Percepción socioambiental y pertenencia a un lugar en una escuela pública

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.33052/inter.v6i10.244919

Resumen

Acercarse a la Educación Ambiental (EA) a través de la mirada de la fenomenología es poner de manifiesto las percepciones y las sensaciones socioambientales que surgen de ellas, en la búsqueda de mejorar la esencia de la existencia. Este artículo resultó de la ejecución de un Proyecto de Acción en EE, desarrollado con estudiantes de noveno grado, en una escuela primaria en la ciudad de Gravataí, RS, que tenía como objetivo general, explorar las percepciones socioambientales y verificar cómo el sentido de pertenencia de estudiantes se mejora, en relación con el lugar donde viven y la escuela está integrada. Este posible fortalecimiento del despertar al lugar y la pertenencia, comenzó a partir de intervenciones colectivas con los estudiantes, a partir de las cuales se descubrió que los participantes tienen conocimiento socioambiental y sus percepciones sobre el lugar donde viven, así como los significados sobre pertenencia y que el lugar les pertenece, pero existe una forma dispersa de no ser crítico o involucrarse en una acción transformadora.

Biografía del autor/a

Antonio José Hartmann, Universidade Luterana do Brasil

Mestre em educação ambiental, gestão pública municipal e Docência no Ensino Superior Bacharel em Administração pela ULBRA. Técnico em Segurança no Trabalho pelo SENAC/FUNDACENTRO.

Junior Cesar Mota, Universidade Federal do Rio Grande

Doutor em educação ambiental

Citas

ABRAMOWAY, Miriam; CUNHA, Anna L; CALAF, Priscila P. Revelando tramas, descobrindo segredos: violência e convivência nas escolas. Brasília: Rede de Informação Tecnológica Latino-americana - RITLA, Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal - SEEDF, 2009. 496 p.

BRANDÃO, Carlos R. Aqui é onde eu moro, aqui nós vivemos: escritos para conhecer, pensar e praticar o município educador sustentável. 2.ed. Brasília: MMA, Programa Nacional de Educação Ambiental, 2005. 181 p.

BZUNECK, J. A. A motivação do aluno: aspectos introdutórios. In: BORUCHOVITCH, E.

BZUNECK, J. A. (Org.). A motivação do aluno: contribuições da psicologia contemporânea. Petrópolis: Vozes, 2001. p.09-36.

CARVALHO, Isabel C. M. A invenção do sujeito ecológico: identidade e subjetividade na formação dos educadores ambientais. In: SATO, Michéle; CARVALHO, Isabel C. M. (Orgs.). Educação Ambiental. Porto Alegre: Artmed, 2005, p.53- 66.

COUSIN, Cláudia da S. Pertencer ao navegar, agir e narrar: a formação de educadores ambientais. Rio Grande: Fundação Universidade Federal do Rio Grande, 2010. 207 p.: il.

COUSIN, Cláudia da S. Pertencimento ao lugar e a formação de educadores ambientais: um diálogo necessário. VII EPEA - Encontro Pesquisa em Educação Ambiental. Rio Claro - SP, 07 a 10 de julho de 2013.

Dicionário Priberam da Língua Portuguesa. Holística. Disponível em:

<http://www.priberam.pt/dlpo/holística> Acesso em 07/07/2017

GONÇALVES, Bruna G. e NUERNBERG, Denise. A dependência dos adolescentes ao mundo virtual. Revista de Ciências Humanas. Universidade do Extremo Sul Catarinense. Florianópolis. Abril de 2012. Volume 46, Número 1, p. 165-182.

GIL, Antonio C. Métodos e técnicas de pesquisa social. 6ª ed. - São Paulo: Atlas, 2008.

GUIMARÃES, Mauro. Intervenção Educacional: Do “de grão em grão a galinha enche o papo” ao “tudo junto ao mesmo tempo agora”. In: Encontros e Caminhos: Formação de Educadoras(es) Ambientais e Coletivos Educadores. Júnior, Luiz A. (Org.) Brasília, MMA, Diretoria de Educação Ambiental, 2005, p. 189 - 199.

GUIMARÃES, S. E. R. Motivação intrínseca, extrínseca e o uso de recompensas em sala de

aula. In: BORUCHOVITCH, E.; BZUNECK, J. A. (Org.). A motivação do aluno: contribuições da psicologia contemporânea. Petrópolis: Vozes, 2001. p.58-77.

HEIDRICH, Álvaro L., et al. (Org.). Estruturas e dinâmicas socioespaciais urbanas no Rio Grande do Sul: transformações em tempos de globalização (1991- 2010). Porto Alegre. Editora Letra1, 2016. 336 p.

MERLEAU-PONTY, Maurice. Conversas. 1948. Tradução Fabio Landa; Eva Landa. São Paulo. Martins Fontes, 2004 a. 1ª Edição, Coleção Tópicos.

MERLEAU-PONTY, Maurice. Fenomenologia da percepção. 2a Ed. São Paulo: Martins Fontes, 1999, Coleção Tópicos.

MOREIRA, Erika V; HESPANHOL, Rosângela A. de M. O lugar como uma construção social. Revista Formação, n⁰14, volume 2 – p. 48‐60. Disponível em:< http://www2.fct.unesp.br/pos/geo/revista/artigos/6_moreira_e_hespanhol.pdf>. Acesso em 07/06/2017.

SÁ, Lais M. Pertencimento. In: Encontros e Caminhos: Formação de Educadoras(es) Ambientais e Coletivos Educadores. Júnior, Luiz A. (Org.) Brasília, MMA, Diretoria de Educação Ambiental, 2005, p. 247-256.

SADALA, Maria L. A. A fenomenologia como método para investigar a experiência vivida uma perspectiva do pensamento de Husserl e de Merleau-Ponty. FM UNESP /Botucatu. 1995. Disponível em: < http://www.sepq.org.br/IIsipeq/anais/pdf/gt1/12.pdf>. Acesso em: 08/06/2017

SAUVÉ, Lucie. Uma cartografia das correntes em Educação Ambiental. In: SATO, Michéle; CARVALHO, Isabel C. M.. (Orgs.). Educação Ambiental. Porto Alegre: Artmed, 2005, p.17- 45.

TASSARA, Eda T. de O. e ARDANS, Omar. Mapeamentos, Diagnósticos e Intervenções Participativos no Campo Socioambiental. in: Mapeamentos, Diagnósticos e Intervenções Participativos no Socioambiente. Série Documentos Técnicos – 15. Órgão Gestor da Política Nacional de Educação Ambiental. Ministério do Meio Ambiente. Brasília, 2007, p. 34-59.

Publicado

2020-04-14