nele que somos. Filosofia e Educação, v. 11, n. 1, p. 5-35, 9 set. 2019. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/rfe/article/view/8655077. Acesso em: 28 out. 2019.
MIGNOLO, Walter D.. “Prefacio”. In: PALERMO, Zulma. Para una pedagogia decolonial. 1 ed. Ciudad Autónoma de Buenos Aires: Del Signo, 2014a. (El desprendimento / Walter Mignolo), p. 7-9.
MIGNOLO, Walter D.. Desobediência epistêmica: a opção descolonial e o significado de identidade em política. In: Cadernos de Letras da UFF: Dossiê: Literatura, língua e identidade, n.34, 2008, p. 287-324. Disponível em: www.uff.br/ cadernosdeletrasuff/34/traducao.pdf. Acesso em: 08 jul. 2018.
MIGNOLO, Walter D.. La idea de América Latina: La herida colonial y la opción decolonial. Traducción de Silvia Jawerbaum y Julieta Barba. Primera edición: mayo de 2007, Barcelona- Espanâ: Editorial Gedisa, S.A, 2007.
MIGNOLO, Walter. Desafios decoloniais hoje. Trad. de Marcos de Jesus Oliveira. Epistemologias do Sul: Pensamento Social e Político em/desde/para América Latina, Caribe, África e Ásia, v.1, n. 1, Foz do Iguaçu/PR: Universidade Federal da Integração Latino-Americana, p. 12-32. 2017. Disponível em: https://revistas.unila.edu.br/epistemologiasdosul/article/view/772/645. Acesso em: 27 mar. 2018.
ORTEGA, Francisco. Para uma política da amizade. Arendt, Derrida, Foucault. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 2000.
PALERMO, Zulma. Para una pedagogia decolonial. 1 ed. Ciudad Autónoma de Buenos Aires: Del Signo, 2014. (El desprendimento / Walter Mignolo).
PALERMO, Zulma; QUINTERO, Pablo. “La matriz colonial de poder en diálogo”. In: PALERMO, Zulma. Para una pedagogia decolonial. 1 ed. Ciudad Autónoma de Buenos Aires: Del Signo, 2014a. (El desprendimento / Walter Mignolo), p. 21-57.
QUIJANO, Aníbal. “Colonialidad y modemidad/racionalidad”. In: Perú Indígena, 13, 29, 1992, p. 1-20. Disponível em: https://www.lavaca.org/wpcontent/uploads/2016/04/quijano.pdf. Acesso em: 08 de jul. 2018.
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2020 Marcos Antônio Bessa OLIVEIRA

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
1. Proposta de Política para Periódicos de Acesso Livre
Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:
- Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença CreativeCommons Atribuição 4.0
Internacional (texto da Licença:https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/)que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista. - Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
- Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja O Efeito do Acesso Livre).